Dia: Janeiro 26, 2014

Morreu José Luis Félix, um dos dinamizadores da “Tertúlia Liberdade”


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“A Tertúlia Liberdade está de luto. Morreu o José Luís Félix um dos fundadores e o grande animador e dinamizador da nossa tertúlia. Foi um companheiro incansável na divulgação do ideal libertário, um lutador pelos direitos dos explorados e oprimidos, um amante da Liberdade e um homem bom que a todos deixa saudades”.

A todos os seus familiares e companheiros mais próximos os nossos sentidos pêsames. O funeral sairá amanhã pelas dez horas do Centro Social e Paroquial de Oeiras na Rua de Macau 11 para o Cemitério de Oeiras.

aqui: http://tertulialiberdade.blogspot.pt/

relacionados: http://aventar.eu/2009/10/13/a-maquina-do-tempo-%C2%ABsalgalhadas-na-lusolandia%C2%BB-ou-como-nada-ha-de-mais-serio-do-que-o-humor/

http://www.hardmusica.pt/cultura/livros/%22salgalhadas-na-lusol%C3%83%C2%A2ndia%22-um-livro-de-jos%C3%83%C2%A9-luis-f%C3%83%C2%A9lix/22910-%22salgalhadas-na-lusol%C3%83%C2%A2ndia%22-um-livro-de-jos%C3%83%C2%A9-luis-f%C3%83%C2%A9lix.html

http://aaaescv.blogs.sapo.cv/tag/jos%C3%A9+luis+felix

Relatório da OIT: aumenta o fosso entre trabalho e capital


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Salários e lucros, a sua evolução durante 2012-2013. Aumenta o fosso entre capital e trabalho sob a justificação da crise económica

S. Sánchez | Periódico CNT

Ilustración: Kiko Makarro

Em princípios de Dezembro foi publicado o estudo da OIT (Organização Internacional do Trabalho) intitulado “Relatório Mundial sobre salários 2012/2013″ que faz uma análise bastante ampla sobre as tendências dos últimos tempos em matéria salarial a nível mundial. Deste estudo podemos tirar uma série de conclusões úteis para meditarmos e analisarmos. A classe trabalhadora perdeu protagonismo nas últimas décadas – não apenas ao nível da remuneração salarial – e, por isso, teremos que ser capazes de organizar um discurso que combata com alternativas a situação actual, em que a tendência tem sido para a perda de capacidade do mundo laboral em se organizar e ter capacidade de influência.

O relatório faz finca-pé – e nós como sindicalistas sabemo-lo bem – no facto da “crise” estar a servir para acelerar ainda mais esta quebra das nossas condições de vida através da baixa de salários, piores condições de trabalho, despedimentos cada vez mais baratos e menores apoios sociais (desemprego e reforma) ou menos acessíveis para a maioria (na saúde, taxas nas consultas, nos exames e diminuição das comparticipações nos remédios). Como exemplo, assinale-se que nas  chamadas economias desenvolvidas, no período 2006-2011, os salários reais caíram, devido à conjugação de dois factores:  o congelamento de salários e o aumento de preços. Se tomarmos como referência um período mais amplo, de 2000 a 201, vemos que a tendência varia muito entre continentes e países, uma vez que, por exemplo, no conjunto da Ásia se duplicou o salário médio mensal, e na China em particular triplicou, o que significa também um facto de vital importância a nível mundial, ou seja, significando o princípio do fim da mão-de-obra barata.

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