Day: Março 15, 2014

Agenda Libertária para este sábado (Tomar, Porto, Lisboa)


(Tomar) Comemorações dos 100 anos da fundação da UON a partir das 9H45

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Terminam este sábado em Tomar as comemorações dos 100 anos da fundação da União Operária Nacional, a primeira central operária portuguesa e que marcou o ascendente anarcosindicalista e sindicalista revolucionário no movimento operário português, que se consubstanciaria alguns anos depois na criação da CGT, a Confederação Geral do Trabalho, anarcosindicalista e aderente à AIT. Para hoje, às 15H, está marcada uma concentração  junto ao Cineteatro Paraíso (antigo Teatro Nabantino), em Tomar, local onde, entre os dias 14 e 17 de Março de 1914, se realizou o congresso fundador da UON. Será descerrada uma placa em pedra para assinalar esse facto.

Antes, a partir das 9h45 da manhã, haverá um debate sobre juventude e precariedade laboral, com Tiago Pinheiro, da Associação de Combate à Precariedade-Precários Inflexíveis, seguido de um outro (às 11,30H) sobre democracia e organização de trabalhadores, com António Mariano, presidente do Sindicato dos Estivadores, e com António Chora, da Comissão de Trabalhadores da Volkswagen Autoeuropa. Os debates terão lugar na sede da União de Freguesias de Tomar (antiga sede da freguesia de São João Baptista, Rua Alexandre Herculano, Nº 20, Tomar).

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2014/03/08/tomar-inicio-das-comemoracoes-dos-100-anos-da-uniao-operaria-nacional-1o-central-operaria-portuguesa/

(Porto) “IV Jornadas da Soda Cáustica”, Livraria Gato Vadio e Espaço Compasso

sábado

15h – Livraria Gato Vadio, Rua do Rosário 281 Porto

Os Media e a crise – Crítica e autodefesa
Rui Pereira

16h – espaço compasso RUA DA TORRINHA, 113 R/C TRAS. – CEDOFEITA

Activismo Agro-ecológico:
Rede Galega de Sementes, com Edgar Sierra, Álvaro e Rafa
Grão – Agricultura Sustentável – Mais além do bio-business, com Bernardino Ramos

17h30 – espaço compasso RUA DA TORRINHA, 113 R/C TRAS. – CEDOFEITA

Terra Queimada: o problema dos incêndios em Portugal, com João Torres
A Permacultura Urbana, com José Teixeira

Cabalhau vegetariano sem vinaigrette franciú
Jantar-benefit – 19h

21h30 – Livraria Gato Vadio, Rua do Rosário 281 Porto

Atravessar o Impasse – Atacar a realidade
Santiago Lopez Petit

00h00 – Livraria Gato Vadio, Rua do Rosário 281 Porto

Anamorfismo – performance
Joëlle Ghazarian e Nuno Pinto

https://www.facebook.com/events/204887839720526/

(Porto) Não vai ter copa na Casa Viva, 19H

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Exposição+Jantar brasileiro + Filme + Debate
Benefit de apoio para a Cruz Negra Anarquista-RJ

https://www.facebook.com/events/232988610236508/

(Lisboa) Debate sobre a organização capitalista da cidade, na B.O.E.S.G., 19H

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19h jantar
21h conversa/ debate sobre a organizacão capitalista da cidade – com António Brito Guterres – na B.o.e.s.g.- Rua das Janelas Verdes 13 – 1º esq. (Santos)

ORGANIZAÇÃO CAPITALISTA DA CIDADE: Políticas de Revitalização do Centro de Lisboa versus Resiliência Social e Organização Comunitária no Centro e Periferia Urbanos.
As chamadas “Políticas Públicas de Revitalização Urbana” tornam-se cada vez mais visíveis em toda a cidade, de bairro para bairro, de quarteirão para quarteirão, de rua para rua… O argumento central – o de “revitalização” –  anunciado de antemão na própria nomeação destas políticas, é carregado de preconceito. O termo é sinónimo de “revivificar” o que significa “dar nova vida a”, “tornar vital” ou “restituir a vida”, pressupondo que a existente não serve ou que algo está morto.No enquadramento capitalista uma cidade “viva” é aquela que (se) vende.
Adjacentes, são os argumentos de “inclusão social” e de “cidadania activa” propagandeados em campanhas políticas lançadas com slogans, tais como “Juntos fazemos Lisboa” ou “Obra a Obra, Lisboa melhora” – A questão é: Juntos, quem? Melhora em quê e para quê/ para quem? Que “social” é esse de que aqui se fala?
Lisboa melhora para o rico, para o turista e para o grande investidor. Torna-se elitista, sobe no “ranking” de competição global das cidades mais visitadas do mundo e ajusta-se na conjuntura do marketing internacional: por um lado, tornando-se um dos principais atractivos do mercado habitacional de luxo, por outro, um grande potencial de investimento hoteleiro e turístico.
Face aos actuais desafios que o contexto imposto pelo capital premeia, no qual o acto de fazer cidade é cada vez mais afastado daqueles que nela habitam, novas formas de pensar e exercer o direito à cidade ocupam lugar.
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