Mês: Abril 2014

1º de Maio: concentrações libertárias convocadas pela AIT/SP para Lisboa e Porto


1º de Maio

POR 1° DE MAIO COMBATIVO | Lisboa e Porto

LISBOA: 1º de Maio anarcosindicalista em #Lisboa | 15:30 – concentração no Rossio

Mais info: http://www.diarioliberdade.org/portugal/resenhas/48057-lisboa-1º-de-maio-anarcosindicalista.html

Evento: https://www.facebook.com/events/626616697423522/ 

PORTO: 10h30 | Encontro em frente à porta principal do Instituto de fotografia, na Cordoaria/ Campo dos Mártires da Pátria Trilha da memória Libertária (e do movimento operário) do Porto

15h30 | Pr. General Humberto Delgado (junto à CMPorto) Bancas Libertárias e Canções operárias libertárias

Via: SOV Porto / Ait-Sp

aqui: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=555786521204495&set=a.440006416115840.1073741829.434894793293669&type=1&theater

Sobre as origens do 1º de Maio, Dia de Luta: https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2013/04/28/2659/

(Porto) 1º de maio libertário


porto10,30H – Trilha da memória Libertária (e do movimento operário) do Porto – Encontro em frente à porta principal do Insituto de fotografia, na Cordoaria/ Campo dos Mártires da Pátria.

15,30H – Bancas Libertárias e Canções operárias libertárias na Pr. general Humberto Delgado, junto à CMPorto.

 https://www.facebook.com/224421014329849/photos/a.230709757034308.42310.224421014329849/516897068415574/?type=1&theater

(1º de Maio) Isto sim, era uma Central Sindical a sério: manifesto da C.G.T. contra a “glorificação” do dia do trabalhador


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Este manifesto da Confederação Geral do Trabalho, possivelmente de 1931, quando o regime fascista através de homens de mão pretendeu substituir o 1º de maio, dia de luta dos trabalhadores, por um dia de “glorificação do Trabalhador”, é um exemplo da combatividade da antiga Central Sindical anarco-sindicalista. Mesmo em regime de ditadura, sob o fascismo, na ilegalidade, a C.G.T. era uma voz forte, sem “paninhos quentes” na defesa dos trabalhadores. Uma voz que hoje, com um sindicalismo anémico, partidodependente, inconsequente e sem chama, fazia toda a falta e todo o sentido para conseguirmos inverter as cedências, os cortes, as derrotas a que temos estado sujeitos em Portugal nos últimos anos.

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A “Glorificação” do Trabalhador

Uma das farsas mais ignóbeis e hipócritas até hoje representadas pelos opressores e exploradores do povo

Das alfurjas reaccionárias do capitalismo espoliador, servidas pelos molossos e rafeiros duma imprensa imunda, surgiu a peregrina ideia da “Glorificação” do Trabalhador, espécie de mea culpa hipócrita de todos os bandidos que vivem à custa do esforço e miséria do proletariado.

Como os devotos, que depois duma existência de baixas infâmias e dos piores crimes, procuram iludir as aparências, doando à Igreja uma parte das suas rapinices, e que ela aceita gulosamente, absolvendo os repugnantes doadores, os inventores da já célebre “Glorificação” do Trabalhador, procuram lançar poeira aos olhos dos que trabalham, depois de terem exercido sobre eles uma exploração criminosa e despótica.

As forças vivas de braço dado com os altos dignatários da Igreja e do Estado, acolitados pela imprensa mercantilista, todos cúmplices na espoliação e tirania existentes, vão, sem dúvida, colocar no peito de alguns desgraçados velhos, de mistura com umas repugnantes migalhas, condecorações glorificadoras da miséria e do sofrimento que os têm torturado durante toda a sua vida.

(mais…)

Dois panfletos “situacionistas” de 1971 entre o material apreendido pela ex-pide/dgs


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Entre o muito material revolucionário apreendido pela antiga PIDE/DGS (entre 1912 e 1974), em que sobressai propaganda anarquista, anarcosindicalista, comunista e republicana, incluem-se dois folhetos (ambos editados em 1971) que se inserem na corrente  da “internacional situacionista” que desempenhou um papel importante na teorização da “sociedade do espectáculo” e na sublevação estudantil de Maio de 68 em França e que teve em Guy Debord e em Raoul Vaneigam dois dos seus nomes mais conhecidos. Um dos folhetos apresenta na primeira página uma imagem de um “bacanal” com as figuras de Bakunin e de Marx entre os corpos desnudos, cada qual com uma citação. Bakunin fala da festa que é a revolução. Marx elogia o espírito revolucionário de Bakunin. Na outra face da folha, sob a designação de “Instituto Português de Vandalismo Comparado/ Secção da Associação Internacional dos Trabalhadores” aparece um texto intitulado “A Marca nos Avelares” (uma referência clara a uma novela porno que circulava nos meios estudantis e entre os jovens operários) e “assinado” por Antero de Quental e por José Fontana, os “pais” da I Internacional em Portugal..

http://digitarq.dgarq.gov.pt/details?id=4376881

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O outro documento tem de um lado apenas escrita a palavra Menu e do outro um mesmo texto em francês e em português sobre a visita a Portugal do escritor surrealista  Julien Gracq, que em Março de 1971, em pleno marcelismo, proferiu em Coimbra uma conferência que terá sido interrompida por um grupo de jovens, “vindos propositadamente impedir o desenrolar desta escandalosa conferência”, diz o texto do panfleto que, a abrir, refere que “na tarde do dia 8 de Junho de 1971, três indivíduos apresentaram-se na rua de Grenelle, em casa do sr. Julien Gracq. Foi o próprio escritor a abrir, e encontrou-se imediatamente com a tromba besuntada com o conteúdo dum recipiente metálico que os visitantes lhe traziam. Recuo instinctivo, seguido dum grito de pasmo. Era merda, stricto sensu. Ao partir deixaram à laia de carta de visita esta simples frase: «Da parte dos nossos amigos de Portugal-Coimbra!»”

http://digitarq.dgarq.gov.pt/details?id=4376878

Nº 259 do jornal de expressão libertária “A Batalha”


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Acaba de sair a edição 259 (VI Série) do jornal “A Batalha”. O tema de capa tem a ver com a situação no país. “Portugal: fase terminal?”. De destacar nesta edição  uma entrevista ao espaço colectivo Regueirão dos Anjos 69; uma nota sobre o Congresso Operário de Tomar (1914), um artigo sobre Errico Malatesta; análise sobre a situação que se vive na Ucrânia e na Venezuela e o manifesto pró Federação Libertária de Educação (Brasil), entre outras matérias interessantes.

(Porto) Experiências educativas pós-25 de Abril


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Hoje, 27 de Abril, domingo, às 18h30, no Gato Vadio, Porto.

A Escola Viva (https://www.facebook.com/aescolaviva) em parceria com o ICE – Instituto de Comunidades Educativas (http://www.iceweb.org/) e a Associação Krizo (https://www.facebook.com/ajkrizo) organizam uma mesa-redonda sobre experiências educativas no período pós-25 de Abril, com Rui Trindade e Teresa Medina. 

(Lisboa) 1º de Maio anarcosindicalista, Rossio, 15,30H


1 de Maio

Primeiro de Maio: Dia Internacional dos Trabalhadores

Este é o dia em que se comemoram as lutas de todos os trabalhadores de todo o mundo. No entanto, que temos nós para comemorar? O aumento do desemprego? A facilidade dos despedimentos? O trabalho precário? As medidas de “austeridade”?
As confederações sindicais, organizadas segundo um sindicalismo burocrático, revelam ser incapazes de conduzir com sucesso a luta dos trabalhadores contra a classe capitalista que lucra com a nossa miséria.
São necessárias novamente as formas de luta que no passado conquistaram as 8 horas de trabalho, como a acção directa, o boicote, a greve, e a sabotagem. É necessário o sindicalismo revolucionário, organizado pelos trabalhadores de forma assembleária, que não se rende à vontade dos patrões, e que não pára até atingir o seu objectivo final: a emancipação dos trabalhadores.
Contra a “festa” da miséria! É preciso sair à rua, construir alternativas, recuperar as nossas vidas!
Juntem-se a nós. Com os vossos textos, imagens, música, ideias…

aqui: https://www.facebook.com/events/626616697423522/

(Porto) Projecto “Sem Quartel/Without Mercy” é hoje inaugurado na Gato Vadio


sem quartel

EXPOSIÇÕES, DEBATES, FILMES, PERFORMANCES E LANÇAMENTOS 
Organização: Sismógrafo em colaboração com Livraria Utopia, Gato Vadio,
Confederação e Rua do Sol 172
Inauguração: Sismógrafo, quinta, 24 de Abril, 22:00
Patente: de 24 Abril a 18 Maio de 2014

Na noite de 24 de Abril, pelas 22h, foi inaugurado no Sismógrafo, no Porto, o projecto “Sem Quartel / Without Mercy”. Trata-se de uma iniciativa colectiva com mais de sessenta participantes, que irão dar corpo a um programa através do qual se procura não só resgatar memórias, mas também revelar diferentes intensidades produzidas no presente. Exposições, um ciclo de cinema, conversas e performances constituem a essência das actividades, que irão desenvolver-se, até 18 de Maio, em colaboração com outros espaços da cidade: Confederação Círculo Católico Operário do Porto, Gato Vadio, Livraria Utopia e Rua do Sol 172.
A inauguração de “Sem Quartel / Without Mercy” irá acontecer em dias sucessivos no Sismógrafo, Livraria Utopia e Gato Vadio, revelando-se então os trabalhos, na sua maioria inéditos, de 45 artistas de diferentes gerações. A estes acrescentam-se cartazes e fotografias realizados durante o PREC e ainda uma mostra bibliográfica de publicações editadas entre 1974 e 1978. Um conjunto de conversas irá trazer para a actualidade histórias vividas durante a revolução, sublinhando-se ainda a forma como algumas das questões dessa época continuam na ordem do dia: do direito à habitação, à necessidade de uma reflexão acerca do destino da democracia, passando ainda por um debate em torno da noção de comunidade.
O programa de “sem quartel”, onde o poético e o político amiúde se encontram, inclui ainda uma sessão com vídeos realizados por artistas, encerrando com um ciclo de cinema, que irá decorrer de 15 a 18 de Maio, no qual serão apresentadas longas-metragens, documentários e filmes-ensaio. Este programa irá contar com a presença quer de realizadores – Saguenail, José Tavares –, quer de outros convidados – Edições Antipáticas, Júlio Henriques, Miguel Teotónio Pereira –, que irão comentar e debater o contexto em que as obras propostas foram produzidas.

aqui:http://ugosou.tumblr.com/post/83556274630/sem-quartel-without-mercy-um-projecto-colectivo-em

e aqui: http://gatovadiolivraria.blogspot.pt/