Dia: Maio 15, 2014

(ÉVORA) Trabalhadores da Kemet concentram-se esta 6ª feira na Praça do Giraldo


kemetSexta-feira, DIA 16 DE MAIO, PRAÇA DO GIRALDO, 20h30m

Os trabalhadores da Kemet Eletronics (alvo de um processo de despedimento colectivo de metade dos trabalhadores da fábrica em Évora) apelam à população do Distrito para se associar à concentração de protesto contra a intenção da administração da multinacional de deslocalizar o trabalho para as fábricas do México e China e de, por esse motivo, pretender despedir 127 trabalhadores. Durante a iniciativa terão lugar intervenções dos trabalhadores da Kemet, de Dirigentes Sindicais, de autarcas e de diferentes instituições de Évora. Contará, ainda, com espaços musicais em que participarão artistas da região que quiseram manifestar a sua solidariedade com os trabalhadores da Kemet e apoiar a sua luta contra os despedimentos e a deslocalização da produção.
Despedimento afeta toda a Região e coloca a empresa inviável economicamente
Pelo que a direção da kemet está a esconder os verdadeiros motivos do despedimento e ou prepara o encerramento da empresa, a venda ou escandalosamente com o apoio do governo, vários Ministérios, Dgert e ACT de Évora, despede 127 trabalhadores efetivos para os substituir por vinculos precários com salários mais baixos,
Pelo Direito ao Trabalho
Contra o Despedimento Coletivo na Kemet
Todos à Praça do Giraldo

aqui: https://www.facebook.com/ContraDespedimentoColectivoNaKemetDia14Dez

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2014/02/07/evora-kemet-ameaca-de-despedimento-colectivo-para-127-trabalhadores/

(Vila Nova de Famalicão) Conferência “O SINDICALISMO DURANTE O ESTADO NOVO (1926-1974)”


Sindicalismo Estado Novo_maio2014

Realiza-se amanhã, sexta-feira, 16 de Maio, no Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave, em Vila Nova de Famalicão as VI Conferências da Primavera, desta vez subordinadas ao tema O Sindicalismo Durante o Estado Novo (1926-1974).

Este colóquio conta com alguns dos reconhecidos investigadores no panorama da historiografia nacional dedicada ao sindicalismo conforme se pode verificar no programa que se apresenta abaixo, entre eles: Albérico AfonsoJoana Dias PereiraMaria Inácia RezolaAna Sofia FerreiraMaria João Raminhos DuarteJoão Madeira e José Manuel Lopes Cordeiro.

A participação é gratuita, mediante a inscrição através do E-mail: geral@museudaindustriatextil.org

Programa

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(Porto) Hoje na “Gato Vadio”, às 18,30H, conversa sobre educação com Eileen Adams


Adams

Encontro-conversa com Eileen Adams ( colega de trabalho de Colin Ward) hoje na Livraria “Gato Vadio” (Porto), às 18,30H.

Eileen Adams, professora, investigadora, e escritora, que trabalhou com Colin Ward, e cujas ideias anarquistas influenciaram profundamente a sua filosofia e prática educativa vem falar sobre o seu trabalho com Colin Ward e o o projecto Art and the Built Environment, que envolve arte, o desenho, a ecologia e a educação.

Colin Ward, recentemente falecido, foi o mais importante escritor e teórico anarquista britãnico dos últimos 100 anos. Os seus textos destacam-se sobretudo nas áreas de urbanismo e educação.

aqui: https://www.facebook.com/events/877597768932678/

http://www.theguardian.com/society/2010/feb/22/colin-ward-obituary

Eileen: http://www.eacfacfil.net/?p=1644

colin

(Évora) Esta quinta-feira na Casa da Zorra, “O Fantasma da Liberdade”, de Luis Buñuel


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É um grande cinema, anarquista e libertário, que continua atual e pulsante, mesmo em tempo tão conformista como o nosso. Talvez , por isso mesmo esteja vivo como nunca – porque nos obriga a reler um presente medíocre a contrapelo, a partir do seu contrário”. (aqui)

Continua na Casa da Zorra o ciclo dedicado a Luis Buñuel. Depois de “O Charme Discreto da Burguesia” e da “Via Láctea”, está marcada para hoje, às 22H, a passagem do filme “O fantasma da liberdade” Várias situações independentes sucedem-se, num filme episódico, sempre ligadas por um dos personagens. Mais uma parceria entre Luis Buñuel e Jean-Claude Carrière. Uma trama surreal e livre, uma sátira onírica e “non-sense”, na qual o director apela para a total inversão de valores no ataque à religião, à pátria e à família. O humor é erótico e violento. Para públicos específicos. Uma das obras mais características de um director amaldiçoado pela igreja. Sem dúvida, mais uma obra-prima surrealista. A não perder!