Dia: Maio 22, 2014

(6ª e sábado) Jornadas Feministas ‘Sem Panos Quentes’


jornadas feministas

Sexta e sábado no Centro Social e Cultural Laranjinha- Massamá-Barcarena

Depois de um tempo de trabalho colectivo na organização das Jornadas Feministas SEM PANOS QUENTES, este grupo de mulheres formalizou-se no colectivo feminista A MATILHA.A (in)consciência da dimensão e da profundidade das raízes de uma sociedade patriarcal dentro de todxs nós, fez borbulhar a vontade de um grupo de mulheres se juntar e organizar umas JORNADAS FEMINISTAS. Um espaço para a formação e partilha; discussão, conversa e convívio. Questionar, desconstruir e construir.

Programa

23 de Maio (Sexta-Feira)

13.00H – Almoço

15.00H – Introdução às Jornadas

16.00H – Autodefesa feminista

20.00H – Jantar

22.00H – Pornosoutras (filme e debate)

Jogos e dinâmica de grupo

cartaz_programa

24 de Maio (Sábado)

9.15H – Pequeno Almoço

10.30H – O Romântico Também É Político (Dinâmicas e Debate)

15.00H – Introdução à Parte Mista – Grandes e Curtas Feministas

17.00H – Muitas Opressões, Mais Formas de Libertação (workshop)

20.00H – Jantar

23.00H – Festa

Panelas Depressão

Djane Cadela Sem Trela

não e não

aqui: https://www.facebook.com/events/509140779214631/

http://www.sempanos.blogspot.pt/

https://www.facebook.com/sempanos.quentes

Um discurso um abraço/mais um aperto de mão/o teatro está montado/abriu a caça ao parvalhão


(…) Os doutores inauguram
vão a mercados vão a feiras
tiram a gravata
escondem as peneiras
um discurso um abraço
mais um aperto de mão
o teatro está montado
abriu a caça ao parvalhão (…)
.

Se vives da política
de tachos, de votos, eleições
apregoas a desgraça
mas vives em grandes mansões
dizes que em tempo de crise
há que apertar o cinto
mas vais a jantaradas regadas
com champanhe e vinho tinto (…)

(Évora) Câmara de Évora tem acompanhado o processo do “fecho de caminho público” e amanhã vai mediar reunião entre “as partes interessadas”


Capturar

Recebemos na caixa de comentários do post que publicámos recentemente “(ÉVORA) PROPRIETÁRIO DE HERDADE FECHA CAMINHO PÚBLICO MILENAR” o relato da intervenção da Câmara Municipal de Évora em todo este processo através da técnica da CME, Margarida Fernandes, que dá também conta de que para amanhã está agendada uma outra reunião entre “as partes interessadas”.

Meus amigos, antes de publicar ou “gostar” de qualquer coisita seria bom tentar saber se não contêm mentiras. De há alguns meses a esta parte, por dever de ofício tenho informação privilegiada sobre este assunto e passo a dá-la:

1- É verdade que os proprietário fecharam o caminho e julgo que nalguns troços já o destruiram;

2- Logo que foram recebidas na CME as reclamações dos caminheiros e cicloturistas procurou-se um uma forma de classificar estes caminhos como públicos. Pois… a lei mudou, como muitas outras neste país, a desfavor do interesse público. Dantes as autarquias declaravam públicos os caminhos e depois quem se achasse prejudicado ia para os tribunais fazer prova do seu prejuízo, entretanto (normalmente muitos anos) o caminho continuava público. Agora, mal haja uma contestação da decisão de classificação, o caminho continua fechado e privado até as autarquias fazem prova e o tribunal decidir do contrário (anos).

3 – Entretanto a CME promoveu uma reunião com os proprietários para encontrar uma solução. Foi manifestada alguma disponibilidade para “mudar” o caminho para a estrema das propriedades desde que a CME o vedasse o que custava mais 30000€. Obviamente que ninguém entenderia que a autarquia gastasse esse dinheiro em propriedade privada quando ele não chega para tratar o espaço público.

4 – De seguida realizou-se, por iniciativa da CME uma reunião com quem tinha reclamado e por sugestão destes,amanhã, dia 23 acontecerá, medeada pela CME, uma reunião entre as partes interessadas. Esta é a verdade.

Margarida Fernandes – técnica da CME

(Évora) Mais uma quinta-feira com Luís Buñuel na ‘Casa da Zorra’


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Adaptação do romance do anarquista francês Octave Mirbeau, anteriormente filmado por Jean Renoir em Hollywood (“Diary Of a Chambermaid”, 1946). Buñuel filmou “Le Journal D”une Femme de Chambre” em França, transpondo a acção de 1900 para os anos 30 e concentrou os vários episódios do livro numa só casa. Por sua conta, inventou as personagens do velho fetichista e da criança assassinada. A perversidade, o bestiário e o fetichismo são as pedras basilares do filme de Buñuel.