(Évora) Câmara de Évora tem acompanhado o processo do “fecho de caminho público” e amanhã vai mediar reunião entre “as partes interessadas”


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Recebemos na caixa de comentários do post que publicámos recentemente “(ÉVORA) PROPRIETÁRIO DE HERDADE FECHA CAMINHO PÚBLICO MILENAR” o relato da intervenção da Câmara Municipal de Évora em todo este processo através da técnica da CME, Margarida Fernandes, que dá também conta de que para amanhã está agendada uma outra reunião entre “as partes interessadas”.

Meus amigos, antes de publicar ou “gostar” de qualquer coisita seria bom tentar saber se não contêm mentiras. De há alguns meses a esta parte, por dever de ofício tenho informação privilegiada sobre este assunto e passo a dá-la:

1- É verdade que os proprietário fecharam o caminho e julgo que nalguns troços já o destruiram;

2- Logo que foram recebidas na CME as reclamações dos caminheiros e cicloturistas procurou-se um uma forma de classificar estes caminhos como públicos. Pois… a lei mudou, como muitas outras neste país, a desfavor do interesse público. Dantes as autarquias declaravam públicos os caminhos e depois quem se achasse prejudicado ia para os tribunais fazer prova do seu prejuízo, entretanto (normalmente muitos anos) o caminho continuava público. Agora, mal haja uma contestação da decisão de classificação, o caminho continua fechado e privado até as autarquias fazem prova e o tribunal decidir do contrário (anos).

3 – Entretanto a CME promoveu uma reunião com os proprietários para encontrar uma solução. Foi manifestada alguma disponibilidade para “mudar” o caminho para a estrema das propriedades desde que a CME o vedasse o que custava mais 30000€. Obviamente que ninguém entenderia que a autarquia gastasse esse dinheiro em propriedade privada quando ele não chega para tratar o espaço público.

4 – De seguida realizou-se, por iniciativa da CME uma reunião com quem tinha reclamado e por sugestão destes,amanhã, dia 23 acontecerá, medeada pela CME, uma reunião entre as partes interessadas. Esta é a verdade.

Margarida Fernandes – técnica da CME

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2 comments

  1. Aguardemos então, é uma grande injustiça oq ue foi feito, com ou sem razão é injusto, decerto se poderia ter arranjado uma solução optima para todos.
    Estou mt crédulo quanto a este asusnto, mas aguardemos.
    Obrigado pela disponibilidade da CME para tentar “remedias” esta situação.

  2. A senhora técnica da CME é uma burra e retrograda…cabe ás assembleias de freguesia definir os caminhos rurais públicos! Estas merdas na minha opinião devem começar a ser resolvidas a tiro…

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