Dia: Maio 23, 2014

Agenda alternativa para este sábado (Massamá, Porto, Lisboa, Algés, Almada…)


(Massamá-Barcarena) Centro Social e Cultural Laranjinha, 9H

jornadas feministas

2º Dia das Jornadas Feministas “Sem Panos Quentes”

24 de Maio (Sábado)

9.15H – Pequeno Almoço

10.30H – O Romântico Também É Político (Dinâmicas e Debate)

15.00H – Introdução à Parte Mista – Grandes e Curtas Feministas

17.00H – Muitas Opressões, Mais Formas de Libertação (workshop)

20.00H – Jantar

23.00H – Festa

Panelas Depressão

Djane Cadela Sem Trela

https://www.facebook.com/sempanos.quentes

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(Porto) Praça Marquês de Pombal, 15H

monsanto

Marcha Global contra a Monsanto

PERCURSO:
15h00 – Na Praça Marquês de Pombal
http://binged.it/12Lj8Cs
Saída: Marquês de Pombal
Passando por: Rua Santa Catarina – Rua Sá da Bandeira – Praça D. João I
Chegada: Avenida dos Aliados

https://www.facebook.com/events/1468119300085814/

 

(Lisboa) Largo de Camões, 15H

monsanto

Marcha Global contra a Monsanto

Queremos:
-apoios coerentes para a Agricultura em pequena escala
-Liberdade da Semente
-não ser expulsos de terrenos abandonados por ocupar com hortas
-defesa dos consumidores e não dos lucros
-Transparencia
-Menos burocracia nos processos “democráticos”

Contra:
-a privatização das sementes
-a concentração que há neste mercado,
-a diminuição de direitos dos agricultores (quem nos dá alimento!)
-o TTIP e o seu impacto quanto à soberania alimentar e a fragilização das normas europeias quanto aos químicos e tóxicos utilizados em tratamentos

Haverá novamente troca de sementes, jardinagem de guerrilha e no dia 25 uma workshop sobre a conservação das sementes organizada pela página (enviar mensagem ou e-mail para inscrição)

O TTIP (Parceria Transatlântica para o Comércio e Investimento) entre UE e EUA, visa harmonizar os regulamentos Europeus e Americanos (certamente não ficaremos melhor se este tratado for em frente, pretendem que seja finalizado em 2015 e 2016, irá ter um impacto em toda esta área e também no resto do mundo). Ver artigos do Corporate European Observatory para comprovar a sua falta de transparência, os seus métodos anti-democráticos e a sua agenda anti.humanitária

https://www.facebook.com/events/685023721555788/

 

(Algés) Fábrica de Alternativas, 18,30H

fabrica
Debate libertário “Anarquismo ou Anarquismos? Socialismo, utopia e revolução”

18H30 Filme “Land and Freedom de Ken Loach
20H30 Jantar
21H30 Debate libertário “Anarquismo ou Anarquismos? Socialismo, utopia e revolução”

As ideias fundamentais do anarquismo não se reflectem numa ideologia homogénea. Por essa razão, a diversidade de correntes ideológicas que se aproximam do anarquismo são distintas quanto aos meios e fins sociais que pretendem alcançar. Propõe-se introduzir e debater as diferentes linhas de pensamento que opõem comunitaristas a individualistas ou comunistas a colectivistas, partilhando, contudo, a negação do Estado como condição exigível para a realização de uma nova sociedade.

https://www.facebook.com/events/872250959455626/

 

(Almada)  Centro de Cultura Libertária, 20H

cozinhacomunitaria

Inserido nas comemorações dos 40 anos do CCL, Jantar de apresentação da Cozinha Comunitária das Terras da Costa

Sábado, 24 de Maio, pelas 20 horas, no Centro de Cultura Libertária

Jante à conversa com os moradores, arquitectos e mediadores, contribuindo assim para a continuação da construção da Cozinha Comunitária.

http://culturalibertaria.blogspot.pt/2014/05/24-de-maio-jantar-e-apresentacao-da.html

 

(Lisboa) BOESG, 20H

Livro Mes Maio (3)
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Jantar e conversa sobre o  Livro do mês – “A contínua atracção do nacionalismo.” de Fredy Perlman
A crise económica do final da década passada libertou, mais uma vez, o espectro do nacionalismo. Ele reapareceu em força em vários países europeus através de representantes e movimentos  políticos de várias tendências que prometiam lutar contra os efeitos da liberalização dos mercados. O nacionalismo aparece sempre como arma de unidade identitária e é sob a sombra de uma  bandeira nacional que as pessoas se tendem a unir numa causa comum. Esse fenómeno foi  descrito por Fredy Perlman em “A contínua atracção do nacionalismo”, fazendo uma análise  histórica sobre como o nacionalismo, sob falsos pretextos identitários e promessas revolucionárias,  foi sempre um motor histórico do capitalismo, trazendo às costas uma enorme bagagem de atrocidades.  E é partir dele que pretendemos gerar um debate crítico sobre o nacionalismo.

(Eleições) As urnas não podem separar aqueles que a rua já uniu!


Publicação2

Não vão ser as urnas a separar-nos!

Desde sempre os anarquistas recusam ao sistema eleitoral as virtualidades que os chamados democratas lhe atribuem. Consideramos que o sistema representativo limita a democracia e apenas serve os interesses instalados dos políticos profissionais. Desde sempre que consideramos que não é através da tomada das funções do Estado que construímos uma sociedade nova, sem explorados nem exploradores, mas sim através da sua destruição.

No entanto para nós, anarquistas, não existem dogmas absolutos. Se há trabalhadores que ainda consideram que devem exercer o seu direito ao voto devem fazê-lo, votando em quem entendam. Nós somos pela liberdade – e a liberdade de voto é algo que defendemos integralmente– mesmo não a exercendo.

No fascismo e nas ditaduras comunistas o voto nunca é livre. É proibido. A liberdade de expressão e de escolha também. Nós somos a favor duma e doutra em todas as condições. E não vamos deixar que uma urna nos separe, a nós trabalhadores que não votamos, daqueles que votam.

Que cada qual exerça o seu direito como entender. Trata-se de um direito – nunca de um dever. E os direitos são para usarmos quando e se quisermos usá-los.

Viva a anarquia! As urnas não podem separar aqueles que a rua já uniu!

Grupo Kronstadt

22/5/2014

(recebido por email, com pedido de publicação)

(Porto) Contra a Monsanto, “Sementes da Liberdade”


sementes de liberdade

Sexta-feira, 23 de Maio, 21:30H, na Gato Vadio (Porto)

Esta noite, na véspera das manifestações globais contra a Monsanto (e que também vão acontecer em Lisboa e no Porto) a livraria/bar “Gato Vadio” vai passar o filme ” Sementes da Liberdade”.

Projeção/Debate do documentário “Seeds of Freedom”
(Sementes deaLiberdade)
Realização de Jess Phillimore
Locução de Jeremy Irons
Esta co-produção da Rede Africana de Biodiversidade (African Biodiversity Network) e da Fundação Gaia (The Gaia Foundation), consegue juntar um coro de vozes que
atravessa o mundo, e se manifesta contra o impacto dos Organismos Geneticamente Modificados (OGM) e da agricultura industrial na biodiversidade e no modo de vida dos agricultores.
A história do cultivo da semente transformou-se numa história de perda, de controlo, de dependência e de ívida. Foi escrita por aqueles que querem obter lucros descomunais a partir do nosso sistema alimentar, independentemente das consequências e do custo real sobre as nossas vidas.

Está na hora de mudar a história…

aqui https://www.facebook.com/events/750369484983705/?ref_newsfeed_story_type=regular&source=1

monsanto

Marcha Global contra a Monsanto – Dia 24 de Maio

Porto: https://www.facebook.com/events/1468119300085814/

Lisboa: https://www.facebook.com/events/685023721555788/

(Textos) Dois socialismos, por Ernest Lesigne


anarquismo-no-mundo-10

“Há dois Socialismos.
Um é comunista, o outro é solidário.
Um é ditatorial, o outro libertário.
Um metafísico, o outro positivo.
Um é dogmático, o outro científico.
Um é emocional, o outro reflexivo.
Um é destrutivo, o outro construtivo.
Ambos são pelo máximo bem-estar possível para todos.
Um procura estabelecer a felicidade para todos. O outro procura ser capaz de fazer feliz cada um à sua maneira.
O primeiro considera o Estado como uma sociedade sui generis, de uma essência especial,
o produto de uma espécie de direito divino à parte e por cima de toda a sociedade
com direitos especiais e com direito a uma obediência especial;
o segundo considera o Estado como uma associação como qualquer outra, geralmente pior conduzida do que as outras.
O primeiro proclama a soberania do Estado, o segundo não reconhece qualquer espécie de soberania.
Um ambiciona todos os monopólios controlados pelo Estado;
o outro deseja a abolição de todos os monopólios.
Um deseja que a classe governada se converta em classe governante;
o outro deseja a desaparição de todas as classes.
Ambos declaram que o estado de coisas actual não pode perdurar.
O primeiro considera as revoluções como os agentes indispensáveis da evolução;
o segundo mostra que a repressão por si só converte as evoluções em revoluções.
O primeiro tem fé num cataclismo.
O segundo sabe que o progresso social é o resultado do livre jogo dos esforços individuais.
Ambos compreendem que estamos a entrar numa nova fase histórica.
Um deseja que não haja senão proletários.
O outro deseja que não haja mais proletários.
O primeiro deseja tomar tudo para todos.
O outro deseja que cada qual tenha o que lhe pertence.
O primeiro deseja que todos sejam expropriados.
O outro deseja que todos sejam proprietários.
O primeiro diz: “Faz como o governo quer”.
O segundo diz: “Faz como achares melhor”.
O primeiro ameaça com o despotismo.
O outro promete liberdade.
O primeiro faz de cada cidadão um súbdito do Estado;
o segundo faz do Estado um empregado do cidadão.
Um proclama que o sofrimento dos trabalhadores é necessário para que nasça um mundo novo.
O outro declara que o progresso real não causará sofrimento a ninguém.
O primeiro tem confiança na guerra social.
O outro acredita nas obras da paz.
Um aspira a comandar, regular, legislar.
O outro deseja que exista um mínimo de comando, regulação, legislação.
Um será seguido pela mais atroz das reacções.
O outro abre horizontes ilimitados de progresso.
O primeiro fracassará, o outro triunfará.
Ambos desejam igualdade.
Um fazendo baixar as cabeças que sobressaiam muito alto.
O outro elevando as cabeças que estejam muito em baixo.
Um procura a igualdade sob um jugo comum.
O outro assegurará a igualdade em completa liberdade.
Um é intolerante, o outro tolerante.
Um assusta, o outro reconforta.
Um deseja dar instruções a todos.
O segundo deseja que cada um se instrua a si próprio.
O primeiro deseja sustentar todos.
O segundo deseja que cada qual seja capaz de sustentar-se a si próprio.
Um diz:
A terra para o Estado.
A mina para o Estado.
A ferramenta para o Estado.
A produção para o Estado.
O outro diz:
A terra para o agricultor.
A mina para o mineiro.
A ferramenta para o trabalhador.
A produção para o produtor.
Há só esses dois Socialismos.
Um é a infância do Socialismo; o outro a sua maturidade.
Um já é passado; o outro é o futuro.
Um dará lugar ao outro.
Hoje cada um de nós deve escolher um ou outro desses dois Socialismos, ou confessar que não é Socialista”.

Ernest Lesigne (publicado no “Le Radical”)

Aqui: http://drapeaunoir.blogspot.pt/

Também aqui (vesrão brasileira): http://aesquerdalibertaria.blogspot.pt/2013/07/socialismo-de-estado-e-anarquismo-ate.html#.U38U3PldVlw

COMUNICADO CASA VIVA: Faixas há muitas (vidros é que é fodido)


A faixa “Ser escravas para sobreviver, ide-vos foder”, exposta durante 38 horas na fachada da Casa Viva, afinal não foi censurada por decisão policial. De facto, a PSP só lá estaria para garantir que tudo decorresse sem incidentes. E os bombeiros actuavam a mando da Câmara Municipal do Porto. Ninguém no-lo disse. Soubemo-lo através duma notícia da Lusa. Acabámos por nem perceber o que por lá fazia a Polícia Municipal.

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