Agenda alternativa para este sábado (Massamá, Porto, Lisboa, Algés, Almada…)


(Massamá-Barcarena) Centro Social e Cultural Laranjinha, 9H

jornadas feministas

2º Dia das Jornadas Feministas “Sem Panos Quentes”

24 de Maio (Sábado)

9.15H – Pequeno Almoço

10.30H – O Romântico Também É Político (Dinâmicas e Debate)

15.00H – Introdução à Parte Mista – Grandes e Curtas Feministas

17.00H – Muitas Opressões, Mais Formas de Libertação (workshop)

20.00H – Jantar

23.00H – Festa

Panelas Depressão

Djane Cadela Sem Trela

https://www.facebook.com/sempanos.quentes

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(Porto) Praça Marquês de Pombal, 15H

monsanto

Marcha Global contra a Monsanto

PERCURSO:
15h00 – Na Praça Marquês de Pombal
http://binged.it/12Lj8Cs
Saída: Marquês de Pombal
Passando por: Rua Santa Catarina – Rua Sá da Bandeira – Praça D. João I
Chegada: Avenida dos Aliados

https://www.facebook.com/events/1468119300085814/

 

(Lisboa) Largo de Camões, 15H

monsanto

Marcha Global contra a Monsanto

Queremos:
-apoios coerentes para a Agricultura em pequena escala
-Liberdade da Semente
-não ser expulsos de terrenos abandonados por ocupar com hortas
-defesa dos consumidores e não dos lucros
-Transparencia
-Menos burocracia nos processos “democráticos”

Contra:
-a privatização das sementes
-a concentração que há neste mercado,
-a diminuição de direitos dos agricultores (quem nos dá alimento!)
-o TTIP e o seu impacto quanto à soberania alimentar e a fragilização das normas europeias quanto aos químicos e tóxicos utilizados em tratamentos

Haverá novamente troca de sementes, jardinagem de guerrilha e no dia 25 uma workshop sobre a conservação das sementes organizada pela página (enviar mensagem ou e-mail para inscrição)

O TTIP (Parceria Transatlântica para o Comércio e Investimento) entre UE e EUA, visa harmonizar os regulamentos Europeus e Americanos (certamente não ficaremos melhor se este tratado for em frente, pretendem que seja finalizado em 2015 e 2016, irá ter um impacto em toda esta área e também no resto do mundo). Ver artigos do Corporate European Observatory para comprovar a sua falta de transparência, os seus métodos anti-democráticos e a sua agenda anti.humanitária

https://www.facebook.com/events/685023721555788/

 

(Algés) Fábrica de Alternativas, 18,30H

fabrica
Debate libertário “Anarquismo ou Anarquismos? Socialismo, utopia e revolução”

18H30 Filme “Land and Freedom de Ken Loach
20H30 Jantar
21H30 Debate libertário “Anarquismo ou Anarquismos? Socialismo, utopia e revolução”

As ideias fundamentais do anarquismo não se reflectem numa ideologia homogénea. Por essa razão, a diversidade de correntes ideológicas que se aproximam do anarquismo são distintas quanto aos meios e fins sociais que pretendem alcançar. Propõe-se introduzir e debater as diferentes linhas de pensamento que opõem comunitaristas a individualistas ou comunistas a colectivistas, partilhando, contudo, a negação do Estado como condição exigível para a realização de uma nova sociedade.

https://www.facebook.com/events/872250959455626/

 

(Almada)  Centro de Cultura Libertária, 20H

cozinhacomunitaria

Inserido nas comemorações dos 40 anos do CCL, Jantar de apresentação da Cozinha Comunitária das Terras da Costa

Sábado, 24 de Maio, pelas 20 horas, no Centro de Cultura Libertária

Jante à conversa com os moradores, arquitectos e mediadores, contribuindo assim para a continuação da construção da Cozinha Comunitária.

http://culturalibertaria.blogspot.pt/2014/05/24-de-maio-jantar-e-apresentacao-da.html

 

(Lisboa) BOESG, 20H

Livro Mes Maio (3)
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Jantar e conversa sobre o  Livro do mês – “A contínua atracção do nacionalismo.” de Fredy Perlman
A crise económica do final da década passada libertou, mais uma vez, o espectro do nacionalismo. Ele reapareceu em força em vários países europeus através de representantes e movimentos  políticos de várias tendências que prometiam lutar contra os efeitos da liberalização dos mercados. O nacionalismo aparece sempre como arma de unidade identitária e é sob a sombra de uma  bandeira nacional que as pessoas se tendem a unir numa causa comum. Esse fenómeno foi  descrito por Fredy Perlman em “A contínua atracção do nacionalismo”, fazendo uma análise  histórica sobre como o nacionalismo, sob falsos pretextos identitários e promessas revolucionárias,  foi sempre um motor histórico do capitalismo, trazendo às costas uma enorme bagagem de atrocidades.  E é partir dele que pretendemos gerar um debate crítico sobre o nacionalismo.
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