(Porto, Lisboa, Cacilhas, Algés) Agenda alternativa para este sábado


Gato Vadio (Porto) 17Hunnamed (1)

LUÍS ANTUNES PENA

[n. 1973], é o compositor que se mostra na 3.ª sessão das Conversas com Compositores Portugueses Contemporâneos.

Centro Mário Dionísio, Lisboa, 17,30H

prisões

Debate “Violência nas prisões”

organização: UNIPOP e revista imprópria

Com a participação de:

Mariana Carrolo – doutoranda em História da Arte Contemporânea na FCSH-UNL, com uma tese subordinada ao tema «Arquitectura Prisional Portuguesa: Forma, Experiência e Representação do Espaço. O Estabelecimento Prisional de Monsanto». Membro convidado do Instituto de História de Arte (IHA) da FCSH-UNL. Lecciona no estabelecimento prisional de Monsanto desde 2009.

António Dores – professor no departamento de Sociologia do ISCTE e investigador do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES). Membro da Associação Contra a Exclusão pelo Desenvolvimento (ACED). Co-fundador do Grupo de Intervenção nas Prisões (GIP).

Vera Silva – mestre em Antropologia Social e Cultural pela Universidade de Coimbra. Actualmente doutoranda em Antropologia Social e Cultural na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

Temas das intervenções:
António Dores – ‘A celebração das resistências às prisões políticas nas masmorras da democracia (Monsanto: uma prisão de alta segurança)’

Mariana Carrolo – ‘Entre o discurso e a arquitectura – e a dinâmica do Lugar. A experiência na prisão de Monsanto’

Vera Silva – ‘Controlo e punição: as prisões para as mulheres’

A prisão enquanto figura de um poder normativo encontra-se no lugar complexo de entrelaçamento de um sistema carcerário e um sistema penal que juntam na sua estrutura discursos e arquitecturas, regulamentos coercitivos e argumentos científicos, efeitos sociais reais e utopias invencíveis. Na actualidade, a necessidade cada vez maior de segurança no quotidiano parece estranhamente compatível com a denúncia politicamente correcta das condições carcerárias inumanas. Um debate efectivo acerca dos métodos de punição e dos espectros da violência nas prisões (tortura, violação, maus tratos, fome, sobrelotação) vê-se constantemente adiado e escamoteado pelo discurso emocional da segurança dos cidadãos.

Mas como discutir as atrocidades que acontecem nas «câmaras escuras» deste mecanismo que perpetua em silêncio uma «ilegalidade institucionalizada»? Como denunciar a violência que aí fica entregue à opacidade? Como operar no seu interior se estamos condenados a habitar a sua exterioridade? Como não subestimar a capacidade de mutação das prisões, se estamos a ser confrontados com a ilusão da sua perenidade, da sua evidência?

Tendo como principal objectivo lançar uma discussão sobre o tema da violência nas prisões, procuraremos discutir a prisão enquanto dispositivo de controlo mais amplo. Trata-se de pensar a sua dimensão histórica e social, bem como problematizar a própria lógica de monopólio da violência por parte do Estado.

https://www.facebook.com/events/710677352327706/?ref=3&ref_newsfeed_stor…

Centro de Cultura Libertária (Cacilhas), 17,30H

nacionalismoPerlman

Círculo de leituras anárquicas: “A contínua atracção do nacionalismo” de Fredy Perlman

17h30 – Círculo de leituras anárquicas: “A contínua atracção do nacionalismo” de Fredy Perlman

20h00 – Jantar vegetariano

Uma vez por mês, juntamo-nos em torno de textos que nos despertaram o interesse, partilhamos leituras e debatemos ideias. Os círculos de leituras anárquicas não são apresentações de livros, são um espaço de partilha e debate em que todos podem participar, mesmo que ainda não tenham lido o texto.
Este mês discutimos “A contínua atracção do nacionalismo” de Fredy Perlman. Este texto está disponível em português na livraria do CCL, por 1 euro, e em pdf aqui:http://document.li/pSml
“O nacionalismo foi declarado morto por diversas vezes durante o presente século (…) Contudo, quarenta anos depois da derrota militar dos fascistas e nacional-socialistas, podemos ver que o nacionalismo não só sobreviveu como renasceu, sofreu um revivalismo. O nacionalismo foi ressuscitado não só pela chamada direita, mas também, principalmente, pela chamada esquerda.(…)

Os esquerdistas ou revolucionários nacionalistas insistem que o seu nacionalismo não tem nada em comum com o nacionalismo dos fascistas e dos nacional-socialistas, que o seu é um nacionalismo dos oprimidos que oferece uma libertação pessoal e também cultural. (…)

Para desafiar essas reivindicações, necessito questionar o que é o nacionalismo – não apenas o novo nacionalismo revolucionário, mas também o antigo nacionalismo conservador.”
Fredy Perlman, “A contínua atracção do nacionalismo” (1984)

Fábrica de Alternativas, Vila Madalena, Algés, 19H

pah

A PAH (Plataforma de Afectados pela Hipoteca) é uma plataforma que surgiu há aproximadamente cinco anos atrás em Espanha e tem levado a cabo uma luta aguerrida pelo direito à habitação. Possuí uma forte ligação aos bairros, mas também se coordena a nível nacional. Usando formas múltiplas de agir, que passam por impedir despejos para ganhar tempo para renegociar com os bancos, imobiliárias ou câmaras, até a ocupações de blocos de apartamentos inteiros por famílias desalojadas, a PAH já conseguiu impedir mais de 1000 despejos e realojar outras tantas pessoas. Ainda assim há muito por fazer: estima-se quem em 2013 foram despejadas 184 pessoas por dia. Pretende-se agora lançar em Portugal uma iniciativa que aprenda com a experiência da PAH para levar a cabo o mesmo combate agressivo. Não só é uma luta que pode ser unificadora para vários sectores, ajudando a construir pontes, como também se está a tornar urgente com as recentes alterações devastadores nas leis que regulam a habitação e aluguer. Desta forma lançaram-se alguns jantares benefit procurando trazer cá alguns elementos da PAH que possam informar da sua forma de organização e estratégias utilizadas de forma a tornar possível a construção deste projecto, desta luta
Em Algés acontece este Sábado na Fábrica de Alternativas no próximo Sábado dia 31 pelas 19 Horas, iniciando-se com um pequeno debate sobre o tema da habitação seguido de jantar.
Pelo direito à habitação, contra os despejos e a ganancia dos grandes bancos e da especulação imobiliária, aparece, debate e ajuda esta luta. Contamos contigo contamos com todos.

Gato Vadio (Porto), 21,30H

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LABOULE

um projecto de guitarra solo electro-acústico
LABOULE é Paolo Novellino: nascido em Milão em 1984 e criado em Valtellina, entre montanhas e árvores.
Guitarrista por formação e poli-instrumentista por necessidade, com desejo por aventuras, passou muito tempo no vale explorando a guitarra e fundando diversas bandas como um poli-instrumentista.
Vem ao Porto participar no Serralves em Festa e dá um pulinho ao nosso espaço para tocar num ambiente mais acolhedor. Como sempre, entrada livre!
*
PS: Se a informação de acontecimentos na tua zona ou no teu colectivo não consta desta agenda podes enviar informação para colectivolibertarioevora@gmail.com
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