Este sábado na zona de Lisboa


MANI INTERNACIONALConcentração em Lisboa às 17 H junto ao Consulado Espanhol, Rua do Salitre, 1

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A luta social não é um delito

Dirigimo-nos a vocês para vos lançar uma proposta de mobilização a nível estatal e internacional para o dia 28 de Junho com o lema: A luta social não é um delito, frente à repressão, solidariedade!!!

A repressão do Estado espanhol às lutas sociais chegou a níveis próprios de regimes autoritários. Por isso, a colaboração e organização entre tod@s e a demonstração de  solidariedade são mais necessárias que nunca.

No estado espanhol, durante os últimos anos, a repressão aos movimentos sociais passou de multar as pessoas por participar em protestos sociais, a metê-las na prisão pelo mesmo motivo. Tudo num contexto de precariedade e cortes para a população e umas reformas legislativas do governo orientadas para acabar com a luta social (a lei de Segurança Cidadã, a reforma do Código Penal, a Lei de taxas Judiciais, etc.). E não o podemos permitir.

Fazemos uma chamada para que saiamos à rua no maior número possível de cidades no dia 28 de Junho em protesto contra esta situação de repressão e injustiça. Em muitas cidades estamo-nos a  organizar para responder a esta situação de forma pontual, mas agora mais que nunca é  imprescindível que nos juntemos nesta luta, porque a repressão é comum a todos e também  será a nossa frente. Unamos o nosso caso particular aos demais para que sejamos mais fortes nesse dia.

Em Granada são o Carlos e a Carmen que vão entrar na prisão por participarem num piquete informativo do 15 de Maio; na Galiza, Ana e Tamara ou Serafim e Carlos encontram-se na mesma situação;  igualmente Koldo em La Rioja e muitas outras pessoas nos vários territórios do Estado. E não nos esqueçamos dos companheiros que estão em prisão preventiva, sem terem sido julgados, como Miguel  e Isma em Madrid, ou Sergi em Barcelona (recentemente preso na sequência dos protestos de  Barcelona contra o despejo de Can Vies). Por todas estas pessoas, saiamos esse dia.

A nível internacional, convocamo-vos também para a mobilização em frente às embaixadas e consulados espanhóis, para que se oiça em todos os sítios a nossa repulsa contra a  repressão do Estado espanhol aos movimentos sociais.

No grupo Stop Represión Granada, elaborámos já um manifesto e um cartaz para não vos  sobrecarregarmos com trabalho e para que tudo seja mais rápido e eficaz (em breve vos mandaremos esse material). Se bem que, claro, em cada local são livres de decidir o que levar.

Para saber que cidades apoiam, pedimos que enviem ao correio do grupo –stoprepresion.acampadagranada@gmail.com – uma mensagem com o assunto “APOYO  MOVILIZACIÓN 28 J”, para que possamos elaborar um documento com todas as cidades que  apoiam e poder ir atualizando-o.

Sem mais, saudações carregadas de força. Esperamos a vossa resposta.

A REPRESSÃO NAO PODERÁ PARAR A NOSSA VONTADE DE LUTAR

A LUTA SOCIAL NÃO É UM DELITO

CONTRA A REPRESSÃO, SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL!!!

PEL@S NOSS@S COMPANHEIR@S DETID@S, ACUSAD@S E PRES@S

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2014/06/04/solidariedade-organizar-a-resposta-internacional-a-repressao-no-estado-espanhol-para-o-dia-28-de-junho/

malatesta01-1

No Centro de Cultura Libertária, em Cacilhas.

17.30 – Círculo de leituras anárquicas: “Errico Malatesta e a violência revolucionária” de Alfredo M. Bonanno

20.00 – Jantar vegetariano

Uma vez por mês, juntamo-nos em torno de textos que nos despertaram o interesse, partilhamos leituras e debatemos ideias. Os círculos de leituras anárquicas não são apresentações de livros, são um espaço de partilha e debate em que todos podem participar, mesmo que ainda não tenham lido o texto.

Este mês o texto proposto é “Errico Malatesta e a violência revolucionária” de Alfredo M. Bonanno. Este texto está disponível na livraria do CCL, e em pdf aqui:http://document.li/Q93q (brochura para imprimir:  http://document.li/7s3c).

“Para que duas pessoas possam viver em paz é necessário que ambas as partes desejem a paz, porque se uma insiste em usar da violência para obrigar a outra a trabalhar para ela e a servi-la, então a outra, se quer conservar a sua dignidade como pessoa e não ser reduzida à mais abjecta escravidão, será obrigada, apesar do seu amor pela paz e pela harmonia, a resistir à força pelos meios adequados.”
“… O escravo está sempre em estado de legítima defesa e, portanto, a sua violência contra o senhor, contra o opressor, é sempre moralmente justificável; ela deve ter como regra um único critério: a utilidade e a economia do esforço e dos sofrimentos humanos.”

“Os anarquistas não são hipócritas. É pela força que se resiste à força: hoje contra a opressão de hoje; amanhã contra aqueles que poderiam substituir por uma outra opressão a de hoje.”

Errico Malatesta

“Nada melhor do que a leitura das minhas intervenções sobre Malatesta no encontro anarquista de Nápoles, em Dezembro de 2003, para perceber como cada tentativa de justificar ou condenar o conceito de violência revolucionária é, à partida, uma batalha perdida. A violência revolucionária não precisa das minhas justificações e não pode ser vilipendiada por nenhuma espécie de condenação, mesmo que vinda das próprias fileiras anarquistas.”
Alfredo M. Bonanno

aqui: http://culturalibertaria.blogspot.pt/2014/06/28-de-junho-circulo-de-leituras.html

ImpasseCidadania final

Na BOESG, conversa às 21, 30- Jantar às 20H

A secção dos estragos da ideologia & dos meios para os superar, apresenta o
livro do mês – Impasse cidadanista, de Alain C.

http://pt.scribd.com/doc/231320680/Impasse-Cidadanista

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