Dia: Outubro 30, 2014

(Vídeo) Contra a precariedade laboral e os falsos recibos verdes


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Este vídeo foi realizado e colocado recentemente na internet pelo Sindicato de Artes Gráficas, Comunicação e Espectáculos de Madrid da CNT, no âmbito duma campanha que têm a decorrer contra os “falsos autónomos” ou, em Portugal, os “falsos recibos verdes”. Os problemas de um e do outro lado da fronteira são idênticos – a grande diferença é que em Portugal não existem sindicatos na verdadeira acepção da palavra. Existem máfias sindicais, em regime de casta, que falam em nome dos trabalhadores, mas que apenas representam  os partidos a quem prestam vassalagem ou os seus interesses particulares. No Estado espanhol, milhares de trabalhadores estão agrupados em sindicatos combativos e de classe, sem subsídios do estado ou do patronato, sem “sindicalistas” profissionais – e de que a centenária Confederação Nacional do Trabalho (CNT) é um dos exemplos mais evidentes e mais perenes na luta por um outro mundo. A fim de tornar este vídeo mais acessível o Portal Anarquista traduziu-o para português. Que seja um bom instrumento de trabalho e de luta.

Hoje na Universidade de Évora: evocação de António Sérgio nos 45 anos da sua morte


António_Sérgio

Evocação de António Sérgio nos 45 anos do seu falecimento

Jornadas da Escola de Ciências Sociais

ANTÓNIO SÉRGIO (1883-1969)

António Sérgio de Sousa, que assinou António Sérgio, nasceu em Damão, fez estudos na Escola Naval e ingressou na Marinha, profissão que depois abandonou. Com a República, a 5 de Outubro de 1910, António Sérgio foi um dos fundadores da associação cultural Renascença Portuguesa (1912-1932), aí desenvolvendo uma actividade cívica de grande relevo, a que deu continuidade nas décadas seguintes na revista Seara Nova. Notabilizou-se sobretudo como ensaísta problemático, de grande densidade estilística e de evidentes preocupações pedagógicas, acabando por se tornar no doutrinário português do século XX que mais marcou a sociedade portuguesa do seu tempo, mau grado as polémicas em que se envolveu e a incompreensão que manifestou pelo que não cabia na sua fundamentação racionalista. (ACF)

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