Mês: Fevereiro 2015

Roteiro libertário para este sábado


Nu Sta Djunto na Sociedade Musical União Paredense (SMUP)

nustadjunto_-_parede_-_png
S.M.U.P. – Parede, Cascais – 14,30H

Nu Sta Djunto – Estamos Juntos é um movimento de entreajuda e auto-gestão baseado nos princípios da união, apoio-mútuo, auto-suficiência e da solidariedade.

Num contexto, onde cada vez mais o cinto nos aperta a todos e a sobrevivência nos tenta pôr uns contra os outros, é importante sentirmos que não estamos sozinhos, para contrariar o medo que nos divide e isola. Através da organização de eventos (normalmente concertos de Hip-Hop), bem como outras formas de contribuição, angariamos comida, roupa, mobília, etc. Também é possível, em alguns estabelecimentos comerciais, pedir a um cliente para fazer uma doação através do arredondamento do preço de uma despesa a favor do Nu Sta Junto. Para partilhar directamente com quem precisa. A distribuição é gerida através das mesmas pessoas que organizam o evento solidário e os bens são entregues às pessoas que mais necessitam ao seu redor, seja na sua cidade, no seu bairro ou na sua casa.

Como todos nós podemos ajudar e ser ajudados, Nu Sta Junto funciona ‘de todos para todos’, sem qualquer tipo de distância ou diferença entre quem dá e quem recebe. Com isto, pretendem-se criar relações e estruturas horizontais sem representantes nem representados, onde cada pessoa sinta que o movimento ‘é seu’ e se possa envolver livremente, enquanto indivíduo em colectivo. Em relação às entidades, será sempre recebida com toda a gratidão todo o tipo de ajuda, enquanto a intenção da mesma for apenas o ato solidário.

A boa vontade não vem com segundas intenções. Nu Sta Junto não promove nomes, não reclama méritos nem alimenta lucros. Os laços acontecem entre as pessoas. Estamos juntos.

*

Manifestação contra repressão e violência da psp de Setúbal

setúbal

Praça do Bocage, Setúbal, 15H

Mais uma vitima as mãos da PSP e Brigada de Intervenção Rápida de Setúbal.
Nuno Jorge Pires jovem setubalense de 30 anos de idade , canalizador de profissão, e dj, dirigia se pra casa na noite da passada sexta feira apos uma saída com os amigos,, tendo sido abordado por elementos da bir que estavam a fazer uma rusga. Foi agredido com cacetadas na cabeça tendo ficado em coma estendido na via publica sem lhe ter sido prestado auxilio, tendo os policias agressores fugido do local. Morreu depois n hospital vitima das cacetadas que levou na cabeça.
Não se esquece, não se cala, porque um dia pode ser um de nos , ou alguém próximo. Sábado la estaremos a mostrar que não os tememos e não esquecemos.

*

Terrorismo (i)Lógico

cartaz-fev-mar (3)

Biblioteca BOESG – Rua das Janelas Verdes, 13, 1ºEsq – Lisboa, 21H

Instalação sonora de José Meireles, José Neves e Mirró Pereira.Instalação sonora feita a partir de uma adaptação livre do texto Lógica do Terrorismo de Michel Bounan, uma análise acutilante dos vários actos de terrorismo do século XX. Aproveitando a ocasião será também apresentada uma reedição deste texto, publicado por ACDM/ Pandora.

http://boesg.blogspot.pt/

*

Syriza, Movimento e Crise

siryza

Na RDA49 – Regueirão dos Anjos 49, Lisboa, 21H

Os anos após a crise financeira de 2008 foram marcados pela emergência e consolidação de vários movimentos “desde baixo” que protagonizaram uma onda de revoluções e revoltas globais inéditas desde os anos 60: A Primavera Árabe, os indignados, os vários Occupys, o parque Gezi e o junho brasileiro entre outros. Em 2015 a coligação de partidos de esquerda SYRIZA alcança o poder na Grécia e as sondagens apontam o partido-movimento PODEMOS! enquanto principal candidato à vitória nas eleições do fim do ano no estado espanhol
De que modo podemos relacionar estes dois fenómenos? Há uma continuidade entre as expressões informais e formais do movimento ou pelo contrário estas vitórias nas urnas são uma derrota das ruas? Qual o papel político dos estados na presente configuração da crise e do capitalismo? O que podem efectivamente fazer estes partidos? Porque parecem estes fenómenos não acontecer em Portugal?
O RDA49 propõe um debate à volta destas e de outras questões com convidados de diversos quadrantes políticos.

https://www.facebook.com/events/365061540355778

Esta sexta-feira, algumas propostas libertárias….


Filme na BOESG (Lisboa)

cartaz-fev-mar (3)

Boesg, rua das janelas verdes, 13-1ºesq. – Lisboa, às 21H, grátis

27 Fevereiro: A honra perdida de Katharina Blumm – Dir. Volker Schloendorff e Margarethe von Trotta(Die verlorene Ehre der Katharina Blum, 1975). Katharina Blum conhece Ludwig Göette numa festa de carnaval, depois da qual acabam por passar a noite juntos. Na manhã seguinte, o apartamento da jovem é invadido pela polícia. Ludwig desapareceu . Depois de ser interrogada, Katharina é imediatamente rotulada pela imprensa como cúmplice e como terrorista.

http://boesg.blogspot.pt/

*

Conversa com Pedro Bravo e a Plataforma Gueto na Casa da Achada (Lisboa)

obedecer

Casa da Achada, Rua da Achada, 11, Lisboa, às 21H

Como desenvolver acções de desobediência civil? Como sobreviver às violações do direito à integridade física por parte das forças policiais e de segurança? Estas são algumas das questões que iremos debater no próximo Meet que terá como mote o “Manual de Resistência Civil (como se chega a desobedecer)”, de Pedro Bravo, e o “Manual de Sobrevivência – como te defenderes da violência policial”, da Plataforma Gueto.
Convidamos-te a vir debater connosco acções individuais e colectivas e formas de resistência à violência de Estado que se manifesta regularmente no “cerco aos bairros (…) por um patrulhamento sistemático de forças para-militares com equipamento de guerra” (p.2, in Manual de Sobrevivência – como te defenderes da violência policial), bem como o sentido das acções de desobediência civil, pois “não se trata de cometer um acto ilegal qualquer, ele tem de ser enquadrado a interromper, em maior ou menor grau, o funcionamento da máquina do Estado e a forçar, mais tarde ou mais cedo, a superação activa do poder político instituído” (p.18 in Manual de Resistência Civil).
Esta conversa contará com a presença de Pedro Bravo e de um membro da Plataforma Gueto.
Sexta-feira 27 de Fevereiro pelas 21:00, na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (Rua da Achada 11, Mouraria, Lisboa). Participa nesta conversa e traz um/a amigo/a também!

https://www.facebook.com/events/1419109448383209

*

Debate sobre a música de intervenção durante o PREC na AJANorte (Porto)

prec

 

 

(Anonymous) Comunicado de imprensa


anonimous
Esta sociedade está podre, doente, moribunda.

A lei é feita pelos criminosos e a justiça urge num grito que já não conseguem calar.

Tristes lacaios de farda azul que nem pão têm para alimentar os filhos mas prendem os Robin dos bosques para entregar o ouro ao REI.

As ideias são à prova de bala, e por cada um de nós que cair 20 se levantarão.

Não somos indidivíduos, somos um colectivo, as máscaras não só escondem identidades, fazem-nos ser um só na procura do bem comum e de uma sociedade justa, e esse e só esse é o nosso crime.

Lutamos contra a arrogancia das máquinas da corrupção, lutamos contra o secretismo e obscuridade onde se fazem os negócios dos submarinos, onde se pagam as luvas para vender pavilhões do Atlântico a familiares de políticos, onde se escondem milhões de euros em off-shores,onde enriquecem os criminosos às custas do povo “viver acima das suas possibilidades” aumentado taxas, impostos, fidelizações, multas e penalizações, onde se permitem penhoras de casas e ordenados a familias não lhes deixando o mínimo para sobreviver, onde se dividem bancos bons e maus aos fins de semana, onde o ministério das finanças é usado como cobrador de fraque para empresas particulares, onde… onde… onde… A lista é vergonhosamente interminável.

Somos por isto criminosos? ORGULHOSAMENTE!

Estamos e estaremos activos e unidos, estamos para ficar até que a justiça prevaleça, e enquanto um de nós acreditar nunca nos aniquilarão.

Nós somos anonymous
Nós somos legião
Não esquecemos
Não perdoamos
Somos os 99%
AGUARDEM-NOS…

aqui: https://www.facebook.com/AnonymousPORTUGAL/photos/a.216493021706708.54904.216149215074422/878741242148546

(Lisboa) Solidariedade com os detidos hoje no Campus da Justiça às 14 horas


Capturar

ATENÇÃO A TODOS OS COMPANHEIROS DE LUTA E ACTIVISTAS:
Os 7 detidos ontem pela PJ serão hoje presentes a Juíz no Campus de Justiça a partir das 14 horas.
Pede-se a todos os que possam que se desloquem lá para prestar o seu apoio e solidariedade.
Hoje são eles amanhã podemos ser nós!!

aqui: https://www.facebook.com/ocuparlisboa

Solidariedade com os detidos na operação policial desta manhã


anonymous

A mordaça do poder começa a estender cada vez mais as suas garras criminosas.

Sara Didelet foi um dos sete detidos esta manhã na operação da PJ, alegadamente visando activistas digitais. No entanto, Sara Didelet veio já dizer que de computadores apenas sabe “o básico dos básicos”…

“Perante a surrealidade e a gravidade da situação a única coisa que tenho a dizer é o seguinte: Não percebo e nunca percebi NADA de computadores a não ser o básico dos básicos, todos os meus amigos próximos sabem disso perfeitamente. A minha ligação aos Anonymous é meramente relacionada com activismo de rua e com a simpatia que nutro e sempre nutri pelo movimento. Pelos vistos isso faz de mim uma cyber criminosa… Ao que isto chegou. Sem palavras… Sara Didelet” (aqui)

Página dos anonymous portugal : https://www.facebook.com/AnonymousPORTUGAL

(Porto) Nova faixa na Casa Viva contra a repressão policial


casa viva

a faixa roubada pela polícia

aa

a nova faixa colocada esta noite

Depois da última faixa colocada na fachada da CasaViva no Porto ter sido roubada pela polícia (sem mandato nem nada), esta noite às 23:34H uma nova faixa foi colocada na fachada do edifício, denunciando a repressão policial. Viva quem resiste e persiste!

aqui: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=914111751974792&set=a.106556792730296.3919.100001279279307&type=1&theater

Nova colecção digital de textos sobre anarquismo


Capturar

O projecto MOSCA (sobre o Movimento Social Crítico e Alternativo), sedeado na Universidade de Évora, editou um primeiro texto de uma nova colecção sobre anarquismo, em formato digital. Trata-se do texto de João Freire, ANARQUISMO E SOCIOLOGIA (2005), consistindo numa introdução sua a um debate organizado pelo Centro de Estudos Libertários naquela data, apenas ligeiramente retocado para a sua actual difusão. Cada uma das apresentações dos 4 “andamentos” foi seguida de debate com os circunstantes e suportada pela prévia distribuição de uns “textos de apoio”, a que se fazem algumas referências.

O texto encontra-se no arquivo do MOSCA e pode ser descarregado a partir desta ligação: http://mosca-servidor.xdi.uevora.pt/arquivo/index.php?p=digitallibrary%2Fdigitalcontent&id=1601&q=Jo%C3%A3o+Freire

Eurodeputado do Syriza pede desculpa por ter participado “nesta ilusão”


ManolisGlezosMEP-main

O politico mais velho do Syriza, de 94 anos, herói da resistência na 2ª Guerra e deputado europeu, Manolis Glezos, opõe-se à decisão do seu partido de alargar o programa de assistência da Zona Euro.

“Antes que seja tarde demais:

O facto da Troika ter sido renomeada “as Instituições”, o Memorando ter sido renomeado “Acordo” e os credores terem sido renomeados de “Parceiros” – da mesma forma que baptizando a carne de peixe – não altera a situação anterior.

Não podem mudar o voto do povo Grego nas eleições de 25 de Janeiro.

O povo Grego votou naquilo que o SYRIZA prometeu: que nós abolíssemos o regime de austeridade, que é a estratégia não apenas das oligarquias da Alemanha e dos outros países credores mas também da oligarquia Grega; que revogássemos o Memorando e a Troika e toda a legislação da austeridade; que no dia seguinte, com uma lei, abolíssemos a Troika e as suas consequências.

Um mês passou e a promessa ainda não se tornou em acção.

É de facto uma pena.

Pela minha parte PEÇO DESCULPA ao povo Grego por ter ajudado nesta ilusão.

Antes que continuemos na direcção errada, antes que seja tarde de mais, vamos reagir.

Acima de tudo, os membros, os amigos e os apoiantes do SYRIZA, em reuniões urgentes a todos os níveis da organização, temos de decidir se aceitamos esta situação.

Alguns dizem que num acordo também se têm de fazer concessões. Mas como questão de principio, entre o opressor e oprimido não pode haver compromisso, tal como não pode haver compromisso entre o escravo e o tirano. Liberdade é a única solução.

Mas mesmo que aceitemos este absurdo, as concessões que já foram feitas pelos anteriores governos pro-memorando em termos de desemprego, pobreza e suicídio, estão para lá do limite das concessões…”

Traduzido do Inglês de: http://roarmag.org/2015/02/glezos-greek-bailout-illusion/

daqui: http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/30008

Há 96 anos nascia o diário anarco-sindicalista “A Batalha”, porta-voz da organização operária


A-BATALHA

Passam hoje, 23 de Fevereiro, 96 anos sobre a publicação do primeiro número do jornal A Batalha, “porta-voz da organização operária” e, a partir de Setembro de 1919, data da fundação da CGT, órgão da central operária anarco-sindicalista. Alexandre Vieira, operário tipógrafo, foi o seu primeiro director.

(mais…)

Roteiro anarco-social para este sábado…


Loja Livre, na Casa Viva (Porto)

loja livre

Praça do Marquês de Pombal, 167, Sábado 21 e Domingo 22, das 14h às 19h

*

Concertos + conversa sobre lutas e repressão em Espanha e Itália (Setúbal)

transferir

21/02/2015 – 16:00, na  C.O.S.A, Rua Latino Coelho, 2 – Setúbal

*

Beijaço: Amor contra a violência! (Porto)

beijo
.
Praça da República, 17H
O que é e porquê um beijaço?
Beijaço é um tipo de manifestação, que consiste em vários casais se beijarem dentro ou diante de algum lugar em que tenha havido actos de LGBTfobia, que tenha reprimido tal manifestação de afecto previamente, como forma de protesto e repulsa contra a preconceito.
Trata-se da junção do substantivo ‘beijo’ e do aumentativo ‘aço’. O uso do aumentativo denota uma preferência em prol da supervalorização desse tipo de acto de protesto, que é uma forma de afirmação dentro do grupo social e perante a sociedade.
Dia 21 de Fevereiro, 17h, independentemente da tua orientação sexual ou identidade de género, junta-te a nós! Vamos reivindicar o espaço público, na Praça da República, onde ocorreu a agressão sobre a Sara.
Porque basta de homofobia, basta de bifobia, basta de transfobia! As ruas do Porto são de todxs, e todxs temos direito a viver na nossa cidade sem medo e sem violência. Os direitos LGBT são direitos humanos, e todos os direitos humanos são inalienáveis!
*

Reunião de Preparação do 8 de Março (Coimbra)

8 de Março

Na República Marias do Loureiro, às 18H.
Como todos os anos, a partir da República das Marias, convidamos a todas as pessoas que quiserem participar na preparação do dia 8 de março, Dia Internacional das Mulheres Trabalhadoras. O propósito da reunião é criar um espaço de partilha de ideias entre todas as assistentes com o objetivo de preparar e discutir as atividades a ser realizadas.  Apareçam e tragam as suas ideias!
“Nós, Marias da Luta
Maria nua
Nem minha
Nem sua
Maria que sua
que fica nua
que não cala
é Maria da luta!”
*

Debate ‘Os anarquistas e a guerra’ (Lisboa)

cartaz-fev-mar (3) (1)
.
BOESG, Rua das Janelas Verdes, 13-1º Esq.

21 Fevereiro 21h: Debate, Os anarquistas e a guerra. Reedição do texto Apontamentos sobre Os Anarquistas e a Guerra de José Tavares.Apresentação da tradução do manifesto A internacional anarquista e a guerra, de 1915.Antes da guerra inter-Estados de 1914-18, os movimentos socialista, sindicalista e anarquista eram declaradamente anti-militaristas, anti-guerra. E, a greve geral revolucionária para impedir a guerra era geralmente aceite. Todavia, quando a guerra estalou rompe-se a solidariedade internacional do movimento operário, e, inclusive, muitos anarquistas adoptaram uma posição «menos intransigente em relação à guerra». Fenómeno que se irá repetir nas guerras que se seguiram até aos dias de hoje…. O texto que vai ser apresentado e de novo lançado descreve, de modo sucinto, essa história.A internacional anarquista e a guerra foi um manifesto contra a guerra de 1914-18 publicado em Fevereiro de 1915. Estava assinado por 36 anarquistas, entre os quais figuravam A. Berkman, E. Goldman. E. Malatesta e D. Nieuwenhuis.Debate sobre alguns posicionamentos de anarquistas sobre conflitos actuais (Kobané/Síria/Iraque, Ucrânia, etc.).

*

Debate ‘O que é o TTIP?’ (Algés)

xartaz1
Acção do TTIP na Fábrica de AlternativasDia 21 de Fevereiro 20:00H – Jantar,
21:30H – Debate.
O que é o TTIP?
Trata-se de um tratado entre a União Europeia (UE) e os EUA sobre comércio e investimento, presentemente a ser negociado no maior secretismo e que visa, entre outros objectivos, desmantelar as barreiras tarifárias e não tarifárias que regulam os negócios. De facto, esses regulamentos que fazem da Europa um bastião da defesa dos consumidores, da saúde pública, dos direitos laborais e do ambiente, representam uma barreira às respectivas normas americanas, muito mais permissivas. A ambição das grandes corporações é portanto reduzir ou até eliminar todos esses constrangimentos. Além disso, há outros capítulos igualmente decisivos, como a liberdade de circulação na internet, o comércio electrónico de dados pessoais, as patentes dos medicamentos e sobretudo o mecanismo que permite às corporações processar os estados sempre que as decisões dos governos ponham em causa os seus lucros.
Não é compreensível ou sequer aceitável que um acordo que vai alterar a vida de todos os cidadãos seja construído sem que os visados tenham conhecimento ou possam ter uma palavra a dizer sobre o seu futuro.