(Vila Nova de Famalicão) Exposição “A Imprensa Clandestina e do Exílio no Período 1926 – 1974”


imprensa

A Exposição “A Imprensa Clandestina e do Exílio no Período 1926 – 1974“, organizada pelo Conselho Cultural da Universidade do Minho pode ser vista em Vila Nova de Famalicão, no Museu Bernardino Machado, até ao próximo dia 2 de Março.

“Todos os setores da oposição recorreram à edição e difusão destes jornais, em condições extremamente difíceis, para poderem expressar pontos de vista que o regime queria silenciar”, afirma José Lopes Cordeiro, o autor da exposição e do livro catálogo. “Os autores destas publicações arriscaram muitas vezes a vida, mas foi a única forma de ultrapassar a censura durante os 48 anos da ditadura”, diz o professor do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho.
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O livro inclui 18 categorias de imprensa clandestina, entre as quais a “reviralhista”, anarquista, comunista, católica, de unidade antifascista e marxista-leninista. Vários jornais anarquistas e anarco-sindicalistas estão entre as seis centenas de periódicos elencados. “Nunca se tinha feito uma investigação deste teor”, realça o autor, que tem vindo a estudar este tipo de imprensa.
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A exposição inclui dezena e meia de painéis e escaparates, sendo enriquecida com exemplares de jornais clandestinos existentes na Biblioteca Pública de Braga e de bibliografia sobre o tema.

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