Roteiro anarco-social para este sábado…


Loja Livre, na Casa Viva (Porto)

loja livre

Praça do Marquês de Pombal, 167, Sábado 21 e Domingo 22, das 14h às 19h

*

Concertos + conversa sobre lutas e repressão em Espanha e Itália (Setúbal)

transferir

21/02/2015 – 16:00, na  C.O.S.A, Rua Latino Coelho, 2 – Setúbal

*

Beijaço: Amor contra a violência! (Porto)

beijo
.
Praça da República, 17H
O que é e porquê um beijaço?
Beijaço é um tipo de manifestação, que consiste em vários casais se beijarem dentro ou diante de algum lugar em que tenha havido actos de LGBTfobia, que tenha reprimido tal manifestação de afecto previamente, como forma de protesto e repulsa contra a preconceito.
Trata-se da junção do substantivo ‘beijo’ e do aumentativo ‘aço’. O uso do aumentativo denota uma preferência em prol da supervalorização desse tipo de acto de protesto, que é uma forma de afirmação dentro do grupo social e perante a sociedade.
Dia 21 de Fevereiro, 17h, independentemente da tua orientação sexual ou identidade de género, junta-te a nós! Vamos reivindicar o espaço público, na Praça da República, onde ocorreu a agressão sobre a Sara.
Porque basta de homofobia, basta de bifobia, basta de transfobia! As ruas do Porto são de todxs, e todxs temos direito a viver na nossa cidade sem medo e sem violência. Os direitos LGBT são direitos humanos, e todos os direitos humanos são inalienáveis!
*

Reunião de Preparação do 8 de Março (Coimbra)

8 de Março

Na República Marias do Loureiro, às 18H.
Como todos os anos, a partir da República das Marias, convidamos a todas as pessoas que quiserem participar na preparação do dia 8 de março, Dia Internacional das Mulheres Trabalhadoras. O propósito da reunião é criar um espaço de partilha de ideias entre todas as assistentes com o objetivo de preparar e discutir as atividades a ser realizadas.  Apareçam e tragam as suas ideias!
“Nós, Marias da Luta
Maria nua
Nem minha
Nem sua
Maria que sua
que fica nua
que não cala
é Maria da luta!”
*

Debate ‘Os anarquistas e a guerra’ (Lisboa)

cartaz-fev-mar (3) (1)
.
BOESG, Rua das Janelas Verdes, 13-1º Esq.

21 Fevereiro 21h: Debate, Os anarquistas e a guerra. Reedição do texto Apontamentos sobre Os Anarquistas e a Guerra de José Tavares.Apresentação da tradução do manifesto A internacional anarquista e a guerra, de 1915.Antes da guerra inter-Estados de 1914-18, os movimentos socialista, sindicalista e anarquista eram declaradamente anti-militaristas, anti-guerra. E, a greve geral revolucionária para impedir a guerra era geralmente aceite. Todavia, quando a guerra estalou rompe-se a solidariedade internacional do movimento operário, e, inclusive, muitos anarquistas adoptaram uma posição «menos intransigente em relação à guerra». Fenómeno que se irá repetir nas guerras que se seguiram até aos dias de hoje…. O texto que vai ser apresentado e de novo lançado descreve, de modo sucinto, essa história.A internacional anarquista e a guerra foi um manifesto contra a guerra de 1914-18 publicado em Fevereiro de 1915. Estava assinado por 36 anarquistas, entre os quais figuravam A. Berkman, E. Goldman. E. Malatesta e D. Nieuwenhuis.Debate sobre alguns posicionamentos de anarquistas sobre conflitos actuais (Kobané/Síria/Iraque, Ucrânia, etc.).

*

Debate ‘O que é o TTIP?’ (Algés)

xartaz1
Acção do TTIP na Fábrica de AlternativasDia 21 de Fevereiro 20:00H – Jantar,
21:30H – Debate.
O que é o TTIP?
Trata-se de um tratado entre a União Europeia (UE) e os EUA sobre comércio e investimento, presentemente a ser negociado no maior secretismo e que visa, entre outros objectivos, desmantelar as barreiras tarifárias e não tarifárias que regulam os negócios. De facto, esses regulamentos que fazem da Europa um bastião da defesa dos consumidores, da saúde pública, dos direitos laborais e do ambiente, representam uma barreira às respectivas normas americanas, muito mais permissivas. A ambição das grandes corporações é portanto reduzir ou até eliminar todos esses constrangimentos. Além disso, há outros capítulos igualmente decisivos, como a liberdade de circulação na internet, o comércio electrónico de dados pessoais, as patentes dos medicamentos e sobretudo o mecanismo que permite às corporações processar os estados sempre que as decisões dos governos ponham em causa os seus lucros.
Não é compreensível ou sequer aceitável que um acordo que vai alterar a vida de todos os cidadãos seja construído sem que os visados tenham conhecimento ou possam ter uma palavra a dizer sobre o seu futuro.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s