(Algés, Lisboa, Porto) Esta sexta-feira!


josé

Homenagem ao companheiro José Luís Félix

às 19H, na Fábrica de Alternativas, em Algés

Fez já um ano que faleceu o nosso companheiro e associado, José Luís Félix, que fazia anos a 18 de Março, o aniversário também da Comuna de Paris. Como tal surgiu a ideia de lhe prestar uma pequena homenagem na Fábrica de Alternativas. O Zé Luís, da Tertúlia Liberdade, foi um dos primeiros associados, colaborador activo e assíduo na Fábrica de Alternativas e participante na Assembleia Popular de Algés. No ano passado tal não foi possível por estar demasiado recente o seu desaparecimento de entre nós. Mas o Zé Luís está sempre connosco e nós com ele no pensamento.
Estamos a planear começar com a leitura encenada da farsa em I Acto «A Homenagem à Memória da D. Branca», do Zé Luís, depois uma conversa aberta para se falar livremente sobre os temas que quem lá estiver quiser falar, seguido de jantar vegetariano: 3 euros para associados participantes no banco do tempo; 4 euros para não participantes, com reserva antecipada.
Depois do jantar a noite é nossa, podemos ler poesia, ouvir música ou dançar. O Zé Luís era um libertário, gostava como nós da festa, da arte e da cultura, da auto-organização, de estar com os amigos, entre amigos, meio a brincar, meio a discutir coisas sérias. Mais do que recordá-lo, vamos festejá-lo?

https://www.facebook.com/events/956538594379222/

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subterrdaneos

Jantar de apoio à editora Textos Subterrâneos

às 20H, na RDA69 –  Regueirão dos Anjos, 69, Lisboa

Espeleologia da marginalidade – Desenterrar as palavras que ferem, que inquietam, que apaixonam, que atormentam, que comovem, que laceram a pele abrindo sulcos onde o sangue escorre vivo e quente fazendo-nos sentir vivos de ardor e paixão. O subterrâneo é o lugar da maldição, da danação, da excreção, é o lugar dos seres noctívagos, malfadados e nefários, dos vermes, é o espaço do oculto, do misterioso, do inominável. É dele que ansiamos extrair a antítese do existente para provocar a desordem e a inquietação nos espíritos que apaticamente por aí deambulam. Queremos que essas palavras venham à superfície e entoem as histórias, os pensamentos, as críticas, os cantos e invectivas impuras enterradas no subterrâneo pelos defensores desta realidade assepticamente pútrida. Sentimos essa necessidade asfixiante de libertar as vozes dessas criaturas que confrontam os fundamentos do estado de coisas instituído, trazendo à superfície escritos subversivos e malditos que não se conformem com o uso dócil, insípido e castrador da palavra. Somos a ratazana que na noite mais escura emerge para empestar este mundo de textos subterrâneos.

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A3 comuna de paris001

A Comuna não morreu ! 18 de Março de 1871 – 18 de Março de 2015

às 21h, na Associação Terra Viva, Rua dos Caldeireiros, 213, Porto

Sessão de Informação /Tertúlia sobre o tema , sua relação com o PREC 74-75, exposição de alguns livros recentes ,distribuição de cópias de BD.s , apresentação de música da época alusiva à comuna de Paris.

http://sovaitporto.blogspot.pt/

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