Mês: Abril 2015

(Cacilhas) Este sábado, 25 de Abril, no CCL


sábado

Sábado, 25 d`Abril

17h30

* Círculo de Leituras Anárquicas

Discussão do texto “A reprodução do quotidiano” de Fredy Perlman
«A actividade diária do homem tribal reproduz ou perpetua a tribo.
A actividade diária dos escravos reproduz a escravatura.
A actividade diária do trabalhador assalariado reproduz trabalho assalariado e capital.»

20h00
* Jantar vegetariano
Anúncios

(Lisboa) 1º de Maio combativo no Rossio


1º de Maio

Este é o dia em que comemoramos as lutas dos trabalhadores de todo o mundo.
Mas este dia não serve só para relembrar o passado. Serve para encontrar inspiração para desenvolver novas lutas. Pois a exploração não é só um problema do passado. É um problema bem vivo que presenciamos e sentimos todos os dias, e que só será resolvido com o fim do capitalismo.
Se desejamos uma vida digna, e uma sociedade que nos veja como humanos, temos de nos organizar contra este sistema que nos vê somente como peças a ser usadas para o enriquecimento da elite capitalista.
Temos de tomar o controlo dos nossos locais de trabalho, dos nossos bairros, das nossas ruas, das nossas vidas!
Unidos e auto-organizados nós damos-lhes a crise!

Associação Internacional dos Trabalhadores
Secção Portuguesa – Núcleo de Lisboa

ait.lisboa@gmail.com
www.ait-sp.blogspot.pt

aqui: https://www.facebook.com/events/1620876728146419/

(Estado Espanhol) 23, 24 e 25 de Abril: Festival do Cinema Anarquista de Madrid


cartel_festival_4

* QUINTA FEIRA, 23 de abril

As projecções terão lugar no CSOA La Morada

– 18,30 “An anarchist life”, de Ivan Bormann y Fabio Toich.

– 19,45 Cortos: “JDGR”, de Pablo Molina Guerrero.

“Desintegración”, de Álvaro Martín.

– 20,00 “Ciutat Morta”, de Xavier Artigas y Xapo Ortega.

Contaremos durante a projecção com a presença de Rodrigo Lanza.

* SEXTA-FEIRA, 24 de abril

As projecções terão lugar na livraria “El enclave de libros”

– 18,30 “¿Kurdistán?”, de Joaquín Regadera.

Contaremos durante a projecção com a presença do autor.

– 19,00 “Ecos del desgarro”, del Colectivo Libertario de Cine La Cámara Negra.

Contaremos com a presença de membr@s do colectivo para apresentar o documentário

– 20,30 Retrospectiva: “La Comuna”, de Armand Guerra.

Película muda acompanhada por um trio de clarinetes ao vivo, com música de Alfonso Casanova.

– 21,00 “Re-Mine, el último movimiento obrero”, de Marcos Martínez Merino.

* SÁBADO, 25 de abril

As projecções terão lugar no CSOA La Quimera.

– 17,00 “La Rebelión Gallok”, producido por activistas participantes en la rebelión.

– 17,30 “Ateaz Zabalduz/Abriendo Puertas”, de Juanmi Gutierrez.

– 19,00 Cortos: “Acabo de tener un sueño”, de Javier Navarro.

“Todo es falso menos alguna cosa”, de Jesús Martínez Nota.

– 19,15 “El test de la vida real”, de Florencia P. Marano.

Contaremos com a participação de Veronika Arauzo, Activista militante pelos direitos de grupos excluídos socialmente , pessoas trans e trabalho sexual, e que participou no dcumentário.

– 21,00 “Memoria Viva”, producido por Guerrillart.

Contaremos com a participacão de membros de Guerrillart.

TODA A INFORMAÇÃO EM: https://fecamblog.wordpress.com/

Dos tempos da Comuna: contra os bufos e os militares (ACAB)


Versão portuguesa de ‘La semaine sanglante’, de Jean-Baptiste Clément e Pierre Dupont (1871). Canção sobre o fim da Comuna de Paris e a violenta repressão que acabou com os seus sonhos. Sim, mas…

P’ra além do bufo e do militar
Já só se vêem nos caminhos
Velhos e tristes a chorar
Pobres viúvas e meninos
Até Paris cheira a miséria
Mesmo os sortudos assustados
A moda também vai à guerra
Há passeios ensanguentados

Sim, mas… a terra treme
Os dias maus vão acabar
O contra-ataque não se teme
Se toda a gente se juntar

Perseguem, prendem e fusilam
Qualquer pessoa ao acaso
A mãe ao lado da sua filha
Nos braços do velho o rapaz.
Em vez da bandeira vermelha
O que se agita é o terror
Do escroque que se ajoelha
Aos pés do rei, do imperador

Sim, mas… a terra treme
Os dias maus vão acabar
O contra-ataque não se teme
Se toda a gente se juntar

Já os agentes da polícia
Estão nos passeios outra vez
Acham (o) serviço uma delícia
Com as pistolas que tu vês
Sem pão, sem armas, sem trabalho
A gente vai ser governada
Por um vigário ou um paspalho
Por bufos e por cães de guarda

Sim, mas… a terra treme
Os dias maus vão acabar
O contra-ataque não se teme
Se toda a gente se juntar

O povo atrelado à miséria
Será que vai ser sempre assim?
Até quando os senhores da guerra
Vão ficar com todo o pilim?
Vai até quando a santa elite
Tratar-nos assim como gado?
Pra quando o fim deste regime
da injustiça e do trabalho?

Sim, mas… a terra treme
Os dias maus vão acabar
O contra-ataque não se teme
Se toda a gente se juntar

(Setúbal) Manifestação este sábado: ‘SOMOS TODOS FANTASMA!’


fantasma

SOMOS TODOS FANTASMA!
NÃO ESQUECEMOS!
Sábado, dia 18 de Abril
16h, Praça do Brasil
Setúbal

Dia 18 de Abril faz dois meses que o Nuno Fantasma saiu de casa e não voltou.
São dois meses em que as perguntas que todos fazemos não encontraram respostas.
As provas são claras: há imagens da PSP a “interagir” com o Nuno. Há mensagens e chamadas que relatam a agressão policial.
Há testemunhos do INEM de que encontraram o Nuno inconsciente e com sinais evidentes de uma pancada desferida na cabeça. E, finalmente, há uma autópsia que comprova que a morte do Nuno se deveu a duas pancadas na cabeça.
São dois meses em que vimos e ouvimos a PSP a meter os pés pelas mãos: primeiro negaram a sua presença, depois as imagens das câmaras mostraram a verdade. A seguir esconderam os agentes. Depois as mentiras descaradas.
Agora dizem-nos que “sabem” que a morte do Nuno se deveu a um “tropeção” nuns “tubos de rega”. Algo que nunca ninguém viu e que as declarações iniciais do INEM desmentem categoricamente.
E, então, como por magia, parece que os socorristas do INEM (até agora as testemunhas mais importantes neste inquérito) são agora indicados pela polícia como possíveis “responsáveis” da morte do Fantasma… alegando, o relatório policial, que poderão ter provocado ferimentos ao entubá-lo incorrectamente.
Este cheiro podre a mentira e a corrupção espalhou-se por todo o lado, fazendo eco na imprensa e televisão. Vimos como os porta-vozes das polícias vieram a público salvar a honra da sua dama, contra todas as provas e evidências.
Vimos como todos preferiram especular com os “tubos” , a “relva” e a “calçada”, em vez de discutir os factos.
Assistimos ao segredo de justiça ser violado pelos próprios defensores da lei, em directo, na CMTV, e vimos como os jornais já encerraram a investigação duas ou três vezes, contradizendo e desmentindo sem nunca se reconhecer o erro… e sem que nunca a família queixosa tivesse sabido de alguma coisa oficialmente.
Como se isto não bastasse, ainda vimos o nosso amigo Fantasma ser difamado, alegando-se de tudo e mais alguma coisa, unicamente para tentar denegrir alguém que não é “denegrível”. Até porque estar “alterado” ou “bêbado” são questões importantes sim, mas relativamente aos agentes policiais e não ao Nuno. Até porque são eles que têm obrigação de não o estar. Não qualquer peão que vá para casa à noite, seja o Fantasma ou qualquer um de nós.
É por tudo isto que vamos sair à rua no dia 18 de Abril!
Porque a situação é grave; e envolve directamente todas as autoridades da cidade: da PSP à PJ, passando pela Câmara Municipal que enfiou a cabeça na areia num silêncio incompreensível.
Porque não vamos deixar que uma mentira tão óbvia como esta fique para a história!
Porque queremos andar nas ruas de cabeça erguida e não ter medo!
Queremos isso para nós, para os nossos pais e para os nossos filhos. De todos nós!
Exigimos a verdade acima de tudo!

https://www.facebook.com/events/390888794436964/