Sou a Anarquia!


anarquia
.
Nunca esqueçamos porque somos assim…
 .
SOU A ANARQUIA!!!
 .
Nasci com a primeira revolta
Insubmissa, inquieta, desgrenhada.
Construí-me a mim mesma
Nua, bela, irreverente.
Desde o meu corpo desamparado partiu a
Primeira blasfémia contra o criador.
Neguei-me a ser submetida,
Dirigida, apadrinhada.
Transformei-me em apóstata,
Fui acusada de irrelegião.
Fui condenada mas as minhas asas eram
De fénix e em rápido voo abandonei
As fogueiras e atravessei os oceanos.
Vi jugos por toda a parte,
Medo e fome, parlamentos e lamentos,
Aprendi o desespero.
Escavei com as unhas uma trincheira de sonhos
E embriaguei-me com esse grupo de meninos loucos,
Poetas náufragos ali na
Revolução de trinta e seis.
Olhei à esquerda, olhei à direita
E vi rostos sujos ocultos por detrás de uniformes limpos
Derramando a sangue dos povos em nome da justiça,
A dialéctica e outras melosas quinta-essências.
E fiquei com raiva e agucei-a
E lancei trovões contra os tronos,
Inimiga dos governos,
Inimiga das pátrias,
Inimiga da dor.
Abraço o mundo,
Vivo e não peço,
Amo e resisto às suas tiranias.
Sou a Anarquia.
 .
anónimo

*

No olvidemos nunca porque somos así…
SOY LA ANARQUÍA!!!
Nací con la primera revuelta
Insumisa, inquieta, desgreñada.
Me construí a mí misma
Desnuda, bella, irreverente.
Desde mis huesos inermes partió la
Primera blasfemia hacia el creador.
Me negué a ser sometida,
Dirigida, apadrinada.
Me transformé en apóstata,
Fui acusada de irreligión.
Fui condenada pero mis alas eran
De fénix y en raudo vuelo abandoné
Las hogueras y atravesé los océanos.
Vi yugos por dondequiera,
Calambre y hambre, parlamentos y lamentos,
Aprendí la desesperación.
Cavé con las uñas una trinchera de sueños
Y me embriagué con esa pandilla de niños locos,
Poetas náufragos allá en la
Revolución del treinta y seis.
Miré a la izquierda, miré a la derecha
Y vi rostros sucios ocultos tras limpios uniformes
Vertiendo la sangre de los pueblos en nombre de la justicia,
La dialéctica y otras empalagosas quinta esencias.
Y tomé la rabia y la afilé
Y lancé truenos contra los tronos,
Enemiga de los gobiernos,
Enemiga de las patrias,
Enemiga del dolor.
Abrazo al mundo,
Vivo y no ruego,
Amo y resisto sus tiranías.
Soy la Anarquía
anonimo
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