(opinião) Reflexão de um niilista português dentro do movimento anarquista como pária


resist

Viva a Anarquia

Viva a Liberdade

Viva a Autogestão

Viva companheir@s

Esta reflexão é anti-dogmática, não pretendo passar sermões parvos a quem se dê ao trabalho da ler. Os meus pontos (se possível de discussão) são os seguintes. Primeiro, o movimento libertário é frágil, as grandes movimentações “anarquistas” nos passados anos, têm felizmente tomado inúmeras formas, a dispersão necessária por dentro deste território têm ganhado força, isto parece-me óbvio, salutar e inspirador, o trabalho esforço e cooperação tornaram-se uma realidade em inúmeros colectivos de várias cidades e de muitos “sítios”. Por isso mando um abraço fraterno a tod@s.

Segundo, e acho que antes do terceiro ponto é o mais crítico, nenhuma das actividades, nem por sombra, põem em causa o regime vigente, como todos sabemos a ultra nacional, uma ditadura financeira, que se apoderou de TODOS os meios de comunicação, produção e de forma geral de poder sobre as nossas vidas. Sob o perigo de parecer um cretino sou forçado a dizer que não se derrota o capitalismo, o estado, a cultura neo-ultraliberal, com campos de beringelas, couves, cenouras ou outros meios que nos tornam vivos e não mortos, para a luta que se segue. É impossível pensar que o fascismo financeiro se derrota com hortas.

Terceiro ponto, não pensem que esta critica não se adequa a mim também e não pretendo acusar, para além dos senhor@s da guerra da ditadura das forças “invisiveis” que nos governam: companheir@s não temos hipótese para além de tomar armas, todas as que seremos capazes de tomar. Os métodos aplicados desde a insurreição de Detroit 99 são ridículos perante o domínio absoluto do capital financeiro. Temos tod@s que escolher entre fugir para a montanha e esperar que nos venham roubar os frutos do nosso trabalho, ou lutar frontalmente para destruir este velho mundo de barbarie a que uns chamam “civilização”, mercados, globalização. É necessário ser muito otário para pensar que uma mão cheia de comida não nos torna mais que egoístas e individualistas, estamos perante uma guerra, não um puxar para a evolução reformista. Se não tomarmos a dianteira (a insurreição anti-capitalista), esperam-nos os gulags e os campos de concentração. Todos os nomes estão já marcados, cabe aos revolucionários anarquistas libertários, verdadeiros socialistas criar as bases de uma resistência credivel e forte JÁ!

Quanto tempo vamos assistir ao massacre d@s noss@s irm@s?
Quando é que a raiva vai acabar com o medo?

Nas nossas gargantas terá que sair um grito a ecoar pelo mundo:
((A)) NOSSA PAIXÃO PELA LIBERDADE é MAIS FORTE QUE TODAS AS PRISÕES ((A))

tirado daqui (com algumas alterações): http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/30973

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s