Day: Janeiro 12, 2016

CRONOLOGIA PROVISÓRIA DE MANUEL VIEGAS CARRASCALÃO (1901-1977)


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Marcelina Guterres e Manuel Viegas Carrascalão

Cronologia de Manuel Carrascalão, anarco-sindicalista, militante das Juventudes Libertárias e da CGT, preso várias vezes durante a 1ª república e deportado para Timor, onde ajuda a combater os japoneses que invadem o território na 2ª Guerra Mundial. O regime salazarista reabilita-o de seguida, tendo Carrascalão abandonado os seus antigos ideais libertários e assumido funções administrativas em Dili, nomeadamente como presidente da Câmara local.

1901
Nasce Manuel Viegas Carrascalão, filho de Manuel Viegas Carrascalão e Maria Faustina Cavaco (da Freg. de Alosno, Huelva, Andalucía, Espanha), no sitio dos Machados, São Brás de Alportel a 24 de Outubro.
1913
Aos 12 anos é aprendiz de tipógrafo junto a Manuel Fagundes de Almeida (mais tarde Manuel Fagundes há-de ser preso por questões políticas) no semanário “Ecos do Sul” de São Brás de Alportel (o jornal fechou a 20 de Novembro de 1913)
Vem para Lisboa e trabalha como tipógrafo.
1920
É preso por bombismo.
1922
É preso por bombismo.

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O Tempo das cerejas: um novo documentário sobre o movimento anarquista na “transição” espanhola


“O Tempo das cerejas: 1977-1979 –  Eclosão Libertária”, é um documentário sobre o reaparecimento do movimento anarquista em Espanha no dealbar do regime franquista, e que pretende perceber as razões do auge e da queda do movimento libertário no estado espanhol nos finais dos anos 70. Foram entrevistados os protagonistas que achavam que tinham alguma coisa a dizer e que quiseram participar. Homens e mulheres que têm um sonho comum: mudar o mundo.

A generosidade destas pessoas é a única coisa que nos fica daqueles dias de esperança. Sem dúvida que “o tempo das cerejas” voltará e desta vez não o deixaremos passar à distância.

“O tempo das cerejas” é uma antiga canção de amor que se converteu num hino da Comuna de Paris (1871). O tempo das cerejas é uma boa alegoria do eterno renascer da vida e, portanto, das ideias e da esperança. Os tempos revolucionários podem ser intensos e escuros, e ainda que aparentemente sejam vencidos, terão sempre uma nova oportunidade.