Dia: Março 15, 2016

(Rompiendo Filas) América Latina e Caribe contra o militarismo


revista

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A América Latina e o Caribe são duas regiões onde o peso da instituição militar tem sido muito grande e a intervenção dos militares na vida política e social uma quase constante, seja no quadro conservador e ditatorial, seja nas experiências vanguardistas e putschistas mais esquerdistas. Daí a relevância do aparecimento de uma rede anti-militarista regional, composta por 11 organizações de 8 países (Colômbia, Chile, Paraguai, Bolívia, Brasil, Venezuela, Cuba e Equador) que está a lançar internacionalmente uma nova publicação antimilitarista, de acesso livre e gratuito.

Esta quarta feira, 16 de Março, organizações índole libertária de toda a América Latina e Caribe promovem o lançamento internacional da revista “Rompiendo Filas” da Rede Antimilitarista da América Latina e Caribe, Ramalc.

Esta nova publicação semestral  (que já pode ser consultada e descarregada da web) “responde ao desafio de circular reflexão, experiência e possibilidade de mudança, e para isso põe a dialogar lugares e vozes comprometidos com o anti-militarismo na América Latina.”

Rompiendo Filas é de distribuição gratuita e realização colectiva, livre e voluntária. Pode ser descarregada em formato PDF desde o sítio www.ramalc.org, e em papel conforme as iniciativas locais.

A rede Ramalc é composta de indivíduos, grupos anti-militaristas e sociais que concordam em que a resistência ao militarismo deve ser civil, não promovendo nenhuma actividade com características militares. A Ramalc promove – através de encontros e de actividades não violentas – o antimilitarismo na sociedade, questionando a estrutura militar e as práticas de dominação.

Contacto e informação: ramalc@riseup.net

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(foto) E dizem eles que nunca houve fascismo em Portugal (1)


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Foto de Américo Ribeiro (aqui)

Visita de alemães a uma fábrica de conservas em Setúbal, no Portugal “neutral” de 1938.

(movimento punk) Biblioteca Britânica assinala “40 anos de inovação e anarquia”


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O movimento punk, popularizado por um estilo musical próprio e por uma atitude de contestação face à sociedade autoritária e capitalista, nasceu há 40 anos nos meios operários juvenis e marginais das principais cidades dos Estados Unidos e  de Inglaterra. E foi precisamente no Reino Unido que o movimento ganhou maior identidade e expressão, sendo muito influenciado politicamente por ideais anarquistas, de contestação do poder e de afirmação da individualidade.

Como em muitos outros movimentos, o que era essencial permaneceu – a revolta e a contestação, atraindo muitos jovens para as fileiras do anarquismo. Do ponto de vista musical outros sons foram aparecendo e outros movimentos lhe sucederam.

A memória do movimento punk é agora evocada em Londres numa exposição na British Library (Biblioteca Britânica) que foi buscar aos seus arquivos muito material desta época, em que os Sex Pistols, Clash, Nirvana eram alguns dos grupos de referência.

sugestão de Viriato Porto (aqui)