Mês: Maio 2016

#Por todas elas – esta quarta-feira manifestamo-nos no Porto, Coimbra e Lisboa


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#‎AltPT‬ – Porto, Avenida dos Aliados, 17H – Coimbra, Praça 8 de Maio, 17H – Lisboa, Praça da Figueira, 17 H

Acção de luta pelo repúdio da violação da menina de 16 anos que foi agredida por 33 homens. E por todas as meninas e mulheres agredidas e violadas.

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ENCONTRO LIBERTÁRIO DE ÉVORA TERMINA COM PROPOSTA PARA A REALIZAÇÃO DE ENCONTROS TEMÁTICOS


greve-geral

Terminou este domingo ao fim da tarde o Encontro Libertário de Évora realizado no Monte Alentejano, no Rossio de São Brás, por iniciativa da revista A Ideia, Projecto Mosca e Portal Anarquista. Dentro de dias serão publicadas neste Portal as conclusões e as fotos do Encontro que reuniu mais de 60 militantes libertários oriundos de colectivos de todo o país e do Estado Espanhol. De Portugal estiveram companheiros ligados (mas não necessariamente em representação) da ex-Casa Viva e do Sov-Ait/SP (Porto), da AIT/SP, Colectivo Estudantil Libertário, BOESG e Colectivo A Besta (Lisboa),  Revista A Ideia, Projecto Mosca, Portal Anarquista (Évora), Jornal MAPA, AIT/SP-Guimarães; Apoyo Mútuo, Aurora Intermitente, Escuela Prosperidad e Ateneo de Salamanca (Estado Espanhol), bem como muitos companheiros individuais de diversas localidades e países: Évora, Reguengos de Monsaraz, Montemor-o-Novo, Lisboa, Espanha, Holanda, Marrocos, Itália…

O Encontro decorreu numa sã convivência e fraterna discussão em que os debates se alargaram da Assembleia para o espaço das refeições, organizadas e tomadas em comum, proporcionado um diálogo vivo e sem constrangimentos entre todos.

No campo das propostas houve contributos significativos para que estes espaços de encontro se generalizem em vários locais do país, de futuro talvez em formatos mais sectoriais, que permitam um aprofundamento dos contributos e das discussões.

Foi também abordada, em continuação do debate sobre a necessidade de reafirmarmos a nossa memória histórica, a possibilidade de realização de campanhas e outras iniciativas conjuntas, como comemorar os 80 anos do inicio da Revolução Espanhola (Julho de 2016), assinalar os 90 anos do encerramento do jornal A Batalha e destruição das suas instalações pelo fascismo (Maio de 1927) ou os 80 anos do atentado a Salazar (Agosto de 1937) e os 100 anos do início da publicação do jornal “A Questão Social”, de Gonçalves Correia, ou outro tipo de campanhas sobre temas mais actuais (anti-eleições, de denúncia das prisões, pelas 30 horas de trabalho, etc, etc..

Os temas em debate foram discutidos na sua globalidade, ficando sempre muitas coisas por dizer, o que torna os encontros deste tipo muito importantes para a construção de um espaço alternativo ao sistema em vigor que pretendemos alterar no sentido da construção de uma sociedade sem explorados nem exploradores, sem opressores e sem oprimidos, baseada no apoio mútuo e na solidariedade.

Todos nós saímos mais reforçados deste encontro. E os seus frutos ver-se-ão, por certo, no futuro que urge construir. Que urge que sejamos nós a construí-lo!

(Barcelona) Activistas voltam hoje a manifestar-se pela reabertura do Banc Expropiat, em Grácia


Manifestações a partir das 19 h em vários bairros de Barcelona e às 20h concentração em Grácia

VOLTAREMOS HOJE AO BANC

Onteontem, dia 23 de Maio, expulsaram El Banc Expropiat, depois de mais de 160 dias de resistencia (mais de 100 durante a primeira campanha e, esta vez, 87 dias). A primeira vez a Cámara decidiu pagar, às escondidas de toda a gente, mais de 65.000€ a Manuel Bravo Solano, propietário do banco. Tentavam evitar um novo Can Vies ante as eleições municipais iminentes, se bem que nessa altura disseram que esse dinheiro era para defender o “valor social” de El Banc. Mais tarde, reconheceram que o seu objectivo era evitar que se rompesse a paz social, a qual para eles equivale a que as pessoas não se queixem. Eles sabiam que a expulsão do Banc comportaria todo tipo de respostas. Isto é o que finalmente aconteceu ontem. Antes de mais nada, queremos agradecer a solidaridade que recebemos de parte de todo tipo de pessoas, que mediante diferentes formas de acção defenderam El Banc, e que o fizeram tanto para este projecto como para todas as outras lutas que existem hoje em dia.

A ráiva que explodiu ontem não é só devida ao Banc, é também devida a todas as detenções que tiveram lugar durante os últimos meses, todos os espaços okupados e libertários registrados, do assassinato de Juan Andrés Benítez que expôs outra vez a impunidade policial.

Entendemos que haja vizinhos que estão chateiados com a situação do bairro e com os danos físicos que sofreram, mas como já dissemos noutras ocasiões, defenderemos o Banc de todas as maneiras possíveis.

Toda as pessoas que viram as cargas policias constatou a violencia policial, que deixou cerca de 50 pessoas feridas, algumas com a cabeça, os joelhos, as mãos ou os braços partidos. Esta é uma outra razão para ficar onde estamos e tentar voltar ao Banc.

Voltaremos ao Banc.

aqui: https://bancexpropiatgracia.wordpress.com/2016/05/24/tornarem-al-banc/

Comunal de Árgea: “Não viemos para um convento. Isto é uma militância”


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Os meses imediatamente a seguir ao 25 de Abril de 1974 foram férteis em projectos desenvolvidos nas áreas mais diversas. Nas fábricas, nos bairros, nos campos. A reforma agrária no Alentejo e Ribatejo está já suficientemente conhecida e divulgada, ao contrário de outras experiências comunitárias, como foi o caso da Cooperativa Comunal de Árgea, em Torres Novas (Santarém), que juntou diversos jovens (uns que tinham estado em França e foram muito influenciados pelo espírito de Maio de 68) e outros que, ainda em Portugal, participaram na luta anti-fascista e para quem, à semelhança das actuais cooperativas integrais, queriam partilhar experiências de vida e de trabalho. Foi o que fizeram, abraçando a vida e o trabalho em comum. A experiência durou de finais de 1974 a meados de 1977. Hoje, mesmo sem o saberem, muitos projectos de utopias rurais e de regresso aos campos seguem o modelo iniciado em 1974 por estes jovens, muitos deles de espírito libertário, embora militassem uns na LUAR, outros no PRP, entre muitos outros sem qualquer filiação partidária. Esta reportagem no “Século Ilustrado”, realizada nos primeiros meses de 1975 (mas depois de Março), retrata o espírito que ali se vivia.

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(Brasil) Revista Periscópio, sobre educação libertária, já saiu número zero


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para ler e download: //e.issuu.com/embed.js

 .
Revista Periscópio nº zero

Educação para além da bolha. Com esse título e esse subtítulo apresentamos o número Zero da revista do Coletivo de Experimentações Libertárias em Educação, Arte e Tecnologia, o CELIBER, de Pelotas, Brasil.  Um Periscópio é um instrumento ótico usado nos submarinos que objetiva visualizar, observar em todas as direções, por cima de qualquer obstáculo que se interponha ao olhar direto. Nossa revista também tem esse objetivo periscópico de olhar além; além dos muros reais e metafísicos que são construídos como obstáculos para impedir que o novo seja visto, que o inexistente se torne existente.

Neste número zero, um excelente artigo sobre as ocupações de escolas em São Paulo.

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(a 28 e 29 de Maio) Encontro Libertário de Évora


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PROGRAMA

SÁBADO, DIA 28 de MAIO

9,30H -10,45H –

Abertura do Encontro –

Período reservado a uma apresentação e auto-reflexão sobre a situação das organizações/colectivos/indíviduos presentes –

moderação e apresentação: Carlos/Portal Anarquista

11H-12,15H –

A situação económica e social do país e da europa; apresentação e debate

moderação e apresentação: Vitor Lima/Indignados Lisboa

12,30H-13,30H –

A dupla destruição da memória anarquista em Portugal –

moderação e apresentação: Paulo Guimarães/Projecto Mosca

13,30H às 15H –pausa para almoço

15H-16,15H –

Utopias rurais, decrescimento e municipalismo libertário – 

moderação e apresentação: Júlio Henriques/Flauta de Luz

16,30H – 17,45H

Cultura, Arte e Criação numa perspectiva libertária

moderação e apresentação: António Cândido Franco/A Ideia

18,00H às 19,30H –

A educação libertária

 apresentação e debate (a anunciar) 

19,30H- 21H – Pausa para Jantar

21H-22 H –

Conferência: tema a escolher posteriormente

22H-24H Convívio. Música/poesia 

*

DOMINGO, DIA 29 de MAIO

 9H às 10,15H –

O anarquismo no Estado Espanhol no último ciclo de lutas (2011-2015) – 

moderação e apresentação: companheiro do Apoyo Mútuo/Espanha

10,30H às 11,45H –

Anarco-sindicalismo e instrumentos de luta –

moderação e apresentação: companheiro da AIT/SP

12H-13H –

A necessidade de informação libertária e de criação de espaços comunicacionais alternativos –

moderação e apresentação: Guilherme Luz/ Jornal Mapa

13H-15H – Pausa para Almoço

15H – 18H –

Debate final

moderação e apresentação: Mário Rui 

# possibilidade de coordenar campanhas e iniciativas;

# criação de um instrumento de ligação entre as diversas organizações/espaços/ indivíduos anarquistas em Portugal;

#marcação de um novo encontro

#Leitura e aprovação das conclusões do Encontro Libertário de Évora’2016

(todos os participantes poderão intervir e debater cada um dos temas. O moderador servirá apenas para introduzir o tema, moderar a mesa e extrair algumas conclusões do debate que possam integrar as conclusões gerais do encontro)

Organização

Revista “A Ideia”

Projecto Mosca

Portal Anarquista

inscrições para o email: colectivolibertarioevora@gmail.com

programa, regulamento, etc: https://encontrolibertarioevora2016.wordpress.com

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