(Guterres nas Nações Unidas) E os 60 milhões de refugiados, pá?


refugiados

Foto de um escrito na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra – FEUC – em Maio passado, aquando da cerimónia de doutoramento “honoris causa” de António Guterres, responsabilizando-o, também, pela “Fortaleza Europa”.

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A nomeação (eleição?) de António Guterres para secretário-geral da ONU foi pretexto para uma vasta campanha de nacionalismo bacoco e patrioteiro levada a cabo pela generalidade dos orgãos de comunicação social portugueses e pela classe política no seu todo.

O que ninguém disse é aquilo que os factos comprovam: António Guterres à frente do Alto Comissariado para os Refugiados deixou o mundo no estado que se conhece -o ano de 2015 superou todos os dados anteriores com mais de 60 milhões de refugiados por todo o mundo. O resultado do seu mandato foi praticamente nulo e deixou a fortaleza Europa erguer-se frente aos milhões de refugiados africanos e também asiáticos. Nunca houve tão grande número de refugiados e a sua acção pouco mais impacto teve do que algum mediatismo comunicacional.

Espera-se que à frente das Nações Unidas o resultado seja o mesmo. Há mesmo quem diga que Guterres foi eleito para ser o coveiro das Nações Unidas. Se o for também não se perde nada de uma organização que pouco tem feito pela paz no mundo, a soldo dos Estados Unidos e das grandes potências.

sobre o número de refugiados no mundo:http://oglobo.globo.com/mundo/numero-de-refugiados-no-mundo-supera-60-milhoes-pela-primeira-vez-19541765

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