“A Batalha”, nº 273


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Aí está mais uma edição de “A Batalha” (VI série, XLI, nº 273), numa linha renovada que começou há um par de números, com colaboração variada, embora as características anarco-sindicalistas que fizeram deste jornal o porta-voz da central operária CGT, com edição diária, estejam cada vez mais ténues.

Neste número os destaques de primeira página vão para uma entrevista com António Cândido Franco, director da revista de cultura libertária “A Ideia” e para um texto de Rui Mário Pinto, um dos fundadores da nova editora libertária “Barricada de Livros”, cujo primeiro título “O direito ao roubo” será publicado em breve, reunindo textos sobre a corrente libertária formada pelos ilegalistas que sempre actuam à margem da sociedade e das suas instituições.

Também na primeira página há a reter a chamada para a primeira parte de um texto sobre o pensamento de Max Stirner, que continua no próximo número do jornal.

No interior, são vários os temas em abordagem. Um texto de Gonçalves Correia, publicado em 1917; uma breve sobre os Cem anos da revolução Russa; uma conversa entre militantes sobre o significado de libertários, libertaristas e libertarianos; um artigo sobre o Sahara colonizado; artigos sobre o Brasil e Cuba, etc..

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