Autor: colibev

Trailer do documentário “O  QUE VAI ACONTECER AQUI?”sobre os despejos e a luta pela habitação em Lisboa.


TRAILER | O que vai acontecer aqui? from Left Hand Rotation on Vimeo.

Olá amigxs do Portal Anarquista,

enviamos o trailer do documentario “O  QUE VAI ACONTECER AQUI?” sobre os despejos e a luta pela habitação em  Lisboa.

Um documentário sobre os movimentos sociais que defendem o direito a  habitar na cidade de Lisboa, num momento de intensificação das lutas  pelo espaço urbano provocada pela expansão do capitalismo financeiro,  que concentra riqueza em mãos de uns poucos, e aumenta a desigualdade  social.

Um documentário sobre aqueles que desafiam a conversão da cidade numa  mercadoria, sobre os que desobedecem à injustiça construindo poder do  lado de quem procura um lugar para viver.

Um documentario do coletivo Left Hand Rotation, em colaboração com Stop Despejos e Habita

Obrigadx

www.lefthandrotation.com
www.museodelosdesplazados.com

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(Lisboa) Colóquio Homenagem a Kenneth White, com a sua presença – 21 e 22 de maio


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As linhas da Terra

Percursos geofilosóficos e geopoéticos no Antropoceno

Colóquio
Homenagem a Kenneth White, com a sua presença

Anfiteatro III, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 

21-22 Maio

A língua filosófica e a língua poética podem falar a partir da Terra sem estabelecerem aí morada fixa. Formuladas a partir dela, formaram variantes e entrelaçamentos da linguagem em movimento, uma língua que percorre a terra e aí vai deixando rastos e alguns sulcos. Mas se formos verificar o modo como foi integrado e cultivado esse verbo planetário, a sua transmissão, a sua retórica, o modelo arquitectónico do seu desenvolvimento e o seu arquivo, encontraremos, frequentemente no caso da filosofia, mas a que a literatura não é estranha, categorias e formas que confundem o discurso sobre o mundo e as vozes que podem ser escutadas por intermédio do mundo. Tudo isto fixa a nossa ideia deste e vem pesar à Terra. 

A língua que passa pelo mundo, traçando nele linhas, é uma língua aberta à polifonia que aí ecoa. É atravessada pela polifonia dos elementos que se movem incessantemente. A polifonia das expressões de milhares de culturas humanas. E a polifonia dos inúmeros seres que vivem connosco. Todas essas vozes – que chegaram a participar da língua aqui evocada – entraram hoje em tumulto enquanto outras foram silenciadas definitivamente. É aquilo a que os humanos chamam o Antropoceno, a Era em que o homem põe fim à diversidade das expressões do mundo teorizando ao mesmo tempo a sua própria supremacia. 

Este encontro é também uma homenagem ao poeta, escritor e pensador Kenneth White, criador da Geopoética, propondo um exercício de escuta e expressão em comum com uma variante possível desta língua, a Geofilosofia. Nem o filósofo está liberto do que de poético lhe trazem as vozes intratáveis da Terra, nem o poeta se encontra dispensado dos saberes inteligíveis ou da reflexão epistémica que o seu ofício contém.

The Earth’s Lines

Geophilosophical and Geopoetic Pathways in the Anthropocene

Colloquium

A tribute to Kenneth White, in his presence

Philosophical and poetical speech can both give voice to the language of the Earth. In order to do that, no fixed address needs to be established for that to happen, as they form constant variants and webs whereby language wanders through the Earth. Grooves and tracks are thus formed. However, if we consider the way human speech has been developed and integrated into our terrestrial existence, its transmission, its rhetoric, its architectonic model and its archive, we frequently find categories and forms that confound human and historical worldviews with the voices of the Earth. All this can become a part of the Earth’s burden.

Throughout human existence, the Earth’s polyphony has been heard, the product of elements, living beings and thousands of human cultures. Today, a great uproar is rising. It is called the Anthropocene, a geological age wherein human supremacy is both theorized and imposed.

This academic encounter is also an occasion for a tribute to the poet, writer and thinker Kenneth White, the modern creator of Geopoetics. As he writes, «practically everything, in “our” age, is against the possibility of a clear and powerful language, able to say a presence and a transparency». Neither is the philosopher oblivious to a poetical listening of the Earth’s voices nor is the poet exempt from the epistemic reflection brought to him by his own craft.

Programa/Program

21 Maio/May

14:30 – Abertura / Opening Words

15:00 – 16:30 

Paulo Borges – O Tempo do Sonho. Poesia Cósmica e Metamorfose nas Culturas Indígenas

Paula Morais – Yoga e os mitos da presença: a dança, a escuta, a transformação

Pedro Cuiça, “Do (a)vistar ao ser (a) Montanha: uma forma de (geo)poética”.

16:30 – 16:45 – Coffee break

16.45 – 17:00 – Apresentação do nº 6 da revista Flauta de Luz, que inclui um dossier «Kenneth White», pelo editor, Júlio Henriques. / Book Launch: Flauta de Luz, no. 6.

17:00 – 17:30 – Jorge Leandro Rosa – «Não com a língua, mas com a vida». Acontecimento e grito.

17:30 – 19:00 – Kenneth White (conferência / keynote lecture) – The Rediscovery of the World / A Redescoberta do Mundo

19:00 – 20:00 – «Eternal Forest» (filme, 40 min.) – apresentação e leitura de poemas pela cineasta e artista Evgenia Emets, / Presentation and poetry recital by artist and filmmaker Evgenia Emets

22 Maio/May

15:00 – 16:30 

Maria José Varandas – A Tragédia dos Comuns e o Último Homem.

Felipe Milanez – Título a indicar / title to be announced

Ilda Castro – “Animalia Vegetalia Mineralia: conexões e movimentos” : uma reflexão sobre os sistemas humanos e os sistemas mais-que-humanos, macro e micro, na Natureza e no Antropoceno_Capitaloceno.

16:30 – 16:45 – Coffee break

16:45 – 17:45 

Alexandra Pinto – Um olhar cinematográfico sobre o Antropoceno

Isabel Alves – My First Summer in the Sierra e The living Mountain: as  linhas e as vozes da montanha. A demanda de uma geopoética da esperança.

18:00 – 19:30 – “Sur les chemins du Nord profond” (52 m) – Filme realizado por François Reichenbach e apresentado por Kenneth White, argumentista e protagonista. De Tokyo a Hokkaïdo,Kenneth White no percurso traçado por Matsuo Basho.

Debate.

Film screening presented by Kenneth White, script writer and protagonist. From Tokyo to Hokkaïdo, Kenneth White on the path drawn by Matsuo Basho.

Debate.

19:30 – Closing session

23 Maio/May

18:00 – Encontro com Kenneth White na Nouvelle Librairie Française

Revista Verve nº 35 (2019) já disponível na web


Capturar

Versão completa em pdf. 

Clique aqui

v e r v e 35

SUMÁRIO

O movimento anarquista uruguaio nos tempos de cólera
The Uruguayan Anarchist Movement in the Time of Cholera
Daniel Barret

Ponto para o advogado
Point for the Lawyer
Christian Ferrer

A abundância exuberante de uma abolicionista penal
The Exuberant Abundance of an Abolitionist
Salete Oliveira

Um caso menor
A Minor Case
[página única 1]
Nu-Sol

Entrevista com José Maria Carvalho Ferreira
Interview with José Maria Carvalho Ferreira
José Maria Carvalho Ferreira & Nu-Sol

O ronco do surdo é a batalha
The Sound of Drum is the Fight
[página única 2]
Nu-Sol

Emma Goldman, saúde!
Emma Goldman, Salut!
Eliane Carvalho

Minha vida valeu a pena?
Was My Life Worth Living?
Emma Goldman

Dossiê Sakae Ôsugi
Sakae Ôsugi Dossier
Sakae Ôsugi

resenhas

2013 que urge e ruge
Democracy and its Totalitarian Gaps
Flávia Lucchesi

Um ladrão de livros anarquistas e as histórias que seguirão
A Thief of Anarchist Books and the Stories that Will Follow
Gustavo Simões

Números anteriores: http://www.nu-sol.org/verve/

Sessões com René Berthier hoje e amanhã em Lisboa


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O libertário, anarco-sindicalista e activista social René Berthier está este fim de semana em Lisboa onde realizará duas sessões/conferências sobre o movimento social em França e a sua própria experiência enquanto militante anarco-sindicalista.

Já hoje, sexta-feira, René Berthier vai estar na Sirigaita (Rua dos Anjos, 12-F), às 19 horas, para um debate sobre o movimento dos Coletes Amarelos.

Amanhã, sábado, dia 4, estará pelas 14:30, no CEL (Centro de Estudos Libertários) / Sede do jornal A Batalha, nos Olivais, num encontro com a militância libertária.

Convidamos todos a estarem presentes numa e noutra sessão.

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Dadas as relações que o companheiro Berthier tem com o anarco-sindicalismo, o qual fez parte da sua formação e trajecto, o CEL / A Batalha tem o prazer de o receber na sua sede.
O encontro com Berthier andará à volta dos seguintes temas:
• O itinerário biográfico de Berthier na sua formação com Gaston Leval (anarco-sindicalismo, humanismo, socialismo libertário, pacifismo);
• O itinerário biográfico de Berthier com Portugal e o movimento libertário em Portugal.

Alguns dados biográficos de René Berthier:

A sua formação libertária deve-se principalmente a Gaston Leval, à influência do movimento anarco-sindicalista espanhol, e à experiência no campo sindical, mais concretamente na CGT francesa.
É membro do grupo Gaston Leval, da Federação Anarquista Francesa, e militante sindical. Dedica-se também a escrever trabalhos téoricos e históricos. No campo da teoria tenta mostrar que o movimento libertário deve parar de se apegar a conceitos ultrapassados, estratégias de outros tempos, caso contrário permanecerá indefinidamente como um movimento confidencial.
Palestrante e autor de numerosos textos, Berthier é um dos especialistas contemporâneos da obra de Bakunin, a qual aborda a partir de uma prática militante.
Segundo Hugues Lenoir no Dicionário dos Anarquistas: “René Berthier não se define como anarquista, mas como anarco-sindicalista. O anarquismo francês não teve influência decisiva sobre ele. A sua proximidade com Gaston Leval faz com que uma das suas grandes influências seja o movimento anarco-sindicalista espanhol. O teórico do movimento libertário, no qual ele mais se reconhece, é Bakunin. Foi a influência de Gaston Leval que o levou à consciência da necessidade de os militantes terem uma boa formação histórica e teórica.”
O CEL (Centro de Estudos Libertários) fica localizado nos Olivais, na Azinhaga da Alagueza, Lt. X – Cv. Esq.

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Sobre o movimento dos coletes amarelos

O movimento dos Coletes Amarelos desceu pela primeira vez às ruas de França a 17 de Novembro de 2018, manifestando-se contra o aumento dos preços dos carburantes. Em Portugal, foi encarado no início com uma certa desconfiança por causa de uma eventual participação da extrema-direita. No entanto, rapidamente se tornou num fenómeno de participação popular alheio a partidos políticos e que escapa às análises tradicionais de jornalistas e analistas, mais habituadxs a modelos de protesto formatados e hierarquizados.

Após cinco meses de mobilização, milhares de “coletes amarelos” continuam a sair às ruas todos os sábados, em protestos que há muito ultrapassaram a mera reivindicação pela descida dos preços dos carburantes, protestos estes marcados por confrontos com as forças policiais de que já resultaram mais de 200 prisões e inúmeros feridos graves. A polícia tem atacado sistematicamente os manifestantes com granadas de dispersão, gás lacrimogéneo e balas de borracha, exprimindo toda a sua tradicional violência.

Mas, na realidade o que esteve na origem deste movimento? E, sobretudo, que futuro terá? Como irá acabar? Um novo Maio 68 ou uma deriva reformista de mais um movimento político candidato a eleições?

René Berthier, activista social, responderá a estas e a outras perguntas durante a apresentação / debate sobre este movimento que se realizará na Sirigaita, no dia 3 de Maio, às 19h.

https://www.facebook.com/events/1315525748603447/

Textos de René Berthier em português: https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/tag/rene-berthier/

Memórias de Abril: a autogestão das empresas pelos trabalhadores, à margem dos patrões e dos comissários políticos


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A seguir ao 25 de Abril de 1974 dezenas e dezenas de fábricas entraram em regime de autogestão. Muitas porque os patrões as abandonaram e ameaçaram mesmo levar as máquinas; outros porque os trabalhadores as ocuparam devido à deficiente gestão patronal que, em geral, acumulavam salários em atraso. Por todo o país sucederam-se as ocupações de fábricas, ainda antes das ocupações de terras. Foi um movimento generalizado que demonstrou as virtualidades da auto-organização operária. De referir que muitas destas empresas atogestionadas tinham uma parcela muito importante de mulheres, já que foram muitas as empresas da área do textil e das confecções que encetaram processo de luta no período inicial pós-25 de Abril. Uma dessas empresas foi a Sogantal. O libertário José Maria Carvalho Ferreira acompanhou este processo e relatou-o nas páginas duma pequena publicação (“O Futuro era Agora”) destinada a assinalar os 20 anos do 25 de Abril e que recolheu diversos testemunhos de militantes de diversas áreas políticas. Entre os jornais que se fizeram eco deste movimento à margem dos patrões e dos comissários politicos e sindicais estiveram na primeira linha “A Batalha” e o “Combate” (aqui o 1º número com um grande destaque sobre a luta das trabalhadoras da Sogantal) , um jornal que se destacou pelo apoio às lutas autónomas dos trabalhadores (e que, nesta mesma publicação, é objecto de um artigo do Júlio Henriques, que fez parte do seu corpo redactorial) .

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Autogestão na Sogantal

 José Maria Carvalho Ferreira, professor, 48 anos

Cheguei de Paris em Junho de 74, convencido de que vinha encontrar uma revolução democrático-burguesa clássica, controlada pelos militares, mas logo comecei a aperceber-me de que algo muito mais importante estava a acontecer.

Foi para mim uma grande experiência ter entrado em contacto com a luta da fábrica de confecções Sogantal, pertencente a patrões franceses, situada no Samouco (Montijo). Tinha umas 50 operárias, que ocuparam a empresa em Junho de 74, quando o gerente tentou responder com represálias às suas reivindicações de maiores salários, férias pagas e 13º mês.

Casos semelhantes estavam a dar-se noutras empresas mas aqui a ocupação assumiu uma radicalidade invulgar: supressão das cadências e dos horários obrigatórios; abolição das hierarquias; igualização dos salários; rotação das tarefas, inclusive de direcção; e, mais subversivo ainda, a decisão de encetar a venda directa da produção.

Estas decisões foram tomadas em assembleias gerais que se reuniam regularmente e às quais podiam assistir pessoas estranhas à fábrica. A comissão de trabalhadores era também de composição rotativa.

Tudo isto teve uma outra consequência da maior importância: as mulheres começaram a libertar-se da autoridade do marido e da família, dos valores patriarcais vigentes. Até aí, passavam o dia a trabalhar e a obedecer passivamente a ordens, tanto na fábrica como em casa, e não podiam deslocar-se sozinhas para lado nenhum. A partir daí, raparigas, na maioria de dezoito, vinte anos, passavam do trabalho na produção à discussão nas assembleias, faziam as contas da empresa, participavam nos piquetes de vigilância nocturna, deslocavam-se a vários pontos do país para vender a mercadoria, davam opinião sobre tudo. Claro que surgiram conflitos familiares e houve mesmo alguns divórcios.

A audácia sem paralelo deste grupo de operárias pode compreender-se se tivermos em conta que partidos e sindicatos tinham nessa altura muito pouca influência na empresa. Entretanto, os problemas acumulavam-se. Foi primeiro a incursão dum grupo de mercenários, armados de pistolas, granadas, matracas, gases lacrimogéneos e com cães, que se introduziram na fábrica de madrugada. Dado o alerta por uma operária, uma parte da população do Montijo cercou as instalações e travou-se luta de que resultou um incêndio. Os sabotadores só foram retirados a salvo graças ao socorro da GNR e do COPCON.

Mas o principal problema era a dificuldade em vender a produção. A venda das roupas pelas próprias operárias era mal vista, mesmo pelos habitantes na zona, assustados por este atentado directo à sagrada e intocável propriedade privada. No Verão, com o apoio da solidariedade externa, ainda foi possível entrar em contacto com em presas em luta, como a Timex e sobretudo a TAP, que era na altura um cadinho revolucionário, e cujos operários passaram a absorver boa parte da produção da Sogantal.

Quando se desencadeia a greve na TAP e as oficinas são invadidas pela tropa, havia já um conjunto de empresas, creio que eram 36, com CTs que não estavam subordinadas ao PC, embora estivessem a ser infiltradas por grupos esquerdistas. A CT da TAP convocou uma reunião no Clube Atlético de Campo de Ourique (CACO), onde se formou a Interempresas e se apelou à greve geral de solidariedade contra a repressão militar. O apelo foi para ser impresso no sindicato dos têxteis mas o Agostinho Roseta, que viu, achou aquilo altamente incendiário e sabotou a impressão do manifesto.

Entretanto, na Sogantal, as dificuldades em escoar a produção foram-se acumulando. As diligências junto do Ministério do Trabalho e do Sindicato dos Têxteis, com vista à nacionalização da empresa ou à sua transformação em cooperativa, ficaram sem efeito. As operárias chegaram à conclusão de que a sua experiência fora muito além das das outras empresas. Tiveram que assentar os pés na terra e parar de sonhar. Enquanto isto, o Sindicato, a troco do apoio prestado à luta, começou a imiscuir-se nas decisões internas e a fomentar divisões. Por fim, depois duma longa agonia em que já não havia meios para subsistir, cada uma foi para seu lado. Isto foi já em 1976.

A pesar deste epílogo negativo – inevitável nas condições de isolamento em que este punhado de operárias se encontrou – a luta da Sogantal ficou como um a das mais avançadas experiências de autogestão operária em Portugal.

aqui; https://www.marxists.org/portugues/tematica/livros/futuro/O%20futuro%20era%20agora.pdf

mais sobre a sogantal: https://ephemerajpp.com/2018/04/27/luta-das-operarias-da-sogantal-agosto-1974/

jornais da sogantal: https://ephemerajpp.com/2012/11/10/jornal-da-sogantal/

Che Guevara: a verdade por detrás da lenda, por Larry Gambone


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São Che

a verdade por detrás
da lenda do guerrilheiro heróico,
Ernesto Che Guevara

 

Larry Gambone

 

1997

Tradução da versão inglesa de
Red Lion Press, Montreal, 1997

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Índice:

O jovem Che ou “Don’t cry for me, Argentina”.

As raízes fascistas da concepção do mundo do Che.

O Che stalinista.

O Che executor.

O Che burocrata.

A tragédia de Che Guevara.

O Che morreu pelos nossos pecados.

Notas

Anexo: Os anarco-sindicalistas cubanos nos anos 1950.

Outras Leituras

Nota do Tradutor

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(mais…)