acções de rua

(Santiago) Violência policial na manifestação contra o despejo do CSO Escárnio e Maldizer


noticia: https://abordaxe.wordpress.com/2017/06/12/33771/

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(25 Maio) ‘MEXEU COM UMA, MEXEU COM TODAS’. Concentrações em Lisboa, Porto e Braga


porto

Lisboa: 18:00H, Praça Luís De Camões

Porto: 18.00H, Praça dos Leões

Braga: 18.30H, Avenida Central

MEXEU COM UMA, MEXEU COM TODAS
NÃO À CULTURA DA VIOLAÇÃO!

O que é a cultura da violação?

A cultura da violação é aquela que encara as mulheres como objetos sexuais e de consumo masculino. É o entendimento de que as mulheres não são seres autodeterminados e donas da sua sexualidade.

A cultura da violação é aquela que afirma, confortavelmente, que os homens são incapazes de controlar os seus impulsos sexuais, desculpando, por isso, os comportamentos agressivos, procurando naturalizá-los.

Uma sociedade que aceita e assimila esta cultura é uma sociedade que relativiza os crimes contra a autodeterminação sexual: os homens não se conseguem controlar e as mulheres devem estar ao serviço dos impulsos masculinos. Esta cultura, ao invés de defender e proteger as vítimas, culpabiliza-as, trazendo para a discussão a forma como as mulheres se vestem, os locais que frequentam, as horas a que o abuso ocorre e o estado de lucidez da vítima e/ou do agressor como argumentos aceitáveis para o desagravo de um comportamento que é crime. Esta cultura tolhe a liberdade das mulheres, porque faz recair sobre elas a responsabilidade de não serem agredidas.

No país dos brandos costumes, as mulheres continuam a ser cidadãs de segunda. É contra isto que nos levantamos. Contra uma cultura que desculpabiliza a violência de género, que ignora os direitos humanos e que transforma as vítimas em culpadas.

Respeitamos todas as vítimas. Não temos a ousadia de dizer o que faríamos se estivéssemos no lugar delas, porque não estamos. A forma como cada mulher decide reagir perante o crime de que foi vítima é decisão sua e tem o nosso respeito e solidariedade.

Na próxima quinta-feira saímos à rua para denunciar e combater esta cultura. Saímos à rua para dizermos que não há nós e elas, aquilo que existe são mulheres que todos os dias enfrentam uma sociedade prenhe de violência machista. Elas somos nós. Mexeu com uma, mexeu com todas.

Acções em Braga, no Porto e em Lisboa

aqui: http://pt.indymedia.org/conteudo/destacada/36482

(Brasil) Sobre o documentário “O que resta de Junho”


Os protestos no Brasil em 2013, também conhecidos como Manifestações dos 20 centavos, Manifestações de Junho ou Jornadas de Junho consistiram num forte protesto e em inumeráveis manifestações populares por todo o país que inicialmente surgiram como contestação aos aumentos nas tarifas de transporte público, principalmente nas principais capitais.

Inicialmente restrito a pouco milhares de participantes, os actos pela redução das passagens nos transportes públicos ganharam grande apoio popular em meados de junho, em especial após a forte repressão policial contra os manifestantes, cujo ápice se deu no protesto do dia 13 em São Paulo. Quatro dias depois, um grande número de populares tomou parte das manifestações nas ruas em novos diversos protestos por várias cidades brasileiras e até do exterior. Em breve, milhões de brasileiros estavam nas ruas protestando não apenas pela redução das tarifas e a violência policial, mas também por uma grande variedade de temas como os gastos públicos em grandes eventos desportivos internacionais, como o mundial de futebol e os novos estádios, que obrigaram à deslocação de populações inteiras, a má qualidade dos serviços públicos e à indignação com a corrupção política em geral. Os protestos geraram grande repercussão nacional e internacional.

O documentário foi divulgado na internet em finais do ano passado e nos últimos dias foi objecto duma crítica violenta por parte de alguns meios libertários brasileiros.

Vantié Oliveira escreveu mesmo um longo texto, divulgado no facebook, sobre este documentário que, na sua opinião, “apesar de dar voz a alguns representantes do campo anarquista”, insere-os de tal forma no filme, ilustrando-os com imagens escolhidas que “o sentido final da interpretação a que levam o espectador a fazer favorece o projeto político partidário d@s autoritári@s da esquerda partidária, utilizando-se para isto das próprias vozes d@s libertári@s.”

(mais…)

(Lisboa, 11.3.2017) Bloco Transfeminista Libertário na marcha ‘constroem muros, aprendemos a voar’


aqui: https://ephemerajpp.com/2017/03/11/marcha-constroem-muros-aprendemos-a-voar-lisboa-11-de-marco-de-2017/

relacionado: https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2017/03/10/lisboa-bloco-transfeminista-libertario-amanha-na-marcha-que-assinala-o-dia-internacional-da-mulher/

(Lisboa) Bloco Transfeminista Libertário amanhã na marcha que assinala o Dia Internacional da Mulher


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Desfile entre o Largo Camões e o Intendente, sábado, dia 11, às 15h, integrando a Marcha | Constroem muros, Aprendemos a Voar!, em Lisboa.
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MANIFESTO DO BLOCO TRANSFEMINISTA LIBERTÁRIO
 

Companheirxs,
Celebramos mais um 8 de Março, mais um Dia Internacional das Mulheres. Neste 8 de Março, continuamos raivosxs e enraivecidxs, agitadxs e agitadorxs, armadxs e armantxs, resistentxs e irresistíveis, dissidentxs e decididxs, porque temos muito por que lutar, demasiado para destruir, quase tudo para transformar.

É URGENTE combatermos o esvaziamento político que o cisheteropatriarcado faz do 8 de Março, apagando o significado histórico desta data e substituindo-o por celebrações ocas que (re)produzem as normas regulatórias de género e das sexualidades sobre os nossos corpos e sobre as nossas experiências. Ao invés dos momentos festivos apolíticos que só reconfortam os nossos opressores, fomentemos a revolta, a disrupção, a tomada das ruas pela visibilização das várias intersecções que nos constituem, pela libertação de todxs – mulheres, ciganxs, queers, trans, imigrantes, refugiadxs, operárixs, precárixs, pessoas com diversidade funcional, negrxs, putas, não-monogâmicxs.

É URGENTE pormos fim à apropriação das nossas lutas por parte dos agentes-do-capital. Rejeitemos as narrativas neoliberais de “empoderamento”, aquelas que visam converter-nos em máquinas laboriosas e laboráveis, em consumidorxs e consumíveis, à mercê das empresas, das corporações, dos governos e dos bancos. Desmontemos a retórica meritocrática, aquela que oculta as desigualdades sistémicas e as relações de poder opressivas através de discursos bacocos sobre competência, sucesso e carreirismo. Vomitemos sobre a lógica da competitividade para – em seu lugar – recuperar as relações de cooperação, a solidariedade e o apoio mútuo. Cuspamos sobre o individualismo liberal e humanista – que produz patrões, presidentes, mestres e donos – para assumirmos a nossa relacionalidade, interdependência e precariedade.

É URGENTE rejeitarmos os discursos institucionais de vitimização que nos retiram agência e retratam a(s) violência(s) contra nós como actos pontuais, não-ideológicos, originados nas falhas pessoais dos agressores. Paremos de pedir aprovação àquele que detém o monopólio do exercício da(s) violência(s) – o Estado – sobre o que podemos ou não fazer com as nossas vidas, os nossos corpos, os nossos desejos. Deixemos de lutar contra as materializações interseccionadas da opressão através do reformismo, da bajulação estatista, da subserviência às elites políticas.

É URGENTE organizarmo-nos autonomamente sem a interferência daqueles que nos agrilhoam o pensamento, aglutinam as ideias e esmagam a criatividade a favor de pacotes-partidários que estão sob a alçada dos oligarcas de sempre. Fazer política não significa partidarização. A democracia representativa é uma artificialidade conveniente: enquanto estruturas hierárquicas assentes na delegação e centralização do poder, os partidos são parte do problema, não da solução. Queremos auto-gestão, não partidarização!

Companheirxs, temos quase tudo para TRANSformar. Por isso, apelamos a todxs a que – a nível individual ou enquanto colectivos autónomos – se juntem ao Bloco Transfeminista Libertário, no próximo sábado, dia 11, às 15h, na Marcha | Constroem muros, Aprendemos a Voar!, em Lisboa.

*Bloco não-misto

#transfeminismo_libertario #queer #interseccionalidade #transfeminismo_antiespecista #smash_cisheteropatriarchy #8M

(Lisboa, Porto, Coimbra, Setúbal…) #8M Não Me Calo!


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#NiUnaMenos #VivasNosQueremos– Paralisação Internacional de Mulheres, concentração #8M Não Me Calo! | International Women’s Strike

Sob o mote “ Não me calo, nem trabalho – Basta!”, para amanhã, 8 de Março, está convocada uma paralisação internacional de Mulheres a nível mundial. Neste momento mulheres de mais de 49 países vão parar e sair á rua em protesto contra a violência machista, a opressão e exploração de que são alvo, e as desigualdades que afetam milhões de mulheres em todo o mundo.

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Em #Lisboa, Rossio, 18H

“Nós, mulheres, fazemos greve e saímos à rua em todo o mundo! Fomos milhões na Marcha Global Anti-Trump e no dia Internacional da Mulher seremos muito mais! Unimo-nos às companheiras dos mais de 30 países que já aderiram a International Women’s strike / Paro Internacional de Mujeres. Dia 8 saímos à rua!” Dizem as mulheres de diferentes colectivos feministas de Lisboa que conjuntamente foram a rede 8 de Março que afirmam querer “deixar de ser o resultado de uma educação machista, racista e competitiva. Para isso juntamos lutas comuns, afirmamos a solidariedade e agimos em conjunto para ampliar o campo do possível, tomando o futuro nas nossas mãos.” Evento de Lisboa | http://bit.ly/2mctiMc

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No #Porto, Tridade, 18 H

Dia 8 de Março de 2017, as mulheres mobilizam-se por todo o mundo. Unidas protestamos contra o avanço do conservadorismo.
É dia de marcha contra a misoginia, o machismo e todas as formas de violência de género, tais como a violação, a violência doméstica, o racismo, a transfobia e a lesbofobia.
O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 1909 nos Estados Unidos, em memória do protesto das operárias da indústria do vestuário de Nova York contra as más condições de trabalho. Muita luta ocorreu desde então e o dia 8 de Março é celebrado como o dia internacional das mulheres, não para enaltecer a beleza e graça femininas, mas para se afirmar como um dia de luta das mulheres trabalhadoras pelo reconhecimento dos seus direitos à igualdade de condições sociais, que incluem trabalho, remuneração digna, e muito mais.
Por essas razões, o Festival Feminista do Porto apela a todas as pessoas, colectivos e associações que se revêem nestas lutas que se juntem à Arruada Feminista, para abanarmos as ruas do Porto em solidariedade com todas a vítimas e resistentes do patriarcado!
Aqui estamos para dar vivas a todas as invisíveis que carregam este mundo. Às mulheres. Às que lutam para ter comida na mesa. Às mães solteiras. Às negras. Às que sobreviveram à violência dos homens. Às que não sobreviveram. Às que são invadidas pelo racismo. Às mutiladas. Às presas. Às pessoas trans. Às putas. Às gordas. Às peludas. Às fufas. Às histéricas. Às que resistem e a todas aquelas que são vítimas do patriarcado.
Este 8 de Março de 2017, seguimos nas ruas pelos nossos direitos! Nem um passo atrás!
Saudações feministas, Festival Feminista do Porto”|
Evento no Porto:  https://www.facebook.com/events/1872243156385989/

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Em #Coimbra, Praça 8 de Maio, 15H,30

A Assembleia Feminista de Coimbra “apela à PARALISAÇÃO das mulheres enquanto acto de mobilização e reivindicação feminista. Neste 8 de Março, fazem greve e vamos paralisar todas as nossas actividades dentro e fora de casa, remuneradas e não remuneradas, como forma de luta e mobilização, porque sobre nós, mulheres – sobretudo as negras e as migrantes – recai um sem número de trabalhos e actividades invisibilizadas e desvalorizadas. Recusamos a precariedade imposta pelo sistema neo-liberal: dos nossos salários, perspectivas laborais e, acima de tudo, dos nossos tempos de vida e afetos. Apelamos a que todas as mulheres, a partir dos seus territórios e das suas práticas, se juntem a nós este 8 de Março – na insurgência contra este sistema patriarcal e capitalista que arruína as nossas vidas! A solidariedade é a nossa força! “| Evento em Coimbra | http://bit.ly/2mOW8G9

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Em #Setúbal, Largo da Fonte Nova, 17h,30

O “Projeto SIGA, através da iniciativa voluntária da Vanessa Amorim e do João Santos, adere à iniciativa internacional 8M – International Women’s Strike/ Paralisação Internacional das Mulheres Concentração 8M Não Me Calo! Em Setúbal queremos assinalar este dia, queremos sair à rua, mulheres e homens, reivindicando a igualdade. Não nos calamos! “ Evento em Setúbal | http://bit.ly/2mfKMtb

Mais informações | Assembleia Feminista Lisboa ; Assembleia Feminista de Coimbra ; 8M Portugal ; Rede 8 de Março; Festival Feminista do Porto

aqui (com acrescento do evento no Porto): Guilhotina.info

(ensino) Em Coimbra todas as lutas vão dar ao “Não à Fundação”


luta-anti-fundacao

Como anunciado pelo Conselho de Repúblicas, as Repúblicas de Coimbra estão a organizar uma semana de actividades contra a passagem da Universidade de Coimbra a Fundação. Uma semana repleta de conversas, acções de rua e muito mais, que culmina com uma Concentração Anti-Fundação na próxima segunda-feira, 20 de Fevereiro.

Juntamos ligações para o Comunicado do Conselho de Repúblicas e para fotos de faixas contra a Fundação em mais de uma dezena de Repúblicas.

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