anti-militarismo

(Rompiendo Filas) América Latina e Caribe contra o militarismo


revista

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A América Latina e o Caribe são duas regiões onde o peso da instituição militar tem sido muito grande e a intervenção dos militares na vida política e social uma quase constante, seja no quadro conservador e ditatorial, seja nas experiências vanguardistas e putschistas mais esquerdistas. Daí a relevância do aparecimento de uma rede anti-militarista regional, composta por 11 organizações de 8 países (Colômbia, Chile, Paraguai, Bolívia, Brasil, Venezuela, Cuba e Equador) que está a lançar internacionalmente uma nova publicação antimilitarista, de acesso livre e gratuito.

Esta quarta feira, 16 de Março, organizações índole libertária de toda a América Latina e Caribe promovem o lançamento internacional da revista “Rompiendo Filas” da Rede Antimilitarista da América Latina e Caribe, Ramalc.

Esta nova publicação semestral  (que já pode ser consultada e descarregada da web) “responde ao desafio de circular reflexão, experiência e possibilidade de mudança, e para isso põe a dialogar lugares e vozes comprometidos com o anti-militarismo na América Latina.”

Rompiendo Filas é de distribuição gratuita e realização colectiva, livre e voluntária. Pode ser descarregada em formato PDF desde o sítio www.ramalc.org, e em papel conforme as iniciativas locais.

A rede Ramalc é composta de indivíduos, grupos anti-militaristas e sociais que concordam em que a resistência ao militarismo deve ser civil, não promovendo nenhuma actividade com características militares. A Ramalc promove – através de encontros e de actividades não violentas – o antimilitarismo na sociedade, questionando a estrutura militar e as práticas de dominação.

Contacto e informação: ramalc@riseup.net

Tanya Gólan: a militante anarquista que recusa fazer parte do Exército Sionista Israelita


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O serviço militar obrigatório em Israel tem levado muitos jovens pacifistas a recusarem prestar serviço militar, entre eles vários anarquistas que reclamam o direito à objecção de consciência. Num país onde a autoridade das forças militares é inoculada nos jovens desde os bancos da escola e o espírito militar atinge todos os sectores sociais, a recusa em prestar o serviço militar e colaborar com o exército é visto como um acto de insubmissão e tem como pena a prisão. Tanya Gólan é uma destas activistas que, por se recusarem a submeter à lei militar, foram privadas da liberdade e sujeitas à prisão pelo Estado israelita.

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