Brasil

Revista Verve nº 35 (2019) já disponível na web


Capturar

Versão completa em pdf. 

Clique aqui

v e r v e 35

SUMÁRIO

O movimento anarquista uruguaio nos tempos de cólera
The Uruguayan Anarchist Movement in the Time of Cholera
Daniel Barret

Ponto para o advogado
Point for the Lawyer
Christian Ferrer

A abundância exuberante de uma abolicionista penal
The Exuberant Abundance of an Abolitionist
Salete Oliveira

Um caso menor
A Minor Case
[página única 1]
Nu-Sol

Entrevista com José Maria Carvalho Ferreira
Interview with José Maria Carvalho Ferreira
José Maria Carvalho Ferreira & Nu-Sol

O ronco do surdo é a batalha
The Sound of Drum is the Fight
[página única 2]
Nu-Sol

Emma Goldman, saúde!
Emma Goldman, Salut!
Eliane Carvalho

Minha vida valeu a pena?
Was My Life Worth Living?
Emma Goldman

Dossiê Sakae Ôsugi
Sakae Ôsugi Dossier
Sakae Ôsugi

resenhas

2013 que urge e ruge
Democracy and its Totalitarian Gaps
Flávia Lucchesi

Um ladrão de livros anarquistas e as histórias que seguirão
A Thief of Anarchist Books and the Stories that Will Follow
Gustavo Simões

Números anteriores: http://www.nu-sol.org/verve/

(Desde o Brasil) ENTREVISTAS COM ANARQUISTAS E COLETES AMARELOS EM FRANÇA


yellow_vests_2-880x563

Do Brasil

DE OLHO NA REVOLTA SOCIAL DO OUTRO LADO DO OCEANO:
COLETES AMARELOS: GUERRA CIVIL OU GUERRA SOCIAL?

Introdução

Desde novembro do ano passado, a França toda está sacudida pelo maior movimento social vivido no país desde 1968. Estamos frente a um movimento heterogêneo e anárquico por essência já que nenhuma representação oficial do movimento é aceita por parte do corpo do movimento. O que está acontecendo na França? Que posição tomam xs anarquistas? Podemos falar de Insurreição? De Revolução Social?

Intrigadxs, alguns anarquistas realizaram um par de entrevistas com companheirxs que moram na França e que de alguma ou outra maneira, decidiram se envolver com o movimento. Uma parte dessas entrevistas foi já publicada no número 3 da revista anarquista “Crônica Subversiva” de Porto Alegre. Entretanto como o debate nos parece urgente enviamos uma parte das entrevistas pela internet.

A nossa intenção ao realizar essas entrevistas é antes de tudo entender quais são as posições dxs anarquistas em relação ao movimento, quais são suas formas de ação e como elas se comunicam com o movimento social. Para isso, buscamos provocar o debate trazendo aqui diferentes posicionamentos em relação à ação anarquista nos movimentos sociais, tudo isso no intuito de nos provocar, desde o lugar onde estamos para (re)pensar nossos meios e métodos de ação.

Das 4 respostas recebidas até agora, encontramos companheiros que se identificam como “Indivíduos Anarquistas que moram em Paris” que chamamos aqui de “IA”, outro companheiro “T” que chamou-se de: “um anarquista de uns 40 anos, desempregado de longa data que mora na periferia de Paris.” Mais um companheiro anarquista da região
metropolitana chamado aqui de “A” e por fim, umas/uns companheirxs anarquistas de Toulouse que chamaremos aqui de “AT”.

(mais…)

PNR escorraçado em Coimbra por grupos antifascistas


 

26 de Fevereiro de 2019

A partir das 14h, cerca de três centenas de pessoas juntaram-se em frente à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra para receber os fascistas e bolsominions que pretendiam ganhar protagonismo a pretexto da conferência de Jean Wyllys nesta faculdade.

A manifestação de extrema direita marcada para as 15h foi recebida por uma frente ampla de colectivos antifascistas numa tarde combativa.

A manifestação terminou cerca das 18h, quando as cerca de duas dezenas de grunhos abandonaram o local.

De seguida, mais de uma centena de pessoas dos diferentes grupos reuniu-se em assembleia aberta nos jardins da Faculdade.

(recebido via email)

Os grunhos:

 

(Julho de 2019) Chamada à apresentação de trabalhos sobre anarquismo para o 30º Simpósio Nacional da Associação de História do Brasil



logo

Anarquismo em questão: conceitos, práticas, circulação e trajetórias.

De 15 a 19 de julho de 2019, em Recife – Pernambuco, ocorrerá o 30º Simpósio Nacional da Associação Nacional de História (Brasil) e convidamos à inscrição de trabalhos no Simpósio 013. Anarquismo em Questão: conceitos, práticas, circulação e trajetórias.

013. Anarquismo em questão: conceitos, práticas, circulação e trajetórias.
Coordenadores:
Angela Maria Roberti Martins (UERJ / UNIGRANRIO), José Damiro de Moraes (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO / UNIRIO)

Resumo: Este Simpósio Temático (ST) pretende reunir estudiosos e pesquisadores de diferentes áreas, níveis e perspectivas, cujas pesquisas, trabalhos e demais formas de produção estejam concentradas nas discussões de ordem teórico-conceitual, metodológica e política do anarquismo. Em nossa compreensão, referendada por extensa bibliografia, o anarquismo influenciou o movimento operário brasileiro no século XX, mas não cessa de acontecer, comprovando sua relevância para a atualidade. Nessa perspectiva, o ST é uma oportunidade acadêmica para a socialização e interação de projetos individuais e/ou coletivos que se desenvolvam em torno do Anarquismo em suas mais variadas dimensões, compreensões e recortes espaço-temporais.

Mais informações no site do evento:

https://www.snh2019.anpuh.org/apresentacao

(Brasil) Panfleto difundido durante o Ato antifascista em Porto Alegre, no dia 11 de outubro


o fascismo mata

capoeira

No Ato Antifascista, do dia 11 de outubro, em Porto Alegre,  muitas vontades e formas de luta se juntaram para mostrar que, apesar das vergonhosas percentagens de eleitores que optaram pelo fascismo, existem pessoas que pelo menos sairão nas ruas para mostrar um rechaço ao totalitarismo.
Muitas bandeiras se fizeram presentes no ato: A torcida antiracista/antifascista, feministas, antiespecistas, estudantes, anarquistas de várias propostas, bandeiras da diversidade sexual, bandeiras contra o racismo, um bando  de capoeiras quem, armados de berimbaus e uma faixa  que dizia: Capoeira Angola Contra o Fascismo. Mestre Moa Presente. Vidas Negras Importam, deram resposta de força diante do assassinato bolsonarista do Mestre Moa, na Bahia. Outra faixa lembrava aquela frase muito oportuna de Marighela: Não Temos Tempo Para Ter Medo, como conjurando o afastamento desse sentimento nestes tempos difíceis. Marielle Presente! gritava mais uma faixa, repudiando o assassinato para-estatal acontecido no Rio de Janeiro. Assim, foram várias as expressões que criaram uma turbulência de coletividades e individualidades no rechaço à figura do fascismo atual, Jair Bolsonaro.
A caminhada fluiu sem demoras. Claramente ecoava com mais força  “ele não” e frases de rechaço ao fascismo. Mas, nos gritos, também podia se aperceber a intenção de alguns partidos, de esquerda, por se apropriar do ato fazendo campanha, seu empenho para se aproveitar de toda luta não tem limites. Foram eles, os da esquerda partidarista, quem propuseram terminar o ato no Largo do Zumbi, após menos duma hora de caminhada.
Felizmente, nesse momento, algumas pessoas mais se juntaram e chamaram para que o ato continuasse, e continuou. Há tempo não se via um tumulto assim na cidade, um tumulto sob a consigna de oposição ao autoritarismo. É importante ressaltar que estas primeiras saídas  nas ruas, são sinais significativas, tanto para nós que odiamos todo tipo de autoridade, quanto para os inimigos, de que haverão respostas diante do ressurgimento do autoritarismo, esta vez democraticamente eleito.

CapturarCapturar1

(Brasil) Revista Verve, nº 32, já disponível na web


Capturar

ler e download: http://www.nu-sol.org/wp-content/uploads/2017/11/verve32.pdf

sumário

A Greve Geral de São Paulo, 1917 –Edson Passetti & Acácio Augusto
Contra o confusionismo, pela lógica — pela organização anarquista — falsa e perigosa
ilusão – Florentino de Carvalho
A Revolução Russa e o Partido Comunista – Alexander Berkman
Manifesto da liga da não conscrição – Emma Goldman & Alexander Berkman
… e 9 meses depois – Edson Passetti
Sobre pluralismo, tolerância e monitoramentos: em marcha a perseguição aos anarquistas no Rio Grande do Sul, Brasil –Nu-Sol
Não se distraia – Nu-Sol
Roberto Feire e o erotismo anarquista – Gustavo Simões
Um libertário. Erotismo Libertário – Roberto Freire
Anarquismo e gastronomia: a utopia intensa de unir fogões,
barricadas, prazer e liberdade – Nelson Méndez
Com a garganta seca – Nu-Sol
resenhas
John Cage, os ruídos desta hora! – Gustavo Simões
Não colonizar-se: os anarquismos na Bolívia – Luíza Uehara

Da apresentação

verve a partir deste trigésimo segundo número estará em formato eletrônico (PDF e ePub). isso acontece após exatos 15 anos de circulação impressa semestral, ininterrupta, registrando a anarquia e abolicionismo penal libertário. a mudança não se dá por convenção, mas para a revista se manter autogestionária. este número traz um registro da greve geral de 1917, em são paulo e os efeitos da revolução russa. são acontecimentos centenários ainda presentes na história das lutas. a revista abre com a aula-teatro 22, por edson passetti e acácio augusto, relembrando a greve geral de 1917, ocorrida em são paulo, quando mulheres, homens e crianças explicitaram o início da revolução social contra a propriedade, repressões e violências com as quais a oligarquia paulista submetia os operários e lavradores. trazemos um curto texto de florentino de carvalho comentando repercussões da revolução russa e alertando para a diferença vital entre comunismo libertário e comunismo de estado ou marxista. alexander berkman em análise acurada expõe, em 1921, os rumos da revolução russa, desvelando a impostura bolchevista no interior do partido comunista. somada à reflexão minuciosa acerca do partido, o anarquista situa o esmagamento da revolução social por meio do controle político efetivado pela ditadura do proletariado, máquina burocrática policial e punitiva. do mesmo ano de 1917, ao norte da américa, verve 32 publica o manifesto de emma goldman e alexander berkman contra a conscrição militar nos EUA. a revolução se faz todo dia por cada um para mudar o mundo todo dia. verve 32 registra, em página única, as atuais perseguições aos anarquistas, com a operação ébero, no rio grande do sul; alerta para não nos distrairmos diante das investidas de forças conservadoras, como a ocorrida no impedimento de seminário sobre a revolução russa na uerj; escancara a continuidade do massacre de jovens nas prisões. atiça para as transformações anarquistas no presente e republica dois registros sobre o erotismo libertário por roberto freire, anarquista caloroso que completaria 90 anos em 2017, e o delicioso ensaio de nelson mendez, sobre uma história gastronômica da anarquia. cada um a seu modo, freire e mendez mostram que para os anarquistas não há dissociação entre prazeres e luta. verve 32 fecha com duas resenhas que lidam com a anarquia hoje e sua atualidade descentralizada: gustavo simões, a partir das correspondências trocadas pelo artista anarquista john cage, nos convida a ouvir os ruídos da anarquia; luíza uehara mapeia a história e a contemporaneidade dos anarquismos na bolívia, alertando para o risco de capturas empreendedoras e resilientes. verve 32 atravessa os fluxos eletrônicos como revista de atitudes, labareda que lambe corpos explodindo as mediações da tela e dos protocolos, dos softwares aos indexadores.

(Brasil) Editora portuguesa ‘Barricada de Livros’ presente na VIII Feira Anarquista de São Paulo


21368838_1675547859146075_3046701548190643804_oVIII Feira Anarquista de São Paulo

Domingo, 5 de Novembro de 2017

*

Atividade Pré-Feira

02/11 – 18h-22h Show Beneficente à VIII Feira Anarquista de São Paulo com Ordinária Hit, Katarse e Desacato Civil
Local: Morfeus Clube. Rua Ana Cintra, 110 – São Paulo/SP (Próximo ao metrô Santa Cecilia)

PROGRAMAÇÃO VIII FEIRA ANARQUISTA DE SÃO PAULO

(Feira em solidariedade a Rafael Braga – na banca da Biblioteca Terra Livre haverá uma caixa de doação que será destinada à campanha Uma Casa Para Rafael Braga)

10h – Início da Feira Anarquista de São Paulo 2017
10h – Abertura do espaço Adelino de Pinho
10h – Oficina: Yoga Punx: Conversa sobre Yoga e Anarquismo e aula após debate (Yoga Para Todxs)
10h – Filme: Indomáveis, uma história de Mujeres Libres (61 min., 2012)

11h – Oficina: Permacultura – Como modificar os espaços urbanos? (Coletivo Abelha)
11h – Debate: Anarquia muda! (Para Mudar Tudo)
11h – Roda de conversa: Laboratório de Educação Anarquista e seus livros infantis (LEA)

11h30 – Filme: Sacco e Vanzetti (80 min., 2006)

12h – Atividade: Caça aos tesouros (LEA)
12h – Debate: Anarquismo na ditadura civil militar: 40 anos de jornal Inimigo do Rei (Maloca Libertária)
12h – Debate: “Anarquismo Especificista e Poder Popular” (OASL)

13h – Oficina: Autonomia e autocuidado em casos de gestações não desejadas
13h – Filme: 1917: a Greve Geral (90 min., 2017)
13h – Lançamento de livro: Os Cangaceiros (Mário Rui Pinto – Barricada de Livros)
13h – Lançamento de livro: Leituras libertárias (Lucia Parra – Centro de Cultura Social)

14h – Filme: Seleção de curtas infantis (LEA)
14h – Debate: Responsabilidade e cuidado com as crianças (LEA)
14h – Debate: Como organizar o trabalho autogestionário para além do Capital? (VIASOT)
14h – Debate: A Revolução Russa e seus impactos no anarquismo brasileiro (IEL)

15h – Teatro: O Vendedor de Verdades (Cia Canina)
15h – Debate: A greve geral de 1917 (Carlos Pronzato, Samanta Colhado Mendes e Grupo de Estudos Greve Geral 1917)
15h – Atividade: Bandeira Negra (LEA)
15h – Oficina: Vivência em pedagogia libertária (Cursinho Livre da Lapa)

16h – Debate: O avanço da direita e do fascismo na Europa (Barricada de Livros)
16h – Sarau: Sarau Libertário (Ativismo ABC)
16h – Filme: Lute como uma menina! (76 min., 2016)

17h – Teatro: Circo Fubanguinho (Trupe da Lona Preta)

17h30 – Debate: Encarceramento em massa (Coletivo Herzer, 30 dias por Rafael Braga, Camila Gibim)

18h – Sarau: Sarau das Minas (Coletivo Sarau das Mina)
18h – Limpeza e organização do Espaço Adelino de Pinho (LEA)

19h – Teatro: Blitz – O Império que Nunca Dorme (Trupe Olho da Rua)

20h – Encerramento da VIII Feira Anarquista de São Paulo

Confirme sua presença em: https://www.facebook.com/events/113576179358627

Leia a carta de princípios: https://feiranarquistasp.wordpress.com/principios/

%d bloggers like this: