Curdistão

Marcha em solidariedade com Ocalan e o Curdistão junta mais de 30 mil em Estrasburgo


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#FreeOcalan #LongMarch11F Termina a marcha em solidariedade com o #Curdistão | Aproximadamente 30 000 curdos e internacionalistas marcharam ontem, dia 11 de Fevereiro, em Estrasburgo para exigir a libertação de Abdullah Ocalan e estatuto político para o Curdistão

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A Luta de Libertação Curda | Ciclo de Conversas + Assembleia + criação da Plataforma em Solidariedade aos Povos do Curdistão


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#AltPT A Luta de Libertação | Ciclo de Conversas + Assembleia
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SETÚBAL – 18 de Janeiro às 21h – Conversa com coletivo Rojava Azadî Madrid e Nesrin Usif
Local: Espaço Maquis Largo António Joaquim Correia n. 13 (Largo da Palmeira), Fonte Nova
COIMBRA – 19 de Janeiro às 16h – Documentário + Conversa com coletivo Rojava Azadi Madrid e Nesrin Usif
Local: República Ninho Dos Matulões [Rua Infanta D.Tereza 29b Celas]
PORTO – 20 de Janeiro às 21h – Conversa com coletivo Rojava Azadi Madrid e Nesrin Usif
Local: Gato Vadio [Rua do Rosário nº281]
LISBOA – 21 de Janeiro às 16h – Conversa com coletivo Rojava Azadi Madrid e Nesrin Usif
Local: Casa da Achada – Centro Mário Dionísio[Rua da Achada, 11, R/C]
LISBOA – 22 de Janeiro às 15h – Assembleia de fundação da Plataforma em Solidariedade aos Povos do Curdistão
Local: Grupo Excursionista e Recreativo Os Amigos do Minho [R. do Benformoso 244, 1100-395 Lisboa]

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(Rojava) Mais um anarquista, membro das Brigadas Internacionais, morto em combate


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O voluntário das YPG, natural dos Estados Unidos, que morreu a lutar contra o ISIS, Michael Israel (nascido em 1989), era um anarquista, membro dos IWW. Relatos iniciais indicavam que tinha morrido lado a lado com um voluntário alemão, vitimados por um ataque aéreo turco a norte de Raqqa. Até ao momento não foram revelados mais detalhes que possam esclarecer as circunstância em que foi morto. Já em Agosto tinha sido morto em combate, em Rojava, um outro voluntário anarquista norte-americano,  Jordan Mactaggart.

Um amigo escreveu na sua página de facebook: “é com o coração pesado que soube hoje que o heval (amigo, companheiro, em curdo) Michael Israel morreu a lutar contra o ISIS enquanto voluntário das YPG em Rojava: Michael era um homem cheio de fortes convicções; um lutador inspirado e idealista que combateu como nenhum outro por um mundo melhor, não só para um Curdistão melhor ou para uma América melhor. Ele passou toda a sua vida a lutar contra sistemas injustos que recusavam a paz, e percorreu os Estados Unidos consciencializando as populações contra a guerra do Iraque. Ele partilhava com todos as experiências e lições que viveu na Síria e nos Estados Unidos. Morreu como viveu, e o seu legado é um exemplo de como um verdadeiro revolucionário deve ser. A história vai glorificá-lo, entre muitos outros, como um dos maiores da nossa geração. Ele ensinou-me muito e nunca me vou esquecer dele. Rest in power heval.”

No dia 13 de Agosto, logo após voltar para Rojava, Mike tinha colocado o seguinte post: “com a libertação de Manbîc, as YPG e YPJ estão mais perto de cortarem ao ISIS a sua capacidade de transporte de materiais e pessoas através da fronteira turca. Uma vez que esta fonte de abastecimentos lhes for cortada, o ISIS ficará completamente isolado. Para vocês que estão no Ocidente, isto significa que eles não poderão continuar a passar o seu pessoal com a mesma facilidade para os estados europeus. Rojava assumiu querer tornar mais seguras as vidas daqueles que estão muito além das suas fronteiras face a estes fascistas. Por favor, não esqueçam os sacrifícios que Rojava tem feito ao lutar e a conter os grupos do ISIS. Façam o que puderem para apoiar a luta e a revolução em Rojava, contribuindo com o que possam. A Solidariedade Internacional. para quem tanto se tem sacrificado para livrar o mundo destes fascistas. é uma obrigação ”.

aqui: https://www.facebook.com/WorkersSolidarityMovement/posts/1621869404505533:0

https://insurrectionnewsworldwide.com/2016/11/30/rest-in-power-anarchist-comrade-michael-israel-killed-fighting-islamic-state-fascists-in-rojava/

https://www.facebook.com/michael.israel.92

https://www.facebook.com/YPGInternational/photos/a.1698056920479737.1073741829.1698006960484733/1948901635395263/?type=3&theater

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(YPG) Anarquista norte-americano Jordan MacTaggart morto em combate em Rojava


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Honra a quem luta!

O anarquista norte-americano Jordan MacTaggart, que se tinha juntado às fileiras do YPG, no Curdistão sírio, para lutar contra o Estado Islâmico, morreu em combate no dia 3 de Agosto, numa missão de protecção a civis durante a operação militar para libertar Manbij, anunciaram as Unidades de Protecção Popular Curdas (YPG).
“O nosso camarada era uma pessoa modesta e genial, que estava sempre na linha da frente na luta contra os terroristas. O mártir Jordan levantou a bandeira da liberdade e da fraternidade dos povos. A sua luta e resistência enriqueceu a revolução de Rojava e gravou o seu nome na história dos nossos povos.”, lê-se na declaração do YPG.

aqui. https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2016/08/26/curdistao-anarquista-americano-jordan-mactaggart-morto-lutando-contra-o-estado-islamico-em-fileiras-do-ypg/

Tributo a Jordan MacTaggart:  https://www.facebook.com/IBORofficial/videos/1880699598882134/

(Lisboa) Conversa sobre a revolução no Curdistão, na Disgraça


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Quinta-feira, dia 24 de Março, pelas 21h30
na Disgraça (Rua da Penha de França nº 217 a/b – Lisboa)
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Conversa sobre a revolução no Curdistão

Por um membro da Azadí-Plataforma de Solidariedade com o Povo Curdo de Barcelona

No Curdistão está a ser levada a cabo uma revolução social de uma magnitude não vista desde há décadas. Um novo paradigma político surgiu da resistência do povo curdo contra a opressão: o Confederalismo Democrático. Este paradigma tem como pontos chave a libertação da mulher, a luta contra o Estado e o capital, a tomada de decisões desde as bases, a autodefesa e a economia social e ecológica. Aqui podem descarregar o livro, em catalão, La Revolució Ignorada: Feminisme, democràcia directa i pluralisme radical a l’Orient Mitjà http://reconstruirelcomunal.net/wp-content/uploads/2015/03/La-revolucio-ignorada.pdf

E como de costume, às 20h, haverá jantar vegan!

Relacionado:

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2014/10/08/porque-e-que-o-mundo-ignora-os-revolucionarios-curdos-na-siria/

http://www.jornalmapa.pt/2015/01/03/entrevista-com-david-graeber-sobre-rojava/

https://resistenciacurda.wordpress.com/2015/02/04/uma-entrevista-com-um-militante-do-daf-sobre-a-solidariedade-pelo-processo-social-em-rojava/

(atentados de Bruxelas) O terror tem muitas frentes


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Cimeira das Lajes, 16 de março de 2003. O contra-ataque do “Império” com os resultados que hoje se conhecem: o mundo está mais inseguro, embora mais desigual e mais policiado.
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Bruxelas: imagem de vítimas dos atentados desta manhã
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Imagem de Kobane, semi-destruída e alvo constante de ataques do Estado Islâmico
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A propósito dos atentados de Bruxelas, de Rojava, do Curdistão, da NATO, da Turquia, das potências ocidentais e do Estado Islâmico. O terror tem muitas frentes.
Quando se fala de atentados do Estado Islâmico geralmente esquece-se que quem tem estado na primeira linha de combate ao Daesh têm sido os militantes curdos que instalaram no norte da Síria o confederalismo democrático de raiz libertária. Libertaram já Kobane e extensas áreas do domínio do terror totalitário islâmico. São eles também que lutam activamente contra o Estado Islâmico das montanhas de Rojava às ruas de Istambul, onde são também perseguidos pelo regime turco de Erdogan, membro da NATO e agora aliado e pago pela União Europeia para instalar campos de refugiados no seu território, mesmo contra a vontade destes.
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De 18 a 24 de Março, os curdos celebram o ano novo. Este sábado em Kobane, os habitantes da cidade puseram centenas de velas nas campas das pessoas assassinadas pelo Daesh. Em Istambul, como vem sendo hábito a policia turca reprimiu as celebrações do ano novo curdo (Newroz). 120 pessoas foram presas. A luta ali contra o Estado Islâmico e contra o exército turco é uma luta de todos os dias, com atentados constantes e milhares de mortos. E a Europa faz que não vê nem ouve.
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