denúncia

#NemMaisUma Violação em autocarro durante Queima das Fitas do #Porto


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#NemMaisUma Violação em autocarro durante Queima das Fitas do #Porto

Nos últimos dias começaram a circular denúncias relativas a uma violação que terá acontecido durante a Queima das Fitas do Porto, tendo terminado no domingo. As fotografias do violador e dos espectadores emergiram ontem, terça-feira, e não podíamos deixar de as replicar num esforço para que estas bestas não tenham como sair à rua sem sentir vergonha na cara.

A violação ocorreu num autocarro dos STCP cheio de estudantes, onde ninguém interveio de maneira alguma para a impedir. Pelo contrário, a larga maioria dos presentes parecia estar bastante divertido com a situação, pois foram tiradas fotografia e foi gravado pelo menos um vídeo. Desde a noite de domingo que o vídeo foi espalhado em redes sociais como o whatsapp, expondo a identidade da jovem abusada e celebrando o acontecimento.

No final do vídeo, vê-se claramente que a jovem está completamente perdida e não está na posse das suas normais faculdades. Embora não estejam esclarecidas todas as circunstâncias, parece fazer sentido o relato de que a sua bebida teria sido minada.

Não temos palavras suficientes para expressar a nossa solidariedade com a jovem abusada, nem o nosso nojo pela Besta e por todos os que assistiram sem nada fazer para o impedir. É aterrador e intolerável a onda de abusos durante as Queimas das Fitas por todo o país. A apatia (nuns casos) ou a euforia (noutros) com que os universitários convivem com este tipo de abusos no principal ritual da praxe académica, mostra que o trabalho de acefalização da comunidade estudantil feito durante o resto do ano é bem-(mal-)sucedido.

Aqui

através de http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/36307

Este post foi denunciado e apagado pelo facebook do site Guilhotina.info  depois de ter atingido mais de 500 mil pessoas e ter tido largas centenas de partilhas , alegadamente por ter “violado os padrões da comunidade” (seja lá o que isso for…)

 

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(Hospital Lusíadas) Trabalhador denuncia clima de “opressão, pressão psicológica, ameaças e xenofobia”


lusíadas

Recebemos de um companheiro devidamente identificado a carta de um trabalhador do Hospital Lusíadas em Lisboa que denuncia um clima de “opressão, pressão psicológica, ameaças e xenofobia” por parte da hierarquia. Este trabalhador prefere ficar no anonimato, por medo de eventuais represálias. Uma queixa neste sentido já seguiu para a ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho).

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(zona de Lisboa) Debates contra a exploração de gás de xisto e petróleo


xisto

Convite para dois debates importantes na zona de Lisboa: na Parede e em Cacilhas

Sexta-feira, 25 de Março na SMUP (Parede) | 22.00H (*)
Sábado, 26 de Março no Centro de Cultura Libertária (Cacilhas) | 21.00H (**)

Organização de Cultura no Muro e Centro de Cultura Libertária,  com a participação da Plataforma Algarve Livre de Petróleo | Contra a exploração de gás de xisto e petróleo

A exploração de gás de xisto e petróleo na costa (em terra e no mar) está a avançar: as entidades envolvidas (empresas e órgãos estatais) estão lançadas neste seu novo negócio capaz de destruir territórios e relações sociais de uma forma irreversível. Essa exploração representa não só o perigo futuro do desastre – dos derrames de petróleo à infiltração de gás na água -, mas o desastre imediato: locais desfigurados, meios de subsistência arrasados, relações cortadas, habitats ocupados e contaminados.

Da mesma forma, aqui e ali surgiram e continuam a surgir dinâmicas e movimentos que contrariam as intenções dessas instituições, da denúncia ao contra-ataque.

O Centro de Cultura Libertária e a Cultura no Muro realizam duas datas dedicadas a este tema, como contribuição para uma luta que não se esgota nessas datas. Nestas duas sessões, participantes da Plataforma Algarve Livre de Petróleo (https://www.facebook.com/AlgarveLivreDePetroleo/?fref=ts) vêm falar sobre a exploração de gás e petróleo em Portugal e as suas experiências concretas na luta contra esse projecto; de seguida existirá espaço para o debate entre todos sobre estas e outras questões.

(*) 25 de Março, às 22h, Cultura no Muro (na Sociedade Musical União Paredense) – Rua Marquês de Pombal, 319, Parede
https://www.facebook.com/CulturaNoMuro/?fref=ts

(**)26 de Março, às 21h, com jantar às 20h, no Centro de Cultura Libertária – Rua Cândido dos Reis, 121, Cacilhas
http://www.facebook.com/CentroDeCulturaLibertaria

aqui: https://www.facebook.com/events/851844938257908/

(PT) Notas sobre o novo governo (PS, apoiado pelo PCP e pelo BE)


O-pior-cego-e-aquele-que-nao-quer-ver (1)

O novo governo – 1

Quando se avalia um governo por ter ” a primeira ministra negra” ou “a primeira secretária de estado cega” está tudo dito…

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800

O novo governo – 2

Quando um governo do PS (em tudo parecido com aquele que o PCP e o BE ajudaram a derrubar no tempo de Sócrates, há quatro anos, – e alguns dos protagonistas são exactamente os mesmos) merece elogios à sua “esquerda” como se estivéssemos numa “mudança de paradigma” ou num novo “25 de Abril” é caso para nos interrogarmos sobre a sanidade ideológica e mental de grande parte daqueles que se auto-classificam de “esquerda”…

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capoulas

O novo governo – 3

Quando se diz que o novo governo do PS vem acabar com a austeridade e o compadrio é caso para olharmos para o histórico de quem o integra. Agora, com o beneplácito do PCP e do BE, é altura de relembrar o velho ditado: “diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és”. Tudo farinha do mesmo saco, a quem o acesso ao poder e às suas mordomias é apenas aquilo que interessa.

(Lisboa) Mais uma acção “artivista”


foto

fotos aqui

A iniciativa “Artivista”, realizada hoje pelas 17:00 no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa, foi dada por terminada cerca de 25 minutos depois.

Os participantes, seguidos de perto pelo pessoal de vigilância do museu, realizaram a “performance Artivista” perante o olhar incrédulo de alguns dos visitantes.

No final, os diferentes participantes dirigiram-se para a recepção do museu, onde pediram o livro de reclamações e apresentaram o seu protesto, nomeadamente, por “acesso de todos aos museus e à cultura”, como disse à Lusa um dos “artivistas”.

Intitulada “Os nossos sonhos não cabem nas vossas urnas”, a intervenção foi apresentada pelo artista plástico Rui Mourão como um “segundo ato”, depois do “primeiro ato” realizado no passado dia 04 de julho, no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, durante a inauguração da sua instalação, e que durou até ao dia seguinte.

Nos pisos dois e três do MNAA estiveram hoje 73 pessoas vestidas de negro – “em sinal de luto pela Cultura”, explicou Mourão – imobilizadas, reproduzindo poses dos quadros expostos e cada um, no seu ritmo declama, em forma de lengalenga, “Somos Arte, diante da arte de luto pela Arte, em luta pela Arte”.

Os participantes, cidadãos anónimos, na sua maioria, declamaram esta espécie de “mantra” ao seu ritmo, em conjunto, mas não em coro, com intervalos de 15 minutos de silêncio.

Esta ação “artivista” visa “a reposição das entradas gratuitas todos os domingos nos museus, a redução dos preços dos bilhetes de entrada” nestas instituições e “a reposição do Ministério da Cultura” no organograma do Governo.

Outra exigência dos “artivistas” é, “conforme recomendação da UNESCO, que se estabeleça o mínimo de 1% do Orçamento do Estado para a Cultura”.

O número de 73 “artivistas” é uma referência ao artigo 73.º da Constituição da República Portuguesa, que afirma que “todos têm direito à Educação e à Cultura” e de que “o Estado promove a democratização da cultura, incentivando e assegurando o acesso de todos os cidadãos à fruição e criação cultural”.

“Estamos a defender um direito consagrado na nossa Constituição”, enfatizou à Lusa Rui Mourão. (LUSA)

Jovem libertária galega aparece morta em Aveiro, nua e com queimaduras graves. Amigos exigem investigação.


scale

imagem de arquivo (aqui)

Na passada sexta-feira (8) ou sábado (9) apareceu morta em circunstâncias ainda não esclarecidas uma companheira libertária, Marisol, em Aveiro (Portugal). Era uma rapariga galega de Ameixida, Castañeiras, na Coruña. Segundo se sabe apareceu morta, nua e com importantes queimaduras, mesmo na cabeça, numa zona de mato perto de uns campos de ténis em Aveiro. A sua documentação também foi encontrada queimada. A sua mochila e i seu cão Birlo, não estvam naquela zona quando se encontrou o corpo, mas sim na estação de comboios. A polícia espanhola comunicou à família que não ia investigar nada acerca desta morte. A policia de Aveiro, segundo parece, deixou o caso nas mãos da policia judiciária. E os resultados da autópsia na passada quarta-feira, dia 13, ainda não tinham sido comunicados à família.

A família está a sofrer muito e não quer saber de nada, nem sequer para pedir justiça e não se encontra neste momento em condições de exigir uma investigação em condições. Esta quarta-feira, dia 13, Marisol foi incinerada em Portugal. Duas amigas da sua vila na Galiza, com as quais conseguimos falar e através das quais conseguimos a maior parte das informações, também não sabem o que fazer neste momentos tão dificeis. Falámos também com o seu ex-companheiro Elois, que nos disse que tanto a família como os amigos da vila preferem suportar a dor em silêncio, sem denunciar nada.

Achamos degradante e nauseabunda a forma como a imprensa burguesa apresenta a hipótese de suicídio ou dizendo que não há indícios de crime (como aparece no ABC), quando a nossa companheira apareceu despida e queimada e junto à sua documentação também queimada. Exigimos uma verdadeira investigação para esclarecer realmente o que aconteceu, para encontrar os verdadeiros culpados. Queremos simplesmente justiça e não ocultar a sua morte, como parece que se quer fazer a partir de diversos sectores. (ler mais na revista abordaxe)

http://abordaxerevista.blogspot.pt/2014/08/portugal-companeira-marisol-morta-en.html

http://www.lavozdegalicia.es/noticia/galicia/2014/08/13/encuentran-quemada-mujer-ribeira-junto-pistas-tenis-aveiro/0003_201408G13P11992.htm

http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/28725

(Denúncia) Exploração desenfreada na Lisbon Lovers


sardinha

(Este é um texto que circula na internet, assinado por uma jovem, que é um exemplo das condições hoje oferecidas a quem necessita de trabalhar. A imagem e a colaboração foram enviadas por email)

“Portanto, durante uma entrevista na empresa Lisbon Lovers (que eu achava super cool), a responsável declara-me as condições de trabalho:

– Horário de 2a a Sábado
– 6 horas por dia – 2.85€/h
– Sem subsídio de almoço
– RECIBOS VERDES (ilegal, tendo em conta o horário e a função)

Isto após um discurso todo orgulhoso sobre a subida de vendas e a ascensão da empresa, a senhora diz-me isto, deixando-me a pensar que iria viver de cerca de 300€/mês.

Sendo a mensagem da marca “True Love”, o único amor que eles espalham é o amor à prostituição. Esta empresa “embaixadora de lisboa” é toda a merda que está errada com este país: lucros aumentam (eu assim também lá ia), condições de trabalho diminuem.

A vocês Fuck Lisbon Lovers (termo muito mais apropriado) espero que os vossos colaboradores vos roubem e que os turistas de Verão vos partam as vossas sardinhas ridículas de 20€. E espero que, todo o leitor por quem este texto passar, se recuse a compactuar com esta merda. Não comprem, não sugiram, não façam nada. Volta Galo de Barcelos, estás perdoado!

Mariana Wolf (aqui)