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FAI desmente que o grupo português UAP esteja federado na organização


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Há uns dias surgiu um novo grupo fechado no facebook auto-intitulado Grupo de Debate UAP-FAI, em que se anunciava a criação da União Anarquista Portuguesa, filiada na FAI, e de um Grupo de Debate “aberto a todas as pessoas (não membros da UAP-FAI) afectas à ideologia anarquista e simpatizantes e membros da UAP-FAI”.

Desconhecendo totalmente a existência deste grupo (cujos impulsionadores diziam não conhecer as próprias organizações, grupos ou estruturas existentes em Portugal no campo libertário) e estranhando a sua filiação na FAI, cuja actuação acompanhamos de forma próxima, contactámos os companheiros da Federação Anarquista Ibérica que, por mail, informaram-nos que este grupo não está filiado na FAI. Apenas lhes foi enviado, a seu pedido, o Pacto Associativo da Federação.

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Julgamos não se tratar de nenhuma acção provocatória ou com segundas intenções, sendo a hipótese mais provável a juventude dos seus membros e o seu conhecimento incipiente do campo libertário, desconhecendo a história da FAI e a forma como se relacionam entre si os grupos anarquistas, sobretudo os federados numa associação de dimensão ibérica – onde o capital de conhecimento e de confiança são essenciais.

Em mensagem privada já solicitámos que o grupo, a bem da verdade, retire a referência à filiação na FAI – por ser mentirosa. Tudo o resto não tem problema. Qualquer pessoa é livre de criar um grupo anarquista, mesmo que retome um nome histórico do anarquismo  – a União Anarquista Portuguesa, criada em 1923, e a que pertenceram grandes nomes do anarquismo luso.

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aqui: http://casacomum.org/cc/visualizador?pasta=09806.031

 

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(Tierra y Libertad) Edição de Novembro do mensário da FAI com dossier sobre a revolução russa


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aqui: https://www.nodo50.org/tierraylibertad/

(Portugal) Programa libertário para a construção de uma nova organização social após a II Guerra Mundial


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Ler (em PDF) Os problemas actuais do anarquismo e do sindicalismo

também aqui: http://mosca-servidor.xdi.uevora.pt/projecto/index.php?option=com_jumi&fileid=12&id=1317

“Opomos ao critério centralista da unidade o princípio libertário da união” escreviam os libertários portugueses em 1945

Com o desenrolar da II Guerra Mundial e a previsível vitória dos Aliados, os antifascistas portugueses, incluindo os anarquistas, estavam, em geral, convencidos de que o regime fascista de Salazar tinha os dias contados. Não foi isso que aconteceu, Salazar – tal como Franco – conseguiu sobreviver à queda de Hitler e Mussolini, mas os sectores oposicionistas festejaram a queda do nazi-fascismo como a antecâmara do fim da ditadura em Portugal.

Preso na Penitenciária de Coimbra e a cumprir uma pena de 16 anos de cárcere por ter sido um dos organizadores e um dos autores do atentado a Salazar, em Julho de 1937, Emídio Santana elaborou um documento onde analisa a situação que se vive em Portugal, o posicionamento dos diversos sectores oposicionistas, a necessidade do reforço da presença anarquista e esboça um programa futuro para a concretização de uma sociedade de características libertárias assente numa Confederação Sindical (a CGT) e numa Confederação de Municípios que cobrisse todo o território, numa aproximação às teses proudhonianas, mais tarde retomadas por Murray Bookchin.

(mais…)

(FAI) Jornal “Tierra y Libertad” 332 já na web


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Já está disponível na web o número 332 (Março de 2016) do jornal “Tierra y Libertad”, órgão da Federação Anarquista Ibérica (FAI), com diversos artigos: 8 de Março, Ajuda Mútua contra a barbarie capitalista: Contra a caridade, beneficência e assistência social; Reflexões sobre a economia mundial; Da escola à família: a democracia participativa; A Via da resistência popular, entre outros temas. (em castelhano).

Aqui: http://www.nodo50.org/tierraylibertad/

(Tierra y Libertad) Está nas bancas e na web mais uma edição do jornal da FAI


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Tablón
Convocatorias, publicaciones, información…

Las soluciones para las personas
versus las perniciosas del capitalismo
Somos los animales más ingenuos del mundo, los más tontos, los más acomodaticios o los más mansos. No podemos tener otro calificativo (…)

La Herstoria feminista
La herstoria de siempre: Lista de 10 o 20 libros fundamentales para el feminismo. Uno, dos, tres, cuarenta recorridos sobe la Historia del Feminismo. Y 0 feministas negras, 0 menciones a algo que no sea occidental, o como mucho, breves menciones de ramificaciones que “aportaron algo” (…)

“La realidad” y “lo real”
Sobre el acuerdo de las CUP
Me importa bien poco (por no decir algo más grueso) la independencia de Catalunya, de las Islas Canarias o del cantón de Cartagena. (…)

La libertad, ¿para qué?
Una idea exagerada de libertad. Así se escucha con frecuencia definir a la anarquía; esta definición sin embargo no dice nada del tipo de libertad del que se habla (…)

El año santo

Llega el Jubileo. Se acabó la Expo de Milán y comienza la Santa expo, del 8 de diciembre de 2015 al 20 de noviembre de 2016. Una verbena que el papa Francisco (…)

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UE-Turquía
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Consulta envenenada
En un reciente acto electoral, uno de los posibles candidatos a la presidencia de los Estados Unidos ha declarado cándidamente: “Estamos perdiendo a mucha gente por culpa de internet, y debemos hacer algo (…)

El racismo en los albores de
la Antropología británica
Podemos definir el racismo como una doctrina ideológica moderna sin fundamentación científica que establece una jerarquía natural entre distintos grupos humanos (…)

Declaración de Rechazo
Reproducimos a continuación la declaración de una compañera israelí que ha decidido no hacer el servicio militar, con las consecuencias que eso conlleva. (…)

aqui: https://www.nodo50.org/tierraylibertad/

web da FAI: https://federacionanarquistaiberica.wordpress.com/