imprensa

(memória libertária) Jornal anarquista madeirense de 1902 evoca os ‘mártires de Chicago”


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aqui: http://mosca-servidor.xdi.uevora.pt/arquivo/?p=digitallibrary/digitalcontent&id=1407

“Irá chegar a altura em que o nosso silêncio será mais poderoso do que as vozes que vocês enforcam hoje” – Adolph Fischer

15 anos depois dos “mártires de Chicago” terem sido executados, sob a acusação falaciosa de terem sido os autores materiais de um atentado à bomba alguns meses antes, o jornal madeirense anarquista “A Ideia” dedicava a primeira página do seu nº 1 inteiramente a este caso. O assassinato dos anarquistas de Chicago teve um grande impacto em todo o mundo e em Portugal, onde o movimento anarquista, que estava a nascer, se solidarizou desde logo com os seus companheiros dos Estados Unidos que lutavam pelas 8 horas de trabalho.

Aliás, seria o movimento anarquista e a CGT anarco-sindicalista que em Portugal, anos mais tarde, conseguiriam as 8 horas de trabalho diárias na maior parte dos sectores profissionais (à excepção do trabalho nos campos e no trabalho doméstico).

Uma luta – hoje pelas 30 horas semanais – que urge retomar!

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(CGT) ‘Libre Pensamiento’ com dossier sobre ‘Feminismos’


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Para ler e download: http://cgt.org.es/sites/default/files/LP%2091_0.pdf

“Libre Pensamiento”, a revista teórica da CGT espanhola, relativa ao Verão de 2017, já está disponível na internet. Esta edição – já vai no número 91 – dedica especial atenção aos feminismos na óptica do anarquismo.

(7 de Novembro) Emma Goldman, os anarquistas e a Revolução Russa


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“Durante um breve período da revolução de Outubro, os
trabalhadores rurais e urbanos, soldados e marinheiros foram
de verdade os donos da situação. Mas de pronto a invisível
mão de ferro do bolchevismo começou a manejar os assuntos
do Estado e separou a revolução do povo; e o povo separou-se
da Revolução. Naquele momento começou o Estado Bolchevique.
Os Bolcheviques formaram a Ordem dos Jesuítas de Marx.
Não quero dizer com isto que os bolcheviques não sejam
sinceros. Foi o seu marxismo que determinou sua actuação. Os
diversos métodos empregues destruíram a realização dos seus
objectivos. Comunismo, Socialismo, Liberdade, Igualdade, tudo
o que o povo russo suportou de sofrimento e porque fez a revolução,
caíram no descrédito pelos meios empregados, pela jesuística
desculpa de que o fim justifica os meios.
O cinismo mais desenfreado tomou o lugar do Idealismo
que distinguiu a revolução de Outubro. A inspiração caiu
paralisada, o interesse popular desapareceu; a apatia e a
indiferença suprimiram o entusiasmo e a energia criadora.
Não foi nem a intervenção, nem o bloqueio. Pelo contrário: a
politica interna do Estado Bolchevique é a única responsável
pelo fracasso da revolução e a única responsável também pelo
ódio que o povo russo sente por tudo o que dela emana.”

Emma Goldman

No dia em que passam 100 anos sobre o início da Revolução Russa, que tanta esperança semeou entre os trabalhadores de todo o mundo, convém recordar esta série de artigos* de Emma Goldman, ela própria de naturalidade russa,  e que viveu intensamente durante dois anos a esperança, mas também a desilusão provocada pela barbárie bolchevique sobre o conjunto dos trabalhadores e do povo russo.

Também neste outro longo artigo Emma Goldman dá conta da violenta repressão aos anarquistas russos pelo governo bolchevista logo nos primeiros tempos da Revolução.

(*Há que assinalar a péssima tradução de algumas partes desta brochura, mas é a única disponível em português.)

(Tierra y Libertad) Edição de Novembro do mensário da FAI com dossier sobre a revolução russa


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aqui: https://www.nodo50.org/tierraylibertad/

“A Batalha” em PDF


ScreenshotA partir do lançamento do próximo nº de ‘A Batalha’ será enviada a todos os sócios do CEL (Centro de Estudos Libertários) e assinantes de ‘A Batalha’ uma cópia do jornal em PDF. Além do exemplar em papel passam também a receber uma cópia digital. Esta cópia será enviada no mesmo período da expedição física do jornal.
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Como forma de divulgação do jornal, fora do âmbito de sócios e assinantes, enviaremos, sempre com um atraso de 2 meses em relação aos assinantes e apenas 2 números ao ano, a cópia digital (PDF), aos restantes contactos da nossa mailing list. Se apreciarem a leitura apoiem ‘A Batalha’ com uma assinatura.
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Dando início, em forma de teste, ao atrás descrito, segue, ‘A Batalha´ Nº 275 (PDF), o último número (275) editado. Esperemos que seja do vosso agrado.
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Saudações libertárias,
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CEL (Centro de Estudos Libertários) / Jornal ‘A Batalha

(Brasil) Revista académica publica dossiê sobre Anarquismo


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A Revista académica brasileira “Espaço Acadêmico”publica na sua última edição,  n. 196 de  setembro de 2017 um DOSSIÊ sobre Anarquismo: educação, gênero e movimentos sociais, com colaboração de diversos autores.

Rogério Cunha de Castro
Imagem para capa
Joaquim António Sousa Pintassilgo
01-13
Imagem para capa
Mariana Affonso Penna
14-27
Imagem para capa
Rafael Viana da Silva
28-40
Imagem para capa
Leonardo Leonidas Brito, Rogério Cunha de Castro
41-53

ecologia

Imagem para capa
Guilherme Nunes Pires, Maria Beatriz Oliveira da Silva
54-65

filosofia

Imagem para capa
Daniel Nery da Cruz
66-80

geografia

Imagem para capa
Kena Azevedo Chaves
81-93

literatura brasileira

Imagem para capa
Eduardo Navarrete
94-106
Imagem para capa
Pedro Filipe de Lima
107-118

políticas públicas

Imagem para capa
Luciana V. M. Bernardo, Maycon Jorge Ulisses Saraiva Farinha
119-132

psicologia

Imagem para capa
Paulo Roberto de Carvalho
133-144

universidade em debate

Imagem para capa
Renato Nunes Bittencourt
145-154

resenhas & livros

Imagem para capa
Marquessuel Dantas de Souza
155-157
Imagem para capa
MANIERI, Maria Rosaria. Fraternidade: releitura civil de uma ideia que pode mudar o mundo. Tradução: Luiz Sérgio Henriques. Brasília: Fundação Astrojildo Pereira; Rio de Janeiro: Editora Contraponto, 2017, 144 p.

aqui: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/issue/view/1328

(Brasil) Nº 4 da Revista da Biblioteca Terra Livre dedicada à Revolução Espanhola


 

capa revista

Para ler e download: https://revistabtl.noblogs.org/files/2014/06/Revista4Final.pdf

Sumário

EDITORIAL [PDF]

DOSSIÊ 80 ANOS DA REVOLUÇÃO ESPANHOLA

Carta aberta a companheira Federica Montseny, por Camillo Berneri   [PDF]
Mais vale um anarquista do que um capitão!, por Ramón Casals   [PDF]
A coletivização na Espanha, por Augustin Souchy   [PDF]
O problema do dinheiro durante a autogestão espanhola (1936-1939), por Frank Mintz [PDF]
Octogésimo aniversário da Revolução: Mujeres Libres, por Laura Vicente [PDF]
Indomáveis, por Lucía Sanchéz Saorníl [PDF]

ESTUDOS ANARQUISTAS

Indivíduo, comunidade, sociedade, por Eduardo Colombo   [PDF]

DOCUMENTOS

A revolução social, por Ricardo Flores Magón [PDF]
Aos homens de boa vontade, por Antonio Bernardo Canellas [PDF]
Prefácio? Não!, por Maria Lacerda de Moura [PDF]

EXPRESSÕES LIVRES

O Carnaval, por Rafael Barrett [PDF]

Edições anteriores: https://revistabtl.noblogs.org/edicoes-anteriores/