laboral

(Lisboa) AIT-SP apela a boicote à Padaria Portuguesa


naoserinca
O núcleo de Lisboa da AIT-SP apoia o boicote à Padaria Portuguesa e incentiva também que qualquer trabalhador ou trabalhadora da mesma nos contacte caso queira denunciar qualquer situação de exploração laboral.

A AIT-SP vê este boicote que emerge da revolta popular face às declarações do patrão Nuno Carvalho não como um boicote a apenas este mas um boicote a todos aqueles que ousam explorar a classe trabalhadora e saem impunes e enriquecidos. Da sanguessuga capitalista não se espera outra coisa se não a defesa dos seus interesses: despedimentos fáceis, trabalhadores dóceis que se submetam a trabalhar as horas necessárias para manter o emprego, ganha o mais submisso!

Nuno Carvalho dizia em entrevista à SIC Notícias que as medidas que este governo tomava eram medidas de curto prazo, que só interessavam aos políticos. Que precisávamos de medidas de longo prazo… Ora nem mais. Mas em vez de liberalização do mercado de trabalho, precisamos mais é de organização de base, combativa e resistente, face a quem nos atormenta.

Ataquemos onde lhes dói mais: nos bolsos!

aqui: http://ait-sp.blogspot.pt/2017/01/boicote-padaria-portuguesa.html

Barcelona amanhece com cartazes contra o ‘Corte Inglês’


1
3

4

5

‪#‎BoicotElCorteInglés‬

Na campanha que a CNT está a levar contra o Corte Inglês por perseguição a grevistas, na sexta-feira de manhã vários mupis no centro de Barcelona apareceram “decorados” com cartazes onde se denuncia a actuação desta empresa – também instalada em Portugal – , com a qual os anarcosindicalistas espanhóis mantêm um braço de ferro há já vários meses.

(Uma exigência) 35 horas de trabalho para todos a pensar no horário das 30 horas semanais


Capturar

A luta por um horário de trabalho condigno na actual sociedade, que deixe tempo para os trabalhadores por conta de outrem exercerem outras actividades (lúdicas, de lazer, culturais, etc…) ou para dedicarem mais tempo aos filhos ou à família tem sido sempre um dos objectivos principais da luta dos trabalhadores portugueses. Impõe-se agora a luta pelas 35 horas para todos os trabalhadores, com vista às 30 horas de trabalho semanal a curto prazo, seja no sector público, seja no privado.

(mais…)

(Metropolitano) A CGT face à retirada da TMB da gestão do metro do Porto


transferir

O sindicato anarco-sindicalista espanhol CGT é a organização sindical maioritária no Metro de Barcelona, empresa que é propriedade da TMB (Tranportes Metropolitanos de Barcelona) que, por sua vez, integra o consórcio (entre a TMB e a Moventia), que recentemente ganhou a concessão para gerir o Metro do Porto – gestão que lhe foi retirada há dias pelo governo português devido a “incumprimento de contrato”, uma vez que a empresa não terá entregue a caução de 20 milhões de euros constante do contrato de concessão assinado em Abril passado. A CGT pretende agora respostas sobre os custos desta operação e exige que a empresa dê explicações.

*

comunicado

Face à decisão do Governo português de cancelar, por incumprimento de contrato, a gestão de toda a rede de transporte público do Porto – metro e autocarros – à sociedade formada pelas empresas Transportes Metropolitanos de Barcelona (TMB) e Moventia, a secção sindical da CGT no Metro de Barcelona vem denunciar o obscurantismo com que a TMB está a levar a cabo operações similares à do metro do Porto noutras cidades como Lisboa, Panamá ou no Cairo, onde desde há vários anos dirigentes e técnicos do Metro de Barcelona estão a actuar numa espécie de “comissão de serviço” com uma total falta de transparência.

CGT – BARCELONA

A CGT, sindicato maioritário no Metro de Barcelona, exige à direcção da TMB que dê explicações sobre o dinheiro público que está a investir nestas aventuras especulativas fora da cidade, através da participação em consórcios e empresas sobre cujas actividades e funcionamento ninguém na TMB dá explicações.

Soube-se esta semana que o Governo português retirou à Transports Ciutat Comtal (TCC) – sociedade constituída em 1991 por TMB e Moventia – a gestão do metro do Porto por falta de pagamento de uma garantia de 20 milhões de euros. TCC tinha ganho em princípios do ano o concurso para gerir essa rede de transportes urbanos, depois de entregar um aval de 17 milhões de euros.

A CGT desconhece, porque a TMB não o tornou público, se os 17 milhões formalmente entregues faziam parte dos 20 exigidos pelo contrato assinado com o governo luso, mas duvida que esses 3 milhões de euros de diferença seja o motivo real para que uma operação, que ia garantir à TCC receitas de 400 milhões em 10 anos, tenha ido para o lixo

Queremos as contas claras. Nenhum cargo dirigente do Metro nem nenhum político responsável pelo investimento deu explicações, até agora, sobre o dinheiro público que se perdeu no Porto. Os cidadãos têm que saber se se vão recuperar os 17 milhões depositados como aval, quanto dinheiro vai custar a penalização por não cumprir o estipulado no contrato e quantos fins de contrato ou demissões se vão produzir entre os responsáveis deste desaguisado financeiro.

Barcelona, 20 de Agosto de 2015

aqui: http://www.cgt.org.es/noticias-cgt/noticias-cgt/la-cgt-de-metro-ante-la-retirada-de-tmb-de-la-gestion-del-metro-de-oporto

(AIT/SP) Instituto Português de Pedagogia Infantil e Câmara de Odivelas contratam professores a falsos recibos verdes


odivelas_cm
Cerca de 40 professores das Actividades de Enriquecimento Curricular de escolas do 1º Ciclo de Odivelas encontram-se em situação de falsos recibos verdes.
Foram contratados para leccionar Música, Expressões, Inglês e Atividade Física e Desportiva pelo Instituto Português de Pedagogia Infantil que recebe da Câmara Municipal de Odivelas o dinheiro destinado a estas actividades.
Apesar das condições serem iguais às dos trabalhadores dependentes – com horário, salário e local de trabalho fixos, materiais da empresa, obediência a uma hierarquia, etc. – estes professores não são considerados funcionários e estão em regime de trabalhadores independentes. Alguns estão até há vários anos na Instituição e este ano lectivo viram a sua situação precarizar-se ainda mais.
A instabilidade inerente a um part-time de poucas horas e que conduz sempre ao desemprego no Verão, com o fim das aulas, já é uma situação revoltante, mas estas pessoas têm ainda de trabalhar lado a lado com colegas que possuem contrato de trabalho e são obrigadas a fazer por si próprias os descontos para a segurança social. Perdem todos os direitos, como, por exemplo, o subsídio de férias, de natal ou o subsídio de desemprego, a justificação de faltas, etc. e vivem ainda em insegurança, pois podem ser despedidas a qualquer momento…
Todos sabemos que a precariedade laboral, o desemprego e os salários de miséria são um problema da grande maioria dos trabalhadores, seja nas empresas privadas, no Estado ou em instituições como esta que se designam de Solidariedade Social!!
Lutemos então com aqueles que sofrem os mesmos problemas que nós e resgatemos a nossa dignidade! Merecemos respeito!
Unidos e auto-organizados, nós damos-lhes a crise!
Associação Internacional dos Trabalhadores – Secção Portuguesa
Núcleo de Lisboa
29/03/2015

(AIT-SP) Duas campanhas internacionais de solidariedade da AIT-IWA


orange2

Concentração da CNT, secção da AIT em Espanha

Contra a precariedade na Orange/Arvato-Qualytel!

A Arvato-Qualytel é uma empresa de serviços de telemarketing e assistência ao cliente para a Orange em Salamanca (Espanha). Essa destrói a possibilidade de emprego estável, ao substituir trabalhos regulares por trabalhos temporários, mantendo assim a maior parte dos trabalhadores em condições de absoluta precariedade.
São centenas de trabalhadores e trabalhadoras que renovam os seus contratos a cada 10, 15, ou 30 dias, tendo a constante ameaça de serem despedidos se não alcançarem os objectivos marcados pela Arvato-Qualytel e a Orange.
Não têm férias, têm menos dias de folga e, obviamente, não têm direito a indemnização se forem despedidos. Isso ocorre apesar de ser garantido o despedimento dos trabalhadores a cada dois anos, de forma a que as empresas não sejam assim forçadas a oferecer contratos permanentes aos seus funcionários.
A inspecção de trabalho confirmou o óbvio: estes contratos temporários são realizados “em fraude”. A CNT e a AIT-IWA querem denunciar publicamente este esquema que afecta vários dos nossos filiados que estão à espera dos julgamentos.
Exigimos a contratação directa e permanente de todas as pessoas com contratos temporários, e a readmissão imediata dos nossos companheiros despedidos.

*

citibankConcentração da ZSP, secção da AIT na Polónia

Basta de discriminação, assédio sexual e perseguição no Citibank!

Trabalhadores da Citibank na Polónia estão a enfrentar a corporação multinacional e a exigir o fim dos seus diversos problemas laborais.
Um trabalhador foi despedido após se ter recusado a aceitar uma redução salarial, após regressar de licença de paternidade. Segundo a lei, o trabalhador deveria ter o seu trabalho, ou outro com as mesmas condições, após regressar. A Citibank tentou pagar-lhe e livrar-se dele, mas ele decidiu lutar para recuperar o seu posto de trabalho e, por isso, foi despedido. Agora decidiu processar a empresa.
A ZSP, secção da AIT na Polónia, exige que o trabalhador seja imediatamente readmitido e que terminem os maus-tratos de trabalhadores que estiveram de licença de maternidade/paternidade.
Outro trabalhador está a lutar para obter salário igual ao dos colegas, após descobrir que está a receber somente perto de metade daquilo que os restantes trabalhadores na mesma posição recebem.
A ZSP exige que os salários sejam equalizados na Citibank e que a empresa remova as cláusulas de confidencialidade em relação aos salários.
Por fim, uma mulher foi vítima de assédio sexual no banco – e não é a única. Ela também está a levar a empresa a tribunal.
Apoiamos os trabalhadores na sua luta por condições laborais justas e decentes, livres de assédio e discriminação!

(Évora) Kemet: ameaça de despedimento colectivo para 127 trabalhadores


kemet

127 trabalhadores da Kemet Electronics, de Évora, receberam nos últimos dias uma carta para despedimento colectivo com efeito a partir de 30 de Junho. Há um ano, através da luta dos trabalhadores, uma outra notificação de despedimento colectivo de metade do efectivo, num total de 154 trabalhadores, foi suspensa. A empresa invoca falta de mercado, no entanto os trabalhadores consideram que a Kemet quer deslocalizar para o México uma das suas linhas de produção. Nos últimos dias os trabalhadores têm realizado plenários nos vários turnos e esta manhã decorreu uma concentração à porta da empresa em repúdio por este anunciado despedimento colectivo, depois da Kemet ter recebido 30 milhões de euros de subsídios nacionais e  comunitários.

A fábrica de Évora da Kemet Electronics, uma multinacional norte-americana,  produz condensadores de tântalo para telemóveis e para a indústria automóvel.