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Revista Verve nº 35 (2019) já disponível na web


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v e r v e 35

SUMÁRIO

O movimento anarquista uruguaio nos tempos de cólera
The Uruguayan Anarchist Movement in the Time of Cholera
Daniel Barret

Ponto para o advogado
Point for the Lawyer
Christian Ferrer

A abundância exuberante de uma abolicionista penal
The Exuberant Abundance of an Abolitionist
Salete Oliveira

Um caso menor
A Minor Case
[página única 1]
Nu-Sol

Entrevista com José Maria Carvalho Ferreira
Interview with José Maria Carvalho Ferreira
José Maria Carvalho Ferreira & Nu-Sol

O ronco do surdo é a batalha
The Sound of Drum is the Fight
[página única 2]
Nu-Sol

Emma Goldman, saúde!
Emma Goldman, Salut!
Eliane Carvalho

Minha vida valeu a pena?
Was My Life Worth Living?
Emma Goldman

Dossiê Sakae Ôsugi
Sakae Ôsugi Dossier
Sakae Ôsugi

resenhas

2013 que urge e ruge
Democracy and its Totalitarian Gaps
Flávia Lucchesi

Um ladrão de livros anarquistas e as histórias que seguirão
A Thief of Anarchist Books and the Stories that Will Follow
Gustavo Simões

Números anteriores: http://www.nu-sol.org/verve/

AMANHÃ, REVISTA ANARQUISTA DO PRINCIPIO DO SÉCULO


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http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/Amanha/Amanha.htm

AMANHÃ – “Revista popular de orientação racional dirigida por Grácio Ramos
e Pinto Quartim em Lisboa, de 1 de Junho a 15 de Agosto de 1909, seis
números. Periódico anarquista, foca temas de actualidade na época: faz a
apologia do amor livre, do divórcio, da pedagogia libertária, do ateísmo e da
nova ortografia. Apresenta artigos de grande qualidade.

Eis um excerto do editorial: «Quem somos? Somos os precursores do futuro,
os precursores do amanhã. O que queremos? Queremos pão, liberdade,
ciência e bem-estar para todos os que compõem a família humana. Queremos
que a cada indivíduo assegurado seja o seu máximo de felicidade.» Noutro
passo, afirma-se nomeadamente que a revista se publica «rompendo com todo
o passado, sem respeitar nem ídolos, nem deuses, nem dogmas, nem
preocupações» e que tem como objectivo supremo a instrução científica e
racional do povo.

Este periódico constitui um importante acervo das ideias progressistas do início
do século. No número inaugural Tomás da Fonseca publica um excerto dos
Sermões da Montanha, Emílio Costa o artigo «Eduquemos Sempre»; no n.º 4
homenageia-se o geógrafo anarquista Elisée Reclus.

Principais colaboradores: António Altavila (3), Augusto Casimiro (3P), Bento
Faria (2P), Coriolano Leite (6P), Dikran Elmassian (6), Elisée Reclus (4), Emílio
Costa (1), José Bacelar (1C, 4P), Kropotkine (4), Manuel Ribeiro (1P), Pinto
Quartim (1,5), Tomás da Fonseca (1)”.

In PIRES, Daniel, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa
do Século XX (1900-1940), Lisboa, Grifo, 1996, pp. 64-65.

(media) Colecção da revista “Bicicleta” (1977-1982) disponível em PDF


aqui: http://www.cgtmurcia.org/cultura-libertaria/anarkobiblioteka/cultura-libertaria/publicaciones-y-enciclopedias/1639-b-i-c-i-c-l-e-t-a-todos-los-numeros-1977-1982

A colecção completa da revista anarquista Bicicleta, cujo primeiro número se publicou em Madrid em 1977, em plena transição, está agora disponível em PDF.

Uma revista excelente que chegava também regularmente aos vários núcleos anarquistas em Portugal. Diversas edições têm artigos e destaques sobre a realidade portuguesa.

A Bicicleta publicou o último número em 1982 deixando um espaço aberto nas publicações anarquistas destinadas a um público mais amplo do que a militância tradicional.

“A Batalha”: 100 anos de luta por um mundo novo sem explorados nem exploradores, sem oprimidos nem opressores!


batalha

https://www.docdroid.net/3hMTvHS/a-batalha-no1.pdf

A 23 de Fevereiro de 2019 assinala-se o centésimo aniversário da publicação do primeiro número do jornal A Batalha, “porta-voz da organização operária” e, a partir de Setembro de 1919, data da fundação da CGT, órgão da central operária anarco-sindicalista. Alexandre Vieira, operário tipógrafo, foi o seu primeiro director.

Durante 8 anos – até 26 de Maio de 1927, data em que sairá o último número na legalidade – será um jornal diário, firme na defesa dos direitos dos trabalhadores e porta-voz da necessidade da revolução social, que instaurará uma nova sociedade sem exploração nem opressão. Estima-se a sua circulação na ordem dos 20/25 mil exemplares diários, sendo o terceiro (e às vezes o segundo) diário mais vendido, depois do Século e do Diário de Notícias.

Durante esse período, A Batalha viu muitas vezes a sua redacção invadida pela polícia, edições apreendidas e os seus jornalistas presos, mas continuará a publicar-se até ao dia 27 de Maio de 1927, quando a polícia invade a sua sede (na Calçada do Combro, em Lisboa), destrói e saqueia todo o equipamento e o jornal é proibido. O seu último redactor-principal é Mário Castelhano que, anos depois, morrerá no Tarrafal.

(mais…)

Jornal “A Batalha” nº 282 já em distribuição


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Nº 282 – Novembro-Dezembro

  • Capa de Dois Vês
  • A abrir
    • Quem guarda as chaves da cidade?
    • Ajudar o Centro de Cultura Libertária!
    • O Espace Noir está em perigo!
    • Julgamento dos 14 do 15M
    • Novos Colectivos e Grupos de Estudo Libertários
  • Mixing & Jana [episódio nº 66]
  • A rasgar: A divina marquesa
    [Russo / Ilustração de João Carola]
  • A Legião Vermelha e a Acção Directa Sindicalista, parte 2
    [M. Ricardo de Sousa]
  • A Lanterna, um jornal anarquista da Ilha Terceira
    [Téofilo Braga]
  • Confusão e coletes amarelos
    [Pimprenelle]
  • Fardo tropical
    [Leonardo Brito & Alexandre Samis / Ilustração de André Pereira]
  • Soltem os justiceiros
    [Bakunino, o Felino / Ilustração de André Pereira]
  • O fascismo com pezinhos de lã e machados
    [J. Miguel]
  • Quantas vidas tem um Gato Vadio?
    [Conversa com César Figueiredo]
  • Um pedaço do céu
    [Nuno Martins]
  • Retratos à la minuta. Georges Braque, Homage to J. S. Bach
    [Emanuel Cameira]
  • Para o Rui Martiniano (1954-2018)
    [Emanuel Cameira]
  • Poesia de Francisco Cardo e Fernando Grade
  • De Cancer: Poems after Katerina Gogou
    [Sean Bonney / Ilustração de João Silvestre]
  • A prisão do estilo (e um plano de fuga)
    [Tommi Musturi]
  • À lupa
    [recensões a Crucial Change, Artifical Behaviour #1-2, BD PZL, El taco psicotrópico, Enciclopedia del Anarquismo Ibérico, Escritor Fracassado e outros contos, Gourbeyre Tòbiòtò Quimboiseurs (On Lewoz Pou Mala), Dragon du Poitou, Handbook of Tyranny, Idée, Le Livre errant, Machines for Don Quixote et Viva la muerte, Memphis Conrète Presents on Triangles: Sound in Geometry Series Vol. 1, Não penses nisso, Now #1-4, O dia do gafanhoto, Ordinária #3, Parzan et autres savuers, Pequeno Guia de Incríveis Artistas Mulheres: que foram consideradas menos importantes que os seus maridos, Rey Carbón, Sabrina, Todo por Hacer #93-95, Tongues #1, Tres cosas deve olvidar el anarquista, Vacaciones en Polonia #8]
  • Contrafacção
    [Walt Thisney]
  • Centro Anarquista Português de Artes Modestas
    [Marcos Farrajota]

A Batalha está à venda na Tortuga, Letra Livre, A Banca 31, Barata, Linha de Sombra, RDA69, Serigaita, Snob, Tigre de Papel, Zaratan – Arte Contemporânea, nos quiosques junto ao Largo do Rato, na Rua Alexandre Herculano, na Rua Camilo Castelo Branco e no Largo do Chiado (Lisboa), no Gato Vadio e na Utopia (Porto), na Uni Verso (Setúbal), na SMUP (Parede) e na Fonte de Letras (Évora).

Copntacto: jornalabatalha@gmail.com

As condições de assinatura de A Batalha são as seguintes: 

Continente | 6 nos: 6,98€ / 12 nos: 12,97€
Ilhas, via aérea | 6 nos: 7,98€ / 12 nos: 15,46€
Ilhas, via económica | 6 nos: 6,98€ / 12 nos: 12,97€
Europa | 6 nos: 11,97€ / 12 nos: 22,45€
Extra-Europa, via aérea | 6 nos: 15,56€ / 12 nos: 27,93€
Extra-Europa, via económica | 6 nos: 11,97€ / 12 nos: 22,45€
O pagamento poderá ser efectuado para o NIB do CEL:
0033 0000 0001 0595 5845 9.

“Fascínio”, o último documentário do colectivo Left Hand Rotation é dedicado ao turismo massificado de Sintra


FASCÍNIO from Left Hand Rotation on Vimeo.

Desde o coletivo Left Hand Rotation (baseado em Lisboa) enviamos o
nosso último documentário, “FASCÍNIO” (2018).

Sintra: 30.000 habitantes. Mais de 3 milhões de turistas por ano.

Fascinados pelo final do mundo conhecido, pelos segredos escondidos nos
subterrâneos, uma multidão aproxima-se de Sintra. Os rastos das suas
vivências inundam um destino prestes a colapsar e colocam-nos perante o
dilema. Continuar a gerir a demora do inevitável? Ou penetrar na serra?

Quem acreditar no seu mistério, encontrará na novidade do que é muito
antigo, caminhos esquecidos, a fuga ao eterno retorno.

FASCÍNIO, uma longa metragem documental do colectivo Left Hand Rotation
(http://www.lefthandrotaton.com), produzida pela Criaatividade Cósmica
para o Festival Aura.

Obrigado

Coletivo Left Hand Rotation
www.lefthandrotation.com
www.museodelosdesplazados.com