músicas

(Lisboa) Programa de quinta, domingo e segunda-feira na BOESG/DISGRAÇA


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Da secção dos estragos do trabalho da Biblioteca Boesg, nascem 2 eventos:

– 7/04 – quinta-feira – 20:00 – Debate/Conversa: “Da Ética do trabalho à estética do consumo”.

10/04 – domingo – 15:30 – Documentário “Agostinho da Silva – Um Pensamento Vivo” – com a presença de António Cândido Franco, autor da biografia de Agostinho da Silva “O Estranhíssimo Colosso”

ambos regados de boa comida e bebida!

aqui : https://www.facebook.com/events/454625531399401/

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Segunda-feira, dia 11/04

Grande Soirée Cabo Verdiana!
Às 21h Concerto com Vozes da Alma “do Funaná à Morna, ritmos de Cabo Verde para aquecer uma noite de abril”
E a partir das 20h Kachupa Vegan!

aqui: https://www.facebook.com/events/1541179852845180/

Rolling Stones em Cuba: um cartaz


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Rolling Stones em Cuba | cartaz do clube de fãs. [imagem Twitter/HIZUMI @showgan14]

O valor dos ícones para o capitalismo ou a importância da mercadoria-fetiche na sociedade do espectáculo globalizada.

“1
Toda a vida das sociedades nas quais reinam as condições modernas de produção se anuncia como uma imensa acumulação de espectáculos. Tudo o que era directamente vivido se afastou numa representação.

2
As imagens que se desligaram de cada aspecto da vida fundem-se num curso comum, onde a unidade desta vida já não pode ser restabelecida. A realidade considerada parcialmente desdobra-se na sua própria unidade geral enquanto pseudo-mundo à parte, objecto de exclusiva contemplação. A especialização das imagens do mundo encontra-se realizada no mundo da imagem autonomizada, onde o mentiroso mentiu a si próprio. O espectáculo em geral, como inversão concreta da, vida, é o movimento autónomo do não-vivo.

3
O espetáculo apresenta-se ao mesmo tempo como a própria sociedade, como uma parte da sociedade, e como instrumento de unificação. Enquanto parte da sociedade, ele é expressamente o setor que concentra todo o olhar e toda a consciência. Pelo próprio fato de este setor ser separado, ele é o lugar do olhar iludido e da falsa consciência; e a unificação que realiza não é outra coisa senão uma linguagem oficial da separação generalizada.

4
O espetáculo não é um conjunto de imagens, mas uma relação social entre pessoas, mediada por imagens.

5
O espectáculo não pode ser compreendido como o abuso de um mundo da visão, o produto das técnicas de difusão massiva de imagens. Ele é bem mais uma Weltanschauung tornada efectiva, materialmente traduzida. É uma visão do mundo que se objetivou.

6
O espectáculo, compreendido na sua totalidade, é ao mesmo tempo o resultado e o projecto do modo de produção existente. Ele não é um suplemento ao mundo real, a sua decoração readicionada. É o coração da irrealidade da sociedade real. Sob todas as suas formas particulares, informação ou propaganda, publicidade ou consumo directo de divertimentos, o espectáculo constitui o modelo presente da vida socialmente dominante. Ele é a afirmação omnipresente da escolha já feita na produção, e o seu corolário o consumo. Forma e conteúdo do espectáculo são, identicamente, a justificação total das condições e dos fins do sistema existente. O espectáculo é também a presença permanente desta justificação, enquanto ocupação da parte principal do tempo vivido fora da produção moderna. (…)”

Guy Debord – A Sociedade do Espectáculo

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(movimento punk) Biblioteca Britânica assinala “40 anos de inovação e anarquia”


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O movimento punk, popularizado por um estilo musical próprio e por uma atitude de contestação face à sociedade autoritária e capitalista, nasceu há 40 anos nos meios operários juvenis e marginais das principais cidades dos Estados Unidos e  de Inglaterra. E foi precisamente no Reino Unido que o movimento ganhou maior identidade e expressão, sendo muito influenciado politicamente por ideais anarquistas, de contestação do poder e de afirmação da individualidade.

Como em muitos outros movimentos, o que era essencial permaneceu – a revolta e a contestação, atraindo muitos jovens para as fileiras do anarquismo. Do ponto de vista musical outros sons foram aparecendo e outros movimentos lhe sucederam.

A memória do movimento punk é agora evocada em Londres numa exposição na British Library (Biblioteca Britânica) que foi buscar aos seus arquivos muito material desta época, em que os Sex Pistols, Clash, Nirvana eram alguns dos grupos de referência.

sugestão de Viriato Porto (aqui)

(EZLN) CONVOCATÓRIA ZAPATISTA ÀS ATIVIDADES DE 2016.


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Considerando:

Primeiro: Que a grave crise que sacode o mundo inteiro e que haverá de se agravar, coloca em risco a sobrevivência do planeta e todos os que o habitam, incluindo os seres humanos.

Segundo: Que a política de acima não só é incapaz de idealizar e construir soluções, mas também é responsável pela catástrofe em curso.

Terceiro: Que as ciências e as artes são as que resgatam o melhor da humanidade.

Quarto: Que as ciências e as artes já representam a única oportunidade séria de construção de um mundo mais justo e racional.

Quinto: Que os povos e aqueles que vivem, resistem e lutam em porões ao redor do mundo são possuidores, entre outros, de uma sabedoria fundamental: a sobrevivência em condições adversas.

Sexto: Que o zapatismo segue apostando, em vida e morte, pela Humanidade.

A Comissão Sexta do EZLN e as bases de apoio zapatistas:

CONVOCAM A ARTISTAS, CIENTISTAS FORMAIS E NATURAIS, A@S COMPANHEIR@S DA SEXTA NACIONAL E INTERNACIONAL, AO CONGRESO NACIONAL INDÍGENA, E A QUALQUER SER HUMANO QUE SE SINTA INTERPELAD@, AS SEGUINTES ATIVIDADES:

(mais…)

(Porto) Este fim de semana nas Jornadas Libertárias


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Conversa com Pastora Gonzalez e Julia da Silva
Conversa à volta das prisões
Dia 10, às 15h
na Rosa Imunda,
Travessa do Ferraz, 13

Apresentação do livro póstumo “Que la lucha no muera. Ante la adversidad: rebeldia y amistad”,
Julia vem falar do seu filho Gabriel Pombo da Silva, anarquista preso há 30 anos.

Sinopse do livro “ “Que la lucha no muera. Ante la adversidad: rebeldia y amistad”
Nais contra a Impunidad (grupo da qual faz parte Pastora Gonzalez)
Gabriel Pombo da Silva

Anarquismo social e anarco-sindicalismo – Porquê…?
Conversa
Dia 10, às 21h
no Terra Viva,
Rua dos Caldeireiros, 213

Apesar de tudo o que temos contra, a exploração do trabalho assalariado continua…
E a resistência a ele? …Quem a faz? …E como?

Textos de apoios à discussão:
Meia dúzia de banalidades sobre esta e outras sociedades de classe
Anarquismo social e anarco-sindicalismo

Sons do subúrbio selvagem
Concertos
Dia 11, das 15h até o pessoal se cansar
na T.O.R.Re,
Rua da Fábrica 150, Pedras Rubras

Workshop Hip Hop Ateneu – hip hop como ferramenta de transformação social

Nu Sta Djunto – Apresentação do colectivo e distribuição de cabazes

Música com

Art / Xoto / Los Empty Heads / Boss / Protest&Survive / Live Low / Furnier

(Pedro Fidalgo) Concerto no Congresso da União Pacifista Francesa, Lyon, em Setembro de 2015


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Pedro Fidalgo é um libertário português, cantor, residente em França. Enviou-nos o video e a mensagem “Recital que dei no fim de semana passado em Lyon no Congresso da Union Pacifiste de França. Saudaçoes libertarias.”

Saudações, companheiro!

(Lluís Llach) Vaixell de Grècia


Canção do cantor libertário catalão Lluís Llach sobre a Grécia (tradução livre)

Se ao nascer do sol vires passar um barco
beijando as águas do mar berço dos deuses,
faz-lhe sinal para que possa ver onde estamos
e navegar connosco em direcção ao norte.

Se não tiver rede ou quilha ou leme
não penses que está tudo perdido
que o povo pode sempre inflar as velas
para vencer ondas feitas de medo e sangue.

Navio que choras tal como eu choro,
que carregas a tristeza e a dor que me toma
navio da Grécia, que não te leve o trovão,
enche as velas que vamos para o mesmo porto.