violência

(Disgraça) Jornadas contra a Violência do Estado – Prisões de Mulheres


prisões de mulheres

Serve o presente e-mail para divulgar e para convidar-vos a estarem presentes nas Jornadas contra a Violência do Estado – Prisões de Mulheres, acção de 2 dias, que enquanto Comité de Mulheres da Plataforma de Solidariedade com os Povos do Curdistão estamos a organizar com o apoio das Rata Dentata para os dias 12 e 13 de Janeiro no espaço do Disgraça.

Estas jornadas, que nascem em resposta a um pedido internacional de solidariedade do movimento de mulheres Kurdas, relembram o dia 9 de Janeiro como o dia em que as activistas kurdas Sakine Cansız, Fidan Doğan e Leyla Şaylamez foram assassinadas, no centro de Paris, numa colaboração entre serviços secretos internacionais e o regime turco. Este que é um dia tido como de memória e de denúncia, é também uma dedicatória que fazemos a todas as mulheres no mundo que têm feito grandes sacríficios ou que perderam as suas vidas em actos de resistência política. Foi por isso cunhado por “Dia para a Acção Comum contra Assassinatos Políticos de Mulheres”.

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(Coimbra) Já em 1928, estudantes denunciavam as praxes como “anacrónico ritual”


anti-praxe

Neste grupo de estudantes, entre outros, figura o anarquista Roberto das Neves, posteriormente emigrado no Brasil e um feroz combatente da ditadura de Salazar.

aqui: https://www.facebook.com/ArquivoEphemera/photos/a.1414878542088012.1073741828.1414780328764500/1777854819123714/?type=3&theater

 (Estado Espanhol) A anarquista  galega Noelia Cotelo Riveiro foi hoje libertada depois de 8 anos de prisão


noelia

Este sábado, 10 de Setembro foi libertada a anarquista #NoeliaCotelo que se encontrava presa há 8 anos. Na prisão foi vítima, por diversas vezes, de torturas e vexames no regime de segurança especial (#FIES)

Noelia foi acusada aos 19 anos de um suposto “furto”, o que lhe valeu uma condenação de ano e meio, devido à sua atitude insubmissa e atrevimento por denunciar que desde os primeiros meses em prisão sofreu abuso sexual, humilhações e ameaças de morte por parte dos seus carcereiros, a que se somaram quatro condenações mais, que terminaram hoje, ao fim de 8 anos de isolamento injusto. As condições da sua reclusão violaram o regime penitenciário e a lei orgânica penitenciária espanhola, pelo que Noelia levou a cabo várias greves de fome, a mais recente em finais de 2015.

Aqui: http://kaosenlared.net/ultimo-momento-la-presa-politica-anarquista-noelia-cotelo-en-libertad-despues-de-8-anos/

(memória libertária) A manifestação do 1º de Maio de 2011 em Setúbal


Portugal

Há 5 anos, numa manifestação pacífica, numa das muitas manifestações do 1º de Maio que por todo o país aconteceram, cerca de 200 pessoas, anarquistas e anti-autoritários, foram intersectados pela polícia para identificação dos “responsáveis”. Como não existiam representantes, e perante a natural repulsa e reação de um dos manifestantes, a polícia atirou a pouca distância balas de borracha, agredindo violentamente, atirando balas reais para as árvores, gás lacrimogéneo, perseguindo depois durante horas os muito feridos. As pessoas ficaram em estado de choque, indefesas, perante tanta violência e ódio por parte da polícia. A mensagem era bem clara! O terrorismo de estado no seu melhor….

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#Por todas elas – esta quarta-feira manifestamo-nos no Porto, Coimbra e Lisboa


pte

#‎AltPT‬ – Porto, Avenida dos Aliados, 17H – Coimbra, Praça 8 de Maio, 17H – Lisboa, Praça da Figueira, 17 H

Acção de luta pelo repúdio da violação da menina de 16 anos que foi agredida por 33 homens. E por todas as meninas e mulheres agredidas e violadas.

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(atentados de Bruxelas) O terror tem muitas frentes


cimeira lajes
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Cimeira das Lajes, 16 de março de 2003. O contra-ataque do “Império” com os resultados que hoje se conhecem: o mundo está mais inseguro, embora mais desigual e mais policiado.
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Bruxelas: imagem de vítimas dos atentados desta manhã
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Imagem de Kobane, semi-destruída e alvo constante de ataques do Estado Islâmico
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A propósito dos atentados de Bruxelas, de Rojava, do Curdistão, da NATO, da Turquia, das potências ocidentais e do Estado Islâmico. O terror tem muitas frentes.
Quando se fala de atentados do Estado Islâmico geralmente esquece-se que quem tem estado na primeira linha de combate ao Daesh têm sido os militantes curdos que instalaram no norte da Síria o confederalismo democrático de raiz libertária. Libertaram já Kobane e extensas áreas do domínio do terror totalitário islâmico. São eles também que lutam activamente contra o Estado Islâmico das montanhas de Rojava às ruas de Istambul, onde são também perseguidos pelo regime turco de Erdogan, membro da NATO e agora aliado e pago pela União Europeia para instalar campos de refugiados no seu território, mesmo contra a vontade destes.
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De 18 a 24 de Março, os curdos celebram o ano novo. Este sábado em Kobane, os habitantes da cidade puseram centenas de velas nas campas das pessoas assassinadas pelo Daesh. Em Istambul, como vem sendo hábito a policia turca reprimiu as celebrações do ano novo curdo (Newroz). 120 pessoas foram presas. A luta ali contra o Estado Islâmico e contra o exército turco é uma luta de todos os dias, com atentados constantes e milhares de mortos. E a Europa faz que não vê nem ouve.
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(França) Manifestação contra a COP21 : libertação imediata de todas as pessoas presas!


 

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Milhares de pessoas reuniram-se hoje na Praça da República em Paris para denunciar as falsas aparências da COP21. A manifestação, prevista há meses, tinha sido proibida peo governo. É também para protestar contra esta proibição injusta que a multidão se reuniu. Teve lugar um comício improvisado, comas organizações do pólo libertário. Alternative libertaire expôs os seus argumentos face à crise ecológica e face à situação provocada pelo estado de emergência. Depois de duas horas naquele lugar, a multidão iniciou uma manifestação em volta da praça. Confrontados com a presença da policia provocante e intimidante, os/as militantes de Alternative libertaire esforçaram-se por assegurar a protecção da multidão.

Brutalmente, os CRS (polícia de choque) carregaram e inundaram a praça com gás lacrimogéneo, impedindo os/as manifestantes e os transeuntes de abandonarem o local. Algumas granadas atingiram directamente manifestantes. A polícia lançou gás lacrimogéneo até no metro antes de o fechar, fazendo do local uma autêntica armadilha. No final da tarde, várias centenas de controlos de identidade e de prisões ainda estão a acontecer. O governo e a sua polícia procuram fazer calar qualquer contestação através da repressão sobre os/as militantes. Já no último domingo, a policia tinha identificado 58 pessoas depois de uma manifestação de apoio aos/às refugiados/as, dando lugar a apresentações na polícia e a prisões sob custódia. Tiveram lugar nestes últimos dias, um pouco por toda a França, prisões domiciliárias e buscas visando militantes ecologistas.

Eles destroem o planeta e agora as nossas liberdades. Não nos vamos deixar submeter. Exigimos a libertação imediata de todas as pessoas presas e a organização da solidariedade com as vítimas da brutalidade policial

Alternative libertaire

29 de novembro de 2015. às 19h15

Aqui: http://www.alternativelibertaire.org/?Manifestation-contre-la-COP21