Já nas bancas “A Batalha” nº 280


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Nº 280 – Maio-Julho

  • Capa de André Pereira
  • A abrir
    • Nova redacção de A Batalha
    • Sobre A Batalha #280
    • PAN – Encontro e Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda em Meio Rural [C. d’A.]
    • Encontro de Imprensa Libertária
    • AnarchaPortugal
    • Confederação Internacional do Trabalho
    • Anarquistas e orgulhosos de o ser [M.R.P.]
    • À lupa
  • Mixing & Jana
  • O estado é apenas um episódio da governamentalidade [Entrevista de Duccio Trombadori a Michel Foucault]
  • A contratempo [Entrevista a Tomás Ibáñez / Ilustração de João Carola]
  • A normalização da ZAD [Pimprenelle]
  • O colonialismo no Canadá e EUA [José Augusto]
  • Breves apontamentos históricos sobre o bloqueio de Gaza [Lumor]
  • Base das Lajes: uma ameaça aos açorianos e a todos os povos do mundo [Teófilo Braga / Ilustração de Simão Simões]
  • A um condenado [António Gonçalves Correia & Francisca Bicho]
  • Poesia de Beatriz de Almeida Rodrigues, Francisco Cardo e Sean Bonney
  • Modus Operandi [Colectivo da Estrela Decadente]
  • Retratos à la minuta. Francis Bacon, Three Studies for a Crucifixion [Emanuel Cameira]
  • À lupa [recensões a Bestiário #1, Gazelle of DeathO Labririnto da SaudadeMapa #20, NacionalismoUm projecto libertário, sereno e racionalO ReinoLa Revue Dessinée #20, El Salto #15, Stripburger#71, Future #1-2 e Ultraje #16]
  • A arte ilegal de culture jamming e o bricolage religioso do Discordianismo [Walt Thisney]
  • Centro Anarquista Português de Artes Modestas [Marcos Farrrajota]

*

A Batalha está à venda na Tortuga, Letra Livre, Barata, Linha de Sombra, Leituria, RDA69, MOB, Tigre de Papel, Zaratan – Arte Contemporânea, nos quiosques junto ao Largo do Rato, na Rua Alexandre Herculano, na Rua Camilo Castelo Branco e no Largo do Chiado (Lisboa), no Gato Vadio e na Utopia (Porto), na Uni Verso (Setúbal), na SMUP (Parede) e na Fonte de Letras (Évora).

As condições de assinatura de A Batalha são as seguintes: 

Continente | 6 nos: 6,98€ / 12 nos: 12,97€
Ilhas, via aérea | 6 nos: 7,98€ / 12 nos: 15,46€
Ilhas, via económica | 6 nos: 6,98€ / 12 nos: 12,97€
Europa | 6 nos: 11,97€ / 12 nos: 22,45€
Extra-Europa, via aérea | 6 nos: 15,56€ / 12 nos: 27,93€
Extra-Europa, via económica | 6 nos: 11,97€ / 12 nos: 22,45€

O pagamento poderá ser efectuado para o NIB do CEL:
0033 0000 0001 0595 5845 9.

jornalabatalha@gmail.com
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(Porto) Este sábado vai-se falar de decrescimento


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CONVITE

O DECRESCIMENTO VEM AO PORTO

7 de Julho, duas sessões: Espaço Gazua e Gato Vadio

Descobrimos, nas últimas semanas de preparação deste encontro, que o decrescimento é um tema que já vinha interpelando muitos de nós. Esse interesse contrasta com a religião laica do crescimento diariamente praticada pelo Estado e pelos meios de comunicação. Embora aparentemente incontestada, essa crença expõe hoje a sua falência nos planos ecológico, sócio-económico e simbólico.

Ao longo dos anos, disseram-nos que vivíamos numa sociedade miraculosa, onde o crescimento tudo assegurava: o bem-estar e a igualdade de oportunidades, a democracia e a sociedade de consumo para todos. A nenhum de nós escapa que tudo isso está na iminência de se perder, embora os sacerdotes do «Crescimento» continuem a invocar os mesmos deuses. E como acontece com as divindades que já não parecem capazes de operar prodígios, estas começam a pedir-nos sacrifícios, enquanto tudo se torna mais caótico, mais imprevisível e presa de novos «homens fortes».

Podemos contrariar o enlouquecimento geral trazido pelo fim iminente da «sociedade de crescimento» que as fontes energéticas fósseis instalaram e agora já não podem assegurar. Podemos ainda travar a destruição, hoje extrema, dos ecossistemas de que os humanos dependem. Podemos criar alternativas à entrada da sociedade na desigualdade nunca antes vista, nos autoritarismo e nacionalismo crescentes, na xenofobia, na guerra e no fascismo tecnológico. E, mudando de rumo, podemos construir vidas felizes mesmo sabendo que os recursos disponíveis serão menos abundantes a breve prazo.

Ao contrário da globalização, o decrescimento viceja na pequena e na média escala: nas bio-regiões, nas comunidades locais, nos circuitos de proximidade, na resiliência dos espaços locais e regionais. Por isso convidámos os nossos amigos da «Rede Decrecemento Eo-Navia, Galiza, O Bierzo». São nossos próximos no ecossistema, na língua, nos problemas partilhados. Queremos conhecer a origem, o percurso e os objectivos dessa rede de decrescimento. Queremos, também aqui, construir redes de decrescimento.

Eis o programa:

Sábado, 7 de Julho, às 16h, no Espaço Gazua (Rua João das Regras, 151):
Apresentação da Rede de decrecemento Eo-navia, Galiza i O Bierzo e do 1º Congresso do Decrescimento.
Debate sobre bio-regiões, redes de resiliência e organização de iniciativas de decrescimento, com Álvaro Fonseca, Iolanda Teijeiro Rey e Miguel Anxo Abraira.


7 de Julho, às 21h30, no Gato Vadio (
Rua do Rosário, 281):
O decrescimento: escolha colectiva ou inevitabilidade? Um debate com Jorge Leandro Rosa, Miguel Anxo Abraira e Iolanda Teijeiro Rey.

(Participantes: Álvaro Fonseca, activista eco-social,  ex-docente universitário na área das ciências da vida, Portugal; Jorge Leandro Rosa, ensaísta e tradutor, membro da direcção da Campo Aberto, Portugal; Miguel Anxo Abraira, activista do decrescimento, Associação Véspera de Nada, Galiza; Iolanda Teijeiro Rey, activista do decrescimento, Galiza)

Página do evento (em constante actualização):         

https://www.facebook.com/events/217635588847920

(Lisboa) Jornadas de saúde mental antiautoritária começam esta sexta-feira na Disgraça


Na Disgraça (Rua da Penha de França 217 a/b, Lisboa)

Entre as tantas formas de domínio às quais os nossos corpos estão sujeitos, o esgotamento físico e emocional das nossas mentes é o mais alarmante e, sobretudo, é aquele que parece estar mais longe de ser solucionado, devido à sua complexidade e aos aspetos da esfera social com que ele está relacionado. As pressões que sofremos para que os nossos corpos se encaixem num modelo de vida “normal e normativo” têm repercussões no estado das nossas saúdes mentais, cujas falhas são-nos premeditadamente apresentadas, cada dia mais, como algo de demasiado complexo para serem solucionadas com as práticas da saúde autogestionada. Em realidade, a saúde da mente não é algo de muito diferente da saúde inerente a outras partes do corpo, sendo que é possível desenvolver estratégias de fortalecimento e defesa já a partir de nós proprixs, sem devermos recorrer aos ditames das ciências autoritárias do sistema de saúde dominante. O Grupo de Saúde Antiautoritária (GO.S.A.)organiza dois fins de semana  para repensarmos as práticas para cuidar da nossa saúde mental, a partir de uma perspetiva autogestionada e antiautoritária!

As Jornadas decorrerão no espaço Disgraça (Rua da Penha de França 217 a/b, Lisboa)

Programa 29 de junho – 1 de julho

(mais…)

Acabadinha de chegar “A Batalha” nº 279


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Nº 279 – INDÍCE
Revistas anarquistas online, por R.
Recensões de A Ideia nº 81-83 e Erva Rebelde nº 2, por António Margalha
Encontro de Imprensa Libertária e O GRANDE CONTRA-CONCURSO DE ILUSTRAÇÃO DE VILÕES DE A BATALHA, por P. M.
Maio de 68: 50 anos depois, por Mário Rui Pinto
Killing & Dana em Lisboa (episódio 55)
O homem que não mordeu, por Agente Sabe e com ilustração de André Pereira
A um tio rico, por António Gonçalves Correia (org. por Francisca Bicho)
Criar um movimento contra o autoritarismo que vem: relato da luta dos estudantes franceses contra a política liberal e as agressões fascistas, por Pimprenelle
Suplemento Literário e Ilustrado de A Batalha (1923-1927), por António Baião e com ilustração de José Smith Vargas
O olhar antagónico da Besta, Rui Eduardo Paes entrevista A Besta
Poemas de João Mendes de Sousa, Francisco Cardo e Paulo Jorge Brito e Abreu
E se a bomba tivesse explodido?, por Colectivo da Estrela Decadente (António Caramelo, Gonçalo Duarte, Oriano, SAR, Simão Simões, Xavier Almeida)
“Matar o Salazar”, por José Tavares com ilustração de Oriano
Um bombista, por Beldiabo
Sobre o Rock in Riot, por Oriano
Centro Anarquista Português de Artes Modestas, por Marcos Farrajota

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A Batalha está à venda na Tortuga, Letra Livre, Barata, Linha de Sombra, Leituria, RDA69, Tigre de Papel, Zaratan – Arte Contemporânea, nos quiosques junto ao Largo do Rato, na Rua Alexandre Herculano e na Rua Camilo Castelo Branco (Lisboa), no Gato Vadio e na Utopia (Porto), na Uni Verso (Setúbal), na SMUP (Parede) e na Fonte de Letras (Évora).

As condições de assinatura de A Batalha são as seguintes: 

Continente | 6 nos: 6,98€ / 12 nos: 12,97€
Ilhas, via aérea | 6 nos: 7,98€ / 12 nos: 15,46€
Ilhas, via económica | 6 nos: 6,98€ / 12 nos: 12,97€
Europa | 6 nos: 11,97€ / 12 nos: 22,45€
Extra-Europa, via aérea | 6 nos: 15,56€ / 12 nos: 27,93€
Extra-Europa, via económica | 6 nos: 11,97€ / 12 nos: 22,45€

O pagamento poderá ser efectuado para o NIB do CEL:
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Saiu o Jornal Mapa (nº20, Maio-Julho 2018)


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Na foto da capa, uma enxada é erguida ao alto sobre as encostas enegrecidas dos incêndios do ano passado. Para lá do fumo, antes que o fogo venha é um caderno especial do Jornal Mapa, ou seja, uma compilação de artigos sobre o fogo e o território por entre histórias de resiliência. De florestas e gentes que renascem das cinzas, para se reencontrarem na interajuda e num sentido de comunidade com a natureza. Nessa foto de capa, a luz incide sobre a beirã aldeia de Barco, onde a população se ergueu contra a mineração projetada nas encostas da serra da Argemela. Os holofotes da presente edição viram-se também para a febre do lítio e os conflitos ambientais da mineração.

Dos testemunhos que nos falam de novas formas de viver e de repensar a floresta, as aldeias e as serras, haverá uma ponte com a entrevista à Cooperativa Minga, em Montemor-o-Novo, de economia de proximidade e autonomia, e com a experiência de agroecologia realizada na Aldeia do Vale. Noutras latitudes, há um olhar sobre a Grécia onde o Estado deixou de garantir muitos serviços essenciais mas a auto-organização não se fez esperar e as okupas de Atenas são a face da solidariedade internacionalista. Noutras páginas, uma análise histórica da cidade resume as tensões urbanas vividas diariamente nas urbes em transformação.

Destaque ainda nesta nova edição do Jornal Mapa para uma visão não comemorativa do Maio de 68, com dois testemunhos de análise e crítica, que recordam que as coisas acontecem quando menos se espera. Como não se esperava que o precariado invísivel dos estafetas se estivese a transformar num movimento reivindicativo transnacional e transversal a diversas plataformas de entrega, uma das outras histórias que ainda não acabaram.

Para completar esta 20ª edição, há ainda espaço para um relato do encontro de mulheres em Mar­ço de 2018, nas montanhas de Chiapas, um olhar sobre os conflitos no Myanmar, notas sobre Biopolítica e as recensões baldias. Um jornal que pode continuar, face ao apoio e amizade de tanta gente, numa campanha de crowdfunding, nos escancarou as portas para continuarmos nas ruas e a chegar à casa de leitores e as assinantes, cujo número, ainda assim, gostaríamos de ver crescer.

Compra-o perto de casa – http://www.jornalmapa.pt/distribuicao/

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