antifascismo

(Lisboa) Manifestação pelos direitos dos imigrantes reúne mais de mil pessoas. Fascistas atacam na rua e na sede do LIVRE.


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#AltPt #Lisboa Bloco Antifascista na manifestação por Direitos Iguais e Documentos para Todos convocada pela Solidariedade Imigrante, onde o Coletivo Estudantil Libertário de Lisboa e outros companheiros do campo libertário se integraram ontem no Martim Moniz.

Mais uma vez saímos à rua para acentuar que ninguém é ilegal! E recordamos que os imigrantes não devem ser responsabilizados pela destruição da qualidade de vida levada a cabo pela classe capitalista. Não lutemos entre nós enquanto o inimigo comum desfruta do caos que provoca.

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Pelo menos um milhar de pessoas participou este domingo na manifestação pelos direitos dos e das imigrantes. A comunidade imigrante teve uma participação combativa, tendo também estado presentes muitos sectores solidários com esta luta.

A manifestação foi convocada pela Solidariedade Imigrante no contexto de uma luta mais ampla que tem sido travada em resposta ao agravar da situação dos e das imigrantes que connosco vivem e trabalham. Estes enfrentam uma série de políticas cada vez mais duras que violam os seus direitos humanos e a sua dignidade – o fecho progressivo da legalização, o acumular da burocracia, o tempo intolerável de espera e o bloqueio no acesso aos serviços públicos, nomeadamente à saúde, à segurança social e à educação.

O PNR e outros grupos de extrema-direita realizaram uma contra-manifestação no mesmo local em que participaram menos de 30 pessoas. Um grunho fascista foi detido ao passar a linha da polícia que lhes bloqueava o acesso à manifestação imigrante. Registou-se ainda uma pequena agressão dos fachos a duas pessoas do bloco antifascista quando se ausentaram da manifestação por alguns momentos.

Também este domingo, um grupo de neonazis do PNR tentou invadir uma reunião do partido LIVRE em Lisboa, mostrando que o perigo fascista está aí e é preciso combatê-lo onde quer que se manifeste.
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mais fotos aqui e aqui
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(antifascismo)Ribeiro dos Santos: a morte de um antifascista às mãos da PIDE


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Foi há 44 anos que a PIDE matou Ribeiro dos Santos no Instituto de Economia, ao Quelhas, em Lisboa. Ribeiro dos Santos era um jovem estudante de Direito, antifascista e militante do MRPP. Aurora Rodrigues, alentejana de Castro Verde, ex-militante do mesmo partido, actualmente procuradora do Ministério Público em Évora e amiga de Ribeiro dos Santos, estava presente e relata de forma viva estes acontecimentos trágicos que mobilizaram nos dias seguintes milhares de estudantes que saíram para as ruas, em confronto directo e violento com as forças repressivas do fascismo, a Policia de Intervenção e a PIDE. Fiquemos com as palavras de Aurora Rodrigues:

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Agosto de 1944: os anarquistas que libertaram Paris


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Nesta imagem podemos ver um soldado espanhol fazendo a saudação da CNT (simbolizando a solidariedade operária e o apoio mútuo) no momento da libertação de Paris, a 24 de Agosto de 1944. Os primeiros soldados a entrarem em Paris eram espanhóis e, na sua maioria, anarquistas e anarcosindicalistas. A história não os refere por isso mesmo: eram anarquistas, espanhóis, e lutaram durante décadas contra o fascismo. Em França e na Península Ibérica.

No dia 24 de Agosto de 1944, um grupo de veículos blindados e três tanques entram inesperadamente na capital francesa. Os parisienses julgam, de início, que fazem parte das tropas alemãs instaladas na cidade; depois reparam que não, que vestem uniformes do exército dos Estados Unidos e que são a vanguarda das tropas que devolverão a liberdade a Paris e, por conseguinte, a toda a França.

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(14 Maio) Visita Guiada à Lisboa Operária da primeira metade do século XX


Capturar

Depois de a 12 de Março se ter realizado a visita à Lisboa Operária e Anarquista, numa organização do Museu do Aljube, e tendo como guias João Freire e Maria Alexandra Lousada, a visita à Lisboa revolucionária continua este sábado com a segunda parte deste itinerário sobre a Lisboa Operária da primeira metade do século XX com passagem por Alfama, Mouraria, Intendente e Anjos.

O encontro está marcado para as 14,30h do próximo sábado, 14 de Maio, junto ao Museu do Aljube, tendo, de novo, como guias João Freire e Alexandra Lousada.

(Rompiendo Filas) América Latina e Caribe contra o militarismo


revista

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A América Latina e o Caribe são duas regiões onde o peso da instituição militar tem sido muito grande e a intervenção dos militares na vida política e social uma quase constante, seja no quadro conservador e ditatorial, seja nas experiências vanguardistas e putschistas mais esquerdistas. Daí a relevância do aparecimento de uma rede anti-militarista regional, composta por 11 organizações de 8 países (Colômbia, Chile, Paraguai, Bolívia, Brasil, Venezuela, Cuba e Equador) que está a lançar internacionalmente uma nova publicação antimilitarista, de acesso livre e gratuito.

Esta quarta feira, 16 de Março, organizações índole libertária de toda a América Latina e Caribe promovem o lançamento internacional da revista “Rompiendo Filas” da Rede Antimilitarista da América Latina e Caribe, Ramalc.

Esta nova publicação semestral  (que já pode ser consultada e descarregada da web) “responde ao desafio de circular reflexão, experiência e possibilidade de mudança, e para isso põe a dialogar lugares e vozes comprometidos com o anti-militarismo na América Latina.”

Rompiendo Filas é de distribuição gratuita e realização colectiva, livre e voluntária. Pode ser descarregada em formato PDF desde o sítio www.ramalc.org, e em papel conforme as iniciativas locais.

A rede Ramalc é composta de indivíduos, grupos anti-militaristas e sociais que concordam em que a resistência ao militarismo deve ser civil, não promovendo nenhuma actividade com características militares. A Ramalc promove – através de encontros e de actividades não violentas – o antimilitarismo na sociedade, questionando a estrutura militar e as práticas de dominação.

Contacto e informação: ramalc@riseup.net

(efeméride) Recordar o holocausto para melhor combater a besta totalitária


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Campo de concentração de Mauthausen onde morreram muitos anarquistas espanhóis, fugidos de Espanha depois da vitória do fascismo franquista e que integraram a resistência, sobretudo em França.

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Campo de Auschwitz no dia em que as portas foram abertas. O escritor Primo Levi esteve neste campo desde 13 de Dezembro de 1943 até finais de Janeiro de 1945. Os horrores do holocausto estão magistralmente descritos no seu livro “Isto é um homem”

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Há quem refira que hoje se assinala o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Que o seja. Enquanto anarquistas todos os dias são importantes para alertar para o facto da liberdade não ser um valor seguro e que está constantemente em perigo.

Ao longo dos milénios, a história da humanidade tem sido também a história do horror e da guerra. Embora não se possam esquecer os milhões de mortos e torturados pelos regimes torcionários implantados nos países sob controlo soviético ou chinês, em nome do socialismo (o que os torna ainda mais desprezíveis), este horror ganhou especial amplitude no decorrer do século XX com o holocausto nazi.

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