Mês: Março 2014

(Évora) Apresentação do nº 2 da revista libertária “Flauta de Luz” na livraria Fonte de Letras


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Livraria Fonte de Letras (junto à Praça do Giraldo), quinta-feira, dia 3 de Abril, às 18 horas

Apresentação precedida de «Cozuido à pretuguesa»,
intróito performativo por Joëlle Ghazarian
e Júlio Henriques

Flauta de Luz é editada em Portalegre por Júlio Henriques.

Toda a nossa situação moral foi modificada pela tecnificação da existência, que é o facto de todos nós (sem o sabermos e de forma indireta, quais peças de uma máquina) nos vermos implicados em ações cujos efeitos somos incapazes de prever e que não poderíamos aprovar. A técnica trouxe com ela a possibilidade de sermos inocentemente culpados de uma forma que não existia no tempo dos nossos pais, quando ela ainda não tinha avançado tanto. (Günther Anders)

Alguns temas deste número:
Miguel Teotónio Pereira sobre a crónica da crise, Jorge Valadas sobre Pacheco Pereira e a história dos vencedores, Jacques Ellul sobre a autonomização da técnica, Christian Ferrer sobre a memória dos ludditas, Los Amigos de Ludd sobre George Orwell, crítico da máquina, Quim Sirera e Georges Lapierre sobre indigenismo e comunalidade, Paulo Barreiros sobre o espírito da terra, Joëlle Ghazarian sobre o cinema de Peter Watkins, Vítor Silva Tavares e Óscar Faria sobre Manuel João Gomes. E 20 páginas para uma antologia da poesia ameríndia contemporânea

Ilustrações dos pintores José Miguel Gervásio, Miguel Carneiro, Teresa S. Cabral, Tiago Mourato, fotos de Jordina Anguera, Luís Vintém, Sebastião Resende

aqui: http://fontedeletras.blogspot.pt/2014/03/apresentacao-do-n-2-da-revista-flauta.html

relacionado: https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2014/03/23/flauta-de-luz-no-2-mais-uma-revista-libertaria-com-origem-no-alentejo/

Artigo de David Graeber no The Guardian: “Importar-se demais. Essa é a maldição das classes trabalhadoras.”


Matt Kenyon illustration on the working class

Ilustração de Matt Kenyon

Porque é que a lógica básica da austeridade foi aceite por todos? Porque a solidariedade começou a ser vista como um flagelo.

“O que eu não consigo entender é:  porque é que não há tumultos populares nas ruas?” é algo que oiço aqui e ali de pessoas de estratos ricos e poderosos. Há uma espécie de incredulidade. “Afinal de contas”, parece ler-se nas entrelinhas, “nós ficamos furiosos quando alguém põe em perigo os nossos paraísos fiscais; se alguém cortasse o nosso acesso à comida ou a um abrigo eu estaria, com certeza, a queimar bancos e a tomar o parlamento. O que há de errado com estas pessoas?” (mais…)

(São Paulo) Colóquio Internacional Mikhail Bakunin e a AIT, em Novembro de 2014


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Biblioteca Terra Livre anuncia o Colóquio Internacional Mikhail Bakunin e a AIT, que ocorrerá nos dias 10 a 13 de novembro de 2014 na cidade de São Paulo. Neste ano, completam-se 200 anos do nascimento de Mikhail Bakunin e 150 anos da fundação da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT).

Em breve, anunciaremos mais informações como inscrições para submissão de trabalho, programação e estrutura do evento. Já está disponível os eixos temáticos do evento.

Aguarde as novidades!

Para saber mais acesse o site: http://coloquiobakuninait.wordpress.com/
Visite a página: https://www.facebook.com/coloquiobakuninait

(22M) O vídeo que retrata a actuação vil da polícia no final do comício de encerramento das Marchas da Dignidade


Filhos da puta, é a frase que se ouve mesmo no final deste vídeo, não editado, que retrata os últimos 10 minutos do concerto no final da grande manifestação das Marchas da Dignidade em Madrid, no dia 22 deste mês. O video começa com a orquestra SOLfónica, no palco e a entrada da polícia no recinto, provocando a reacção de muitos manifestantes. Do palco pede-se para que a polícia saia da praça. Esta, pelo contrário, intensifica a sua presença, como acto provocatório contra os manifestantes. Mesmo que tenha havido algum acto mais agressivo por parte de algum manifestante (que não se vê no vídeo), a actuação da polícia pôs em risco a segurança dos muitos milhares de pessoas que ali estavam pacificamente.

Os meios libertários, que integraram a marcha, e os organizadores das Marchas do 22M consideram que a entrada na polícia na Praça teve como objectivo desviar a atenção da grande manifestação e das suas principais reivindicações, fazendo com que a comunicação social do sistema desse grande destaque aos confrontos, passando para a opinião pública a ideia de que a manifestação tinha sido obra dos “violentos”. Por este vídeo (não editado) se vê, mais uma vez, a mentira e a manipulação do poder e dos seus cães-de-fila: a comunicação social do sistema.

(A decorrer) Acampamento “Emergência da Semente” na Costa da Caparica


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Vem informar-te sobre as questões da soberania alimentar, sementes livres e agricultura ecológica, e capacita-te para te juntares aos guardiões e defensores das sementes!

O Acampamento Activo “Emergência da Semente” será um treino intensivo e holístico para defensores das sementes e de uma agricultura sã e justa. É uma continuação do mote lançado com oEncontro Internacional para a Soberania Alimentar e da Semente de 2013.

(mais…)

(Porto) Conversas na Gato Vadio com compositores portugueses contemporâneos


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Este sábado, dia 29, às 17H.

Pedro Junqueira Maia convida-o para CONVERSAS COM COMPOSITORES PORTUGUESES CONTEMPORÂNEOS

“Quem são, como pensam a música, em que se inspiram para escrever?”
O ATELIER DE COMPOSIÇÃO leva a cabo no Gato Vadio (Rua do Rosário, 281 Porto) um ciclo de conversas que se pretende divulgador do trabalho criativo dos nossos autores contemporâneos.
(sempre Entrada Livre)

1.ª Sessão  c/ RUI PENHA [n. 1981]
Em conversa com Pedro Junqueira Maia, serão escutadas várias obras do autor e abordado o seu pensamento composicional estético/técnico/etc…
A final, será interpretada ao vivo, pelo conceituado biselista António Carrilho, a obra “In many many ears” (2011), para flauta de bisel amplificada.

BIO
RUI PENHA, nasceu no Porto em 1981. Iniciados os estudos musicais ainda em tenra idade, licenciou-se em 2006 em Composição pela Universidade de Aveiro, onde estudou com Sara Carvalho e João Pedro Oliveira. Paralelamente frequentou seminários ou aulas particulares com diversos compositores, entre os quais se destacam Emmanuel Nunes, Brian Ferneyhough, Helmut Lachenmann, Louis Andriessen, Martijn Padding e Flo Menezes.
Exerce actividade no âmbito da música para cena e multimédia, tendo composto bandas sonoras para filmes, televisão, rádio e instalações interactivas.
A sua música tem sido apresentada por vários intérpretes de respeito, entre os quais Nuno Aroso, António Carrilho, Pedro Carneiro, Adam Wodnicki, Arditti Quartet, solistas do Remix Ensemble, “Orkest de ereprijs” (Holanda), ou a Orquestra Gulbenkian.
Desenvolve ainda software musical para diversos fins, tendo sido convidado para apresentar o seu trabalho em conferências e encontros internacionais.